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Copinha começa com 128 clubes

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Foto: Fotógrafos PMJ/ Divulgação

Considerada uma vitrine de talentos do futebol brasileiro, começou, quinta-feira (3), a Copa São Paulo de Futebol Júnior, batizada carinhosamente de Copinha. Mas a competição, de “inha” não tem nada. Ela é grande. Reúne 128 times dos quatro cantos do Brasil, envolvendo mais de 3 mil atletas. As disputas ocorrem em 30 sedes no Estado de São Paulo.

A competição já chegou à 50ª edição. O Flamengo é o atual campeão. No total, o clube carioca faturou quatro títulos do torneio. Já o Corinthians é dono do maior número de canecos: 10, enquanto isso, o badalado Palmeiras, pelo menos no profissional, ainda busca o primeiro título da competição.

A Copinha tem o costume de revelar talentos do futebol. É o caso, por exemplo, do atacante Vinícius Júnior, formado no Flamengo e vendido, em 2017, ao Real Madrid por R$ 164 milhões. Neymar, do PSG, Gabriel Jesus, do Manchester City, também se destacaram na competição. Outros craques que fizeram história no futebol, como Deco, ex-Barcelona; Djalminha, ex-Flamengo; e Rogério Ceni, ex-São Paulo, também jogaram ao torneio.

Neste ano, dentre as principais apostas, estão o meio-campista Reinier, do Flamengo, que tem uma multa rescisória de cerca de R$ 300 milhões. Outra promessa que vai desfilar na competição é o atacante João Pedro, do Fluminense.

Cinco equipes de SC disputam o torneio

Cinco equipes catarinenses que disputam a Copinha: Figueirense, Avaí, Chapecoense, Criciúma e Tubarão. A Chape está no Grupo 2, junto com São José-RS, Rio Preto-SP e Penapolense-SP. Já o Criciúma encontra-se no Grupo 10, ao lado de São Carlos (SP), América (MG) e Atlântico (BA).

O Figueirense está no Grupo 16, com Itapirense (SP), Botafogo-SP e CRB-AL. O Tubarão figura no Grupo 27, que tem ainda o Vasco, o Taubaté (SP) e o Carajás (PA). Já o Avaí está no Grupo 30, junto com Juventus (SP), Inter de Limeira (SP) e América-RN.

O Internacional de Lages até que tentou nos últimos anos uma vaga na competição via convite da Federação Paulista de Futebol FPF), que organiza o torneio, porém, não conseguiu. “Eu, pessoalmente, escrevi o ofício à FPF fazendo essa solicitação, mas o convite não veio. De qualquer forma, o Inter ainda teria que ir atrás dos recursos para conseguir fazer um bom papel no torneio”, informa o vice-presidente do clube, Patrick Cruz.

Ele explica que a Copinha é um negócio. Os estaduais de juniores servem como base para conseguir vaga na competição, mas também existe outro caminho: comprar a vaga. É o que muitos dos clubes bancados por empresários fazem.

“Disputar a competição é caro. Só para disputar os três jogos da primeira fase, sem muita perspectiva de classificação, custa, no mínimo, R$ 100 mil, incluindo alimentação, estadia, deslocamento e todas as outras despesas do gênero”, explica.

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