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Banca Central ficará provisoriamente em um contêiner, ainda no Calçadão

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Foto: Andressa Ramos

“Onde podemos nos encontrar? – Quem sabe na Banca Central?!”, o diálogo, muito comum entre os lageanos, servia para referenciar o ponto de encontro. Por 33 anos, a Banca Central, na Praça João Costa, Centro de Lages, foi ponto de referência, de encontro e também de troca de ideias. Seja para comprar jornais, revistas, guloseimas ou figurinhas ilustradas para completar álbuns. Fato é que a banca faz parte da história de muitos, inclusive da própria cidade.

Com a revitalização do Centro, todos os pontos de venda foram retirados do lugar, inclusive a Banca Central. Tanto que parte da estrutura já foi desmanchada, e quem tinha o costume de comprar seu jornal logo cedo, ainda está desorientado.

De acordo com o proprietário, Hernane Luiz Vieira, a banca ficará em um container, durante o período de revitalização do Calçadão, próximo de onde ficava o antigo quiosque. Eles estão fazendo os ajustes para, no máximo até segunda-feira (19), estar em funcionamento.

Após a conclusão da reforma da praça, eles precisam entrar com um pedido de licitação para instalar novamente o estabelecimento.

Revitalização do Centro

Os estabelecimentos devem ficar em ponto provisório até 31 de março, quando a obra deve avançar também nesse trecho. Depois disso, será analisado onde eles devem ficar. De acordo com o secretário de Planejamento e Obras, Claiton Bortoluzzi, o prazo máximo de revitalização do Centro é de 18 meses, mas acredita que a obra termina antes. Assim, com a conclusão da construção, os empresários interessados em se instalar no Calçadão da Praça João Costa, terão de participar de um processo licitatório para ter a concessão. As estruturas serão construídas juntas da revitalização e devem ter visual moderno, sendo de alvenaria, metal e vidros.

“Os outros empresários, que possuem comércio nas proximidades do calçadão, também precisam fazer uma reforma em suas calçadas e fachadas, é preciso acompanhar a mudança, não adianta reformar, enquanto os empresários não fazer essa reforma”, opina Hernane.

 

Colaboração: Marcela Ramos

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