Incêndio destrói residência no Bairro Penha – CL+
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Incêndio destrói residência no Bairro Penha

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Foto: Divulgação

O Corpo de Bombeiros Militar de Lages atendeu, volta das 16h40 de sexta-feira (29), uma ocorrência no Bairro Penha, em Lages. No local, um incêndio consumiu toda uma residência de madeira, localizada na rua Vitor Alves de Brito, próximo a uma distribuidora de gás. Não houve feridos e as chamas foram controladas pelo profissionais.

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Colombo fala dos desafios e das conquistas do Governo

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Raimundo Colombo avaliou sua gestão - Foto: James Tavares

Raimundo Colombo falou sobre os desafios enfrentados durante os dois mandatos. Revelou que o momento é marcado por uma mistura de sentimentos e que a sensação é de dever cumprido. “A emoção é muito forte, a gratidão também, e tem ainda uma sensação de alívio, porque a pressão e a carga de compromissos diminuem”, comentou.

Colombo explicou que está se licenciando para que a transição seja um processo marcado pela harmonia. “É isso que a sociedade merece, que demonstremos maturidade e unidade pra que o Estado continue indo bem. E faremos isso, daremos todo o apoio pra que o Eduardo tenha todo o êxito possível no desempenho da sua missão”.

Colombo disse que ao inaugurar cada uma das obras entregues nestes anos de governo, a motivação para fazer sempre mais tomava conta e o encorajava a seguir em frente com otimismo. Por outro lado, em cada momento crítico na hora de fechar as contas em meio à crise econômica que assustou o país e o mundo, vivia grandes períodos de angústia. Mas independentemente do cenário, a preocupação era sempre a mesma: governar para as pessoas. “Não adianta um governo ir bem, se a população vai mal. Foi essa a filosofia de trabalho que pautou o dia a dia da equipe que fez Santa Catarina ser o último estado a entrar na crise e o primeiro a sair dela.”

Outros temas avaliados

>> Geração de empregos “Hoje podemos comemorar o fato comprovado de que, com um saldo de 29.441 vagas com carteira assinada, Santa Catarina foi o estado que mais gerou emprego no país em 2017. Quando você consegue proteger o emprego, cumpre o primeiro elemento básico de um governo, que é cuidar das pessoas. Uma vaga de trabalho não é apenas um dado estatístico. Cada emprego tem um rosto, um endereço e uma história sendo escrita. É do trabalho que vem o alimento, a educação, a moradia, o lazer, a dignidade de uma família.”

>> Posição “Outra conquista que é reflexo das escolhas ao longo dos últimos anos foi o reconhecimento de Santa Catarina como o segundo estado mais competitivo no país, de acordo com Ranking de Competitividade dos Estados de 2017. No resultado geral, o estado melhorou a sua posição ano a ano.”
“Em 2011, ocupava o sétimo lugar; em 2012 e em 2013, ficou em sexto; em 2014, alcançou a quinta posição; em 2015 e 2016, ficou em terceiro; e em 2017 subiu uma posição e ultrapassou o Paraná, garantido o segundo lugar geral, atrás apenas de São Paulo.”

>> Decisões “No ano de 2017 fomos desafiados ao extremo. Precisamos tomar decisões difíceis e isso, muitas vezes, não traz aplausos, não é popular, no entanto, o que temos como princípio não deve ser mudado. O nosso objetivo sempre foi proteger a sociedade, garantindo o equilíbrio fiscal do Estado. Por isso reduzimos o custo, cortamos gastos e buscamos alternativas de gestão.”

>> Medidas duras “Dois exemplos concretos de medidas adotadas que já estão fazendo muita diferença nas contas públicas são a reforma da previdência estadual e a renegociação das dívidas do estado com a União. Na previdência, além da reforma deflagrada em dezembro de 2015, o Governo de Santa Catarina também criou a SCPREV – Previdência Complementar, que entrou em operação no final de janeiro de 2017 e permite limitar a aposentadoria dos novos servidores ao teto do INSS. Trata-se de um modelo que promove a sustentabilidade do sistema público previdenciário de Santa Catarina e trata com isonomia todos os novos servidores concursados.”
“E em 2016, para a renegociação das dívidas com a União, o Estado recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar a cobrança de juros compostos, dando origem ao processo que ficou conhecido como “Tese de SC” e que foi copiado por outras unidades federativas. A renegociação garantiu fôlego financeiro aos estados, com desconto de 100% da dívida no segundo semestre de 2016, quando a crise chegou ao seu ápice.”

>> Desafios “Ainda temos desafios pela frente, mas muito já foi conquistado, é preciso reconhecer. Obras foram concluídas em todas as regiões do estado, promovendo mais segurança nas estradas e qualidade de vida para a população. E contribuindo para a preservação da boa distribuição demográfica nas cidades catarinenses, um dos principais fatores que promovem a diversidade econômica do estado, característica que mais uma vez ajudou a proteger Santa Catarina da crise.”
“Os avanços nas diferentes áreas do governo também são significativos. O reforço de pessoal na área da Segurança Pública foi um recorde histórico. Na educação, além de novos profissionais e melhorias de infraestrutura nas escolas, estamos aperfeiçoando ainda mais o processo de gestão das unidades. As crescentes demandas da saúde também recebem atenção especial para manter o complexo atendimento em todas as regiões.”

>> Futuro “Mundialmente reconhecido, o agronegócio catarinense é o maior produtor nacional de suínos e o segundo maior de frango. Na Defesa Civil, tivemos ampliações de barragens e a construção de novos radares meteorológicos para alcançar a marca de 100% de cobertura do território catarinense.”
“Tudo isso é resultado do dedicado trabalho de muitos profissionais que, juntos, buscaram fazer não apenas ações de governo, mas ações de estado, ações que superam períodos de governos e divergências políticas e que fortalecem Santa Catarina no presente e também para um futuro cada vez mais promissor. É meu dever reconhecer e agradecer a todos.”

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Casa de madeira em Ponte Alta é totalmente destruída em incêndio

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Incêndio ocorreu de madrugada. Crédito: Divulgação

O Corpo de Bombeiros de Correia Pinto evitou que um incêndio, em uma casa de madeira, na madrugada deste domingo, se alastrasse para mais duas residências em Ponte Alta. Duas guarnições foram até o Bairro Despraiado, na casa de Renato Becker, 32 anos, que não estava no local na hora da ocorrência. Sua irmã, Denise, informou aos bombeiros que ele havia prometido incendiar a própria casa que tinha 24 metros quadrados.

Foi preciso 1,5 mil litros de água para apagar o incêndio e evitar que as chamas se alastrassem para duas casas vizinhas, também de madeira. As casas estavam a menos de 1,5 metro de distância uma da outra.

 

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Pacientes denunciam motorista que dorme durante transporte

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Reprodução/ Divulgação

O serviço de transporte da Prefeitura de São Joaquim tem preocupado pacientes que necessitam do atendimento. Isso, porque um dos motoristas do município é acusado de dormir enquanto transporta os pacientes para outras cidades.

Viviane Andrade Silva é mãe de Evelin da Silva Córdova, 7, portadora da síndrome de Atrofia Muscular Espinhal, conhecida como AME. Por isso, é necessário que a família viaje com frequência para a capital catarinense para realizar exames e consultas médicas. Na próxima segunda, Viviane deve pegar a estrada mais uma vez, já que participará de reunião de junta médica para auxiliar na decisão judicial para que Evelin passe a receber o medicamento que controla a doença, que custa cerca de R$ 2 milhões.

Entretanto, uma decisão da Secretaria de Saúde tem causado preocupação à família. É que o motorista que já foi acusado de dormir enquanto dirige, foi escalado para transportá-los. Viviane revela que entrou em contato com a secretaria, para que o profissional fosse trocado, pois teme que ocorra algum acidente. “Eu até os questionei, caso ocorra um acidente, se eles irão se responsabilizar por nós. Eles me falaram que a responsabilidade deles é só com o motorista”, relembra. Viviane acrescenta que a família não tem condições financeiras para pagar um transporte particular e que Evelin está nervosa por ter que viajar com o condutor.

Outras duas mulheres também já passaram por experiências parecidas. Delmira Oliveira já negou ser transportada pelo motorista que, segundo ela, já é idoso e tem mais de 70 anos. A família chegou a pagar por um transporte particular para ir até uma consulta em Florianópolis. Só que, recentemente, a filha de Delmira esteve internada na UTI em Lages, devido a complicações da diabetes. Quando recebeu alta, o motorista foi escalado para buscá-las. “Eu quase morri de medo, porque ele dormiu durante a viagem”, revela. A vontade de Delmira é de se mudar para Lages, já que é difícil conseguir consultas em São Joaquim.

A dona de casa Adriana Henrique revela que, quando tem necessidade, tem usado o carro próprio quando precisa viajar, por medo de precisar do motorista. Ela explica que já fez reclamações, mas nada é feito. “Não dá para arriscar. É só pegar a rodovia que ele já começa a dormir”, explica. Adriana revela que a secretária disse que viaja com ele e nunca enfrentou problemas.

A reportagem entrou em contato com a secretária de Saúde de São Joaquim, Terezinha Godoy Vieira, mas ela informou que não dá entrevistas por telefone, apenas pessoalmente e, por isso, não se pronunciou sobre as denúncias.

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Delegada Luciana Rodermel faz levantamento de números da Polícia Civil

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Luciana Rodermel é Delegada Regional - Foto: Susana Küster

Há 16 anos, Luciana Rodermel, 41 anos, atua como delegada de polícia. Ela está em Lages, desde 2006, mas foi em janeiro de 2011 que assumiu como delegada regional. Antes de trabalhar nesta função, ela era servidora do Poder Judiciário. É natural de Curitibanos e se formou em Direito pela Uniplac. Nesta entrevista ao CL, traz números da Polícia Civil e um levantamento das atividades.

Correio Lageano: Quais as principais dificuldades da Polícia Civil hoje? Existe uma forma de resolvê-las?

Luciana Rodermel: Uma das principais dificuldades da Polícia Civil, atualmente, é a de comprometimento da população no auxílio a apuração dos crimes, através de informações importantes e na negativa de aquisição de produtos com origem desconhecida, comumente produtos de furto e roubo.

Em relação ao efetivo da Polícia Civil. Existe previsão de aumento? Se sim, para quando e quantos policiais a mais para Lages e/ou região?

Estamos com efetivo razoável, não o ideal, mas o suficiente para atendimento da demanda mais urgente. Nossa carência de profissionais específicos será atendida através do concurso público já em andamento.

Quais números do levantamento da Polícia Civil feito no ano passado?

Registrados em Lages 108 mil veículos, sendo que 3,5 mil são novos e 25 mil transferências. Por dia, em média 700 pessoas são atendidas, mas em dias de pico pode  passar de 1,2 mil pessoas. No fim do ano, a expectativa é que os números sejam maiores, devido a implantação de um sistema eletrônico de senhas que contabiliza todos os atendimentos.

Qual dos números se destaca em relação a investigação da Polícia Civil?

Todos os homicídios ocorridos em Lages em 2017 foram elucidados e também houve um decréscimo no número de casos de embriaguez ao volante. Das prisões feitas em 2016, 48% foram devido a embriaguez e no ano passado, o número caiu para 25%. Isso se deve a conscientização e também às campanhas realizadas pelos órgãos.

Haverá uma mudança no comando da Secretaria de Segurança Pública. Isso pode afetar o comando da delegacia regional?

Não há como antecipar nada, porque estamos esperando o posicionamento do novo comando, certamente na semana que vem haverá novidades.

Por ser mulher, a senhora já enfrentou alguma dificuldade como delegada regional?

Sou delegada há 16 anos e como regional atuo desde 2011. Neste tempo todo, não posso dizer que enfrentei algum problema com relação a gênero. O empoderamento feminino passa muito por uma questão de postura, vivência e racionalização. Há limites para qualquer gênero, o que precisamos amadurecer é que nem sempre uma restrição ocorre só em razão do gênero. O empoderamento não nos é dado, é intrínseco.

A delegacia mudou recentemente de estrutura. Quais as mudanças, além do espaço maior e também do sistema eletrônico de senhas?

O sistema de senhas mais moderno nos traz dados reais e como o espaço é maior, as pessoas têm mais conforto. A prova de CNH agora é toda eletrônica e mais rápida, além de ser blindada contra qualquer fraude. O índice de aprovação está até maior. As pessoas quando fazem renovação da carteira de motorista, já podem fazer foto na delegacia. Tem também a questão do local, que possui amplo estacionamento e acesso mais facilitado.

Qual a avaliação do seu trabalho efetuado até agora como delegada regional?

Dedicamos sete anos para, além de dar suporte e apoio para as unidades nos trabalhos de polícia judiciária, melhorarmos a estrutura física das delegacias, além da disponibilização de viaturas, armamento, treinamento e equipamentos de segurança para melhor atuação de cada policial. Nosso esforço é no sentido de atender da melhor forma possível a população e também nosso policial, numa dinâmica de gestão voltada para que cada policial tenha comprometimento com seu trabalho, seja cobrado por isso, mas conte com mecanismos que o auxiliem na realização desse trabalho. A grande realização, até agora, é a construção da nova sede da Delegacia Regional, inaugurada em dezembro de 2017. O governador Raimundo Colombo e sua equipe entenderam que a obra era importante e possibilitaram a construção do prédio, que hoje atende a toda população lageana e da região. Avaliamos que nossa equipe trabalha muito, desempenha um trabalho exemplar e tanto a Polícia Civil quanto a comunidade podem colher esses frutos.

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