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Balsa de Santa Rosa volta a funcionar

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O equipamento funciona diariamente, das 6h às 22h - Foto: Adecir Morais

A balsa de Santa Rosa, no Rio Canoas, entre Bocaina do Sul e Otacílio Costa, voltou a operar. Ela ficou parada para manutenção por cerca de 30 dias, após ser notificada pela Marinha do Brasil, por intermédio da Capitania dos Portos de Santa Catarina, por irregularidades. O serviço de manutenção foi feito pela Prefeitura de Bocaina do Sul.

De acordo com a Marinha, a embarcação foi notificada por não apresentar o número de inscrição no casco; problema no mecanismo de içamento das rampas de acesso de veículos; falta de identificação do local reservado para acomodar os coletes salva-vidas e ausência de itens de segurança. 

O secretário de Administração e Finanças, Rodrigo Barth, informou que todos estes problemas foram resolvidos. Além disso, o equipamento recebeu pintura e reparos no casco, que estava furado. “Todos as exigências foram resolvidas. Agora vamos encaminhar para a Marinha o relatório sobre o que foi feito, mas a balsa já está funcionando normalmente”, disse Barth.

Localizada sobre o Rio Canoas, a balsa de Santa Rosa representa uma importante ligação entre Bocaina do Sul e Otacílio Costa. Segundo o balseiro Clóvis Antônio Costa Velho, o “Chico”, que opera a embarcação, em média, de 30 a 40 veículos utilizam o equipamento por dia. “Nos fins de semana, esse número é bem maior”, afirma ele.

Sem a embarcação, quem necessita se deslocar de Bocaina do Sul até Otacílio Costa, ou vice-versa, precisa percorrer um trajeto mais longo, usando a BR-282 e SC-114, tendo de andar aproximadamente 100 quilômetros a mais, de ida e volta.

Normas

A Marinha estabelece normas para uso de balsas, com o propósito de garantir a segurança do usuário. Dentre as exigências, o embarque e desembarque de passageiros devem ser feitos com a embarcação totalmente atracada.

E após a partida de embarcação, nenhum veículo pode ser deslocado de sua posição de estacionamento. Além disso, todos os veículos devem estar com o freio de mão acionado, o motor desligado, a marcha engrenada e as rodas calçadas de modo a impedir movimentos durante a travessia.

Em relação aos itens de segurança, a balsa, além de estar em boa situação de uso, deve ter coletes salva-vidas e extintor de incêndio, por exemplo. E em caso de irregularidades, está sujeita a sanções previstas em lei, podendo ser retida. A Marinha do Brasil, por intermédio da Capitania dos Portos, é o órgão responsável pela fiscalização.

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