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Obras de terceira faixas na BR-116 estão paradas

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O trecho em obra está sem estacionamento de um lado da pista - Foto: Adecir Morais

As obras de construção de terceiras faixas no Km 213,5 da BR-116, no município de Ponte Alta, na Serra Catarinense, estão paradas. Os motoristas alegam que o trecho está perigoso, porque encontra-se sem acostamento do lado onde está sendo executada a obra. A empresa Autopista Planalto Sul (Arteris), concessionária da rodovia, informou que está tomando as providências para retomar os serviços.

De acordo com motoristas que trafegam pelo local, a construção andou normalmente até janeiro deste ano, porém, de lá para cá, o ritmo dos trabalhos reduziu drasticamente. Na quarta-feira (5), a reportagem do CL esteve no local para verificar a situação.

O trecho, de cerca de dois quilômetros, está sem acostamento para quem viaja no sentido Ponte Alta-Lages, exigindo, assim, atenção redobrada, no entanto, o trecho está bem sinalizado. Há um pequeno degrau do lado onde está sendo feita a obra, mas nada que ofereça perigo ao motorista.

Por meio de nota de sua assessoria de imprensa, a Arteris informou que as obras estão paradas porque ocorreram problemas com a empresa executora e a mesma precisou ser substituída. “Tão logo a nova empresa seja definida, a obra será retomada”, destacou.

A empresa esclareceu que já executou 92,58% da obra, restando apenas a camada final de pavimento e acabamentos. A previsão de conclusão é para o segundo semestre de 2019. O dinheiro da obra é oriundo da receita do pedágio e financiado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Contrato

Prevista no contrato de concessão, a construção de terceiras faixas contempla vários pontos da rodovia. Com investimento de cerca de R$ 49 milhões, ao todo, estão previstos 48,5 quilômetros deste tipo de obra em Santa Catarina, nos municípios como Mafra, Santa Cecília, Correia Pinto e Lages.

A obra tem por objetivo melhorar a fluidez do tráfego de veículos, além de oferecer maior segurança aos usuários, porque evita acidentes como colisões frontais, devido à falta de espaço para fazer ultrapassagens, e traseiras, por conta do trânsito lento.

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