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#CLentrevista o secretário Ricardo Gomes Dias

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Foto: Marcela Ramos

Correio Lageano: Gostaria que o senhor falasse um pouco sobre sua atuação profissional?

Ricardo Gomes Dias: Sou jornalista formado pela Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), tenho experiência em veículos de comunicação tradicionais; fui um dos repórteres e editores da Unisul TV que se iniciou em 2006; em seguida, assumi a coordenação de comunicação da Prefeitura de Tubarão, que foi minha primeira experiência no setor público. E, depois de um tempo, um dos grandes desafios profissionais foi coordenar o jornalismo na região sul do Estado, a partir de Criciúma, na RBS TV, durante cinco anos, no período em que ocorreu a mudança da RBS para NSC. Final do ano passado recebi o convite para assumir a Secretaria de Comunicação, a qual já está completando cinco meses.

Com toda sua experiência profissional, como é sua visão como secretário e não como político?

A composição do primeiro escalão do governo Moisés, que é um governo técnico, é de pessoas que nunca tiveram uma ligação política. Em meu caso, também não, vim para cumprir uma missão técnica, executar aquilo que aprendemos com a experiência e a academia. O cargo de secretário, exige que você tenha uma relação política saudável. Não estou negligenciando a importância da política, pois ela faz parta da nossa vida. O que pretendemos em relação ao mercado e à imprensa, é de uma relação qualificada na questão técnica.

Qual a importância de conhecer os veículos de comunicação do interior, a imprensa que está além da Capital e do Litoral?

Um governo forte é um governo que se comunica com o cidadão. E nossa visão de gestor da Secom, é uma visão de que precisa se transformar o trabalho realizado em uma central de informação para aquele que está na ponta, no caso o cidadão, que aguarda uma informação do Governo do Estado. Entendemos a importância que tem os veículos das regiões. Santa Catarina tem uma diversidade, em sua economia, pessoas e comunidades; e os jornais falam justamente para estas pessoas. O governo, tendo a oportunidade de ter esses veículos chegando até a população, é muito importante. Por isso, nossa visita nas regiões, para conhecer os veículos que fazem Santa Catarina, que ajudam a nossa economia a girar também, levando informação a todos os setores. A Secom está à disposição dos veículos, em relação à prestação do serviço, na agilidade de alguma informação. Estamos aqui para agilizar o serviço de vocês [imprensa]!

Nesses quatro meses com o atual governo, o senhor tem algum projeto para as regiões de SC, além do Litoral e da Capital do Estado?

Nós tivemos uma ação necessária de gestão, que foi o fechamentos das ADRs. Elas deixaram de cumprir o seu fim lógico de atendimento e por uma decisão de questão de economia, para que o recurso seja aplicado de forma mais correta. Houve a redução de atendimento e obviamente o impacto na questão da comunicação, pois tínhamos profissionais que atendiam a região. Estamos criando uma estrutura para que os veículos de comunicação do interior sejam atendidos dentro da Secom, uma estrutura que possa contemplar com a agilidade de informações. Também queremos que os secretários de Estado, tenham essa aproximação nas regiões, se fazendo presente. Esse é o projeto da Secom para o atendimento das regiões.

Colaborou: Marcela Ramos

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