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Morte de adolescente foi registrada como acidental

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Foto: Divulgação

O garoto Henrique Furtado das Neves, de 13 anos, que foi encontrado morto no fim da tarde de quarta-feira (6),  foi sepultado no Cemitério da Penha, na quinta-feira (7). As circunstâncias da morte serão apuradas pela Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (Depcami). Um inquérito será instaurado e a delegacia aguarda os laudos pericial e do exame cadavérico do Instituto Geral de Perícias (IGP) para iniciar as investigação. O fato foi registrado como morte acidental.

O adolescente estava desaparecido desde terça-feira (5) e foi encontrado por operários de uma obra na Rua Leopoldo Steffen, esquina com a Campos Sales, Bairro Coral, em Lages.  A suspeita é de que o jovem tenha entrado pelo telhado ao lado da construção, um prédio de três andares, e se desequilibrado. Ele caiu de uma altura de 13 metros, entre um tapume e a Rua Leopoldo Steffen.

A  EBB Belisário Ramos, no Bairro São Cristóvão, onde o garoto estudava, teve as aulas suspensas na quinta-feira (7). O diretor Renato Machado disse que ele era bem educado e nunca causou problemas. Sua morte deixou a comunidade escolar abalada. De acordo como gestor, até quem não tinha relação com ele ficou triste.

Henrique cursava o sétimo ano e estudava lá desde a metade do ensino fundamental. Amava o basquete e foi até selecionado para treinar na escolinha da Associação de Pais e Amigos do Basquete (Apabla), com sede no Ginásio Ivo Silveira. Por causa do esporte, ganhou bolsa de estudos no Colégio Santa Rosa e não aceitou,porque preferiu ficar com seus antigos colegas de sala. “Ele tinha muitos amigos, até das outras séries. Um rapaz bem tranquilo e aplicado em tudo que fazia”, explica o diretor. “Uma situação delicada”, acrescentou sobre a fatalidade. 

Recentemente. o menino, que atuava como lateral, começou a treinar na Apabla. Ano passado, jogou o Estadual sub 12 pelo Santa Rosa. “Ele chegou à associação faz uns três meses e não estava inscrito em campeonato oficial, até porque as competições já estavam em andamento”, comenta um dos seu treinadores, Adrian Marcelo Melillo.

Henrique era filho único e morava no Bairro Coral com sua mãe.  

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