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Filas podem ser evitadas com uso de tecnologia

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Filas têm sido constantes nos bancos, mas na tarde de ontem fluíam rapidamente na Caixa do Centro Foto: Gislaine Couto

Cena comum e rotineira em Lages tem sido as longas filas de bancos, que muitas vezes dobram as ruas. Quem passa pelo centro, em frente às agências, percebe a movimentação das pessoas e a marcação de distância recomendada no chão.

Mas muito dessas filas poderiam ser evitadas com uso de tecnologia, como aplicativos dos bancos e caixas eletrônicos.

Essa é a avaliação da presidente do sindicato dos bancários de Lages, Eliane Pires Enckemaier, que também orienta as pessoas que precisarem dos serviços que usem os caixas eletrônicos em horários alternativos, como os fora de horário de pico, assim diminui a aglomeração e também o risco de contágio do novo coronavírus.

“O ideal é ficar o atendimento dentro das agências apenas para os serviços que não podem ser feitos por aplicativos ou caixa eletrônico”, orienta Eliane.

Outra alternativa, para os aposentados e pensionistas, é usar o cartão do benefício, como de débito, assim evita idas ao banco para saques.

Ontem, por volta das 13h, a fila da Caixa Econômica Federal do Centro estava longa, mas segundo as pessoas que estavam na espera, o fluxo estava rápido e a média de espera era de cerca de 15 minutos para entrar na agência.

Como o caso de João Ribeiro, de 57 anos, que estava na fila para receber benefício e não demorou a ser atendido. “Tem duas filas, uma pro caixa eletrônico e outra pra dentro da agência, isso facilita”, opina.

Atendimento até às 14 horas é por tempo indeterminado

Vale destacar que as agências bancárias seguem uma norma do Banco Central com novos horários de atendimento. Em dias de pagamento de aposentadorias, os idosos e portadores de doenças crônicas são atendidos das 9h às 10h e público em geral das 10h às 14h. Portanto, por período indeterminado, os bancos atenderão das 9h às 14h. E os caixas eletrônicos até as 22h.

As agências estão trabalhando com número reduzido de funcionários, rodízio e muitos em home office, devido a estarem em grupo de risco.

“É um momento de entender essa nova realidade que todos estão vivendo. Também estamos expostos aos perigos, mas estamos fazendo o melhor para atender os clientes”, explica Eliane.

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