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Série: Sex Education

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Foto: Divulgação

Você pode ter rolado o catálogo da Netflix e se deparado com um teaser bem intrigante, onde duas pessoas tem um diálogo um pouco fora do convencional, entre mãe e filho. E é aí que começa toda a proposta de Sex Education. A série que está ganhando cada vez mais espaço na plataforma digital, tem um enredo cercado por dilemas convencionais pouco abordados. O tema central é a sexualidade, mas não se deixe enganar, os 8 episódios da série aprofundam muito mais do que dúvidas de adolescentes em um ambiente escolar.

Se você teve alguma ressalva sobre iniciar a maratona, posso dizer que também não tive atração à primeira vista. Precisei de uma forcinha com a indicação de uma amiga, mesmo sem perspectivas muito altas.

Mas Otis Thompson, interpretado brilhantemente por Asa Butterfield (reconhecido por sua participação em O menino do Pijama Listrado e A Invenção de Hugo Cabret) consegue nos cativar desde o primeiro episódio.

Neste, em questão, conseguimos nos introduzir na história e nos questionar se o que a produção está querendo mostrar é uma história adolescente, que lida com namoros, conflitos familiares e diálogos escolares, ou se tudo é muito mais profundo. E é!

Jean Milburn, interpretada por Gillian Anderson, é a mãe de Otis, uma terapeuta sexual, que traz o tema de uma maneira aberta e diferenciada, tanto em seu consultório, quanto para seu filho e amigos.

Desta forma, o garoto, mesmo sendo virgem, tem uma experiência vasta sobre o assunto. E é assim, vendo uma oportunidade de lucros, que a revoltada, depois entendemos o motivo, Maeve Wiley (Emma Mackey), o encoraja a abrir uma clínica de terapia sexual clandestina na escola.

O sucesso do empreendimento se deve a maneira pouco peculiar em que Otis consegue transmitir a resolução dos “problemas” de seus colegas, hora ele acerta de primeira, em outras oportunidades não.

A diversidade na sexualidade mostrada na série é outro ponto alto, onde o público tem identificação com os personagens. Incluindo pessoas bem distintas que acabam convivendo no mesmo grupo.

De uma forma leve e descontraída, mas muito inteligente, a produção apresenta um debate sobre a sexualidade humana, seus tabus e imposições.

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