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Polícia soluciona furto de equipamentos no Tereza Ramos

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Um servidor público que prestava serviço para o Hospital Tereza Ramos, em Lages, na função de engenheiro clínico, responderá pelo crime de peculato. Ele é acusado de ter vendido três ventiladores pulmonares de transporte para uma rede particular de clínicas, com unidades em Balneário Camboriú, Florianópolis e Mato Grosso. Os equipamentos eram novos, destinados à nova ala que ainda não foi inaugurada. Segundo o delegado regional Fabiano Schmitt, as máquinas são avaliadas em mais de R$ 60 mil. 

O delegado afirma que as investigações da Divisão de Investigação Criminal (DIC) começaram depois de a polícia ser informada pela direção do hospital sobre o sumiço dos aparelhos. O suspeito colaborou com os policiais informando o local onde os equipamentos estavam.  “Não há elementos que levem a crer que o comprador soubesse da origem criminosa dos equipamentos e, por isso, não houve indiciamento”, explica o delegado.

Já o servidor público, responderá pelo crime de peculato e não será preso, pois de acordo com o delegado não há motivos que configurem uma prisão temporária, flagrante ou preventiva, porque além de outros aspectos, o engenheiro clínico não fugiu e não atrapalhou as investigações, inclusive, confessou o crime.

Os equipamentos recuperados foram devolvidos ao hospital e as investigações concluídas, já que não há mais pessoas envolvidas, segundo o delegado. O nome do servidor não foi divulgado pela polícia. 

 

Hospital se manifesta sobre o crime

 

Através de nota emitida pela assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Saúde, foi informado que o servidor foi afastado por completo de suas funções e uma sindicância interna foi aberta para apurar o caso. O hospital aguarda maiores informações da Polícia Civil para dar andamento à sindicância.

A assessoria nega que o crime de peculato descoberto pela polícia tenha a ver com o processo de auditoria, que será feito na nova ala do HTR para apurar denúncias de irregularidades da obra.

3 Comentário

3 Comentários

  1. marcelo castellen

    19/09/2019 at 21:03

    qual o nome do LADRÃO??????
    só pq é engenheiro o nome é preservado????
    Ladrão é ladrão
    .

  2. Cleiton Silva Dutra

    19/09/2019 at 20:44

    Opa! É sério mesmo? Nem o nome do criminoso foi divulgado? Pra? Tem sobrenome famoso??? Não entendi como não houve crime d receptação! Entao deixa ver se entendi; cara comete um crime desse e fatura uma graninha; caso seja pego confessa é tudo bem, se colar colou e fica no lucro! Entao imagine qntos equipamentos poderão sumir daqui p frente ja que não da nada

  3. Miro

    19/09/2019 at 18:58

    Então vamos lá, o servidor furtou os equipamentos do hospital e vendeu para um receptador e ninguém cometeu crime? partiu-se da premissa de quem fala a verdade não merece castigo! O sujeito vendeu equipamentos de uso exclusivo de hospitais para o comprador e o mesmo não solicitou nenhum documento provando a origem lícita do equipamento e mesmo assim não houve nenhuma ilicitude, realmente preciso me atualizar nas leis brasileiras!

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