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Varejo volta a crescer após três anos

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Lages acompanhou o crescimento do comércio varejista - Foto: Susana Küster

Após três anos registrando mais fechamentos do que aberturas de loja, o comércio varejista brasileiro volta a registrar saldo positivo em 2018 (+8,1 mil novas lojas). Ainda longe de reverter as 223 mil lojas eliminadas durante a crise, a CNC projeta abertura líquida de 23,3 mil novos estabelecimentos comerciais ao fim de 2019.

O saldo entre aberturas e fechamentos de loja com vínculos empregatícios no varejo brasileiro fechou 2018 de forma positiva, com +8,1 mil novas unidades,  interrompendo uma sequência de três anos no vermelho, uma vez que, entre os anos de 2015 e 2017, o setor acumulou fechamento líquido de 223 mil estabelecimentos comerciais por conta da recessão.

Para o varejo, a última crise econômica teve início em 2014. Naquele ano, as vendas encolheram 1,7% em relação a 2013, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Nos dois anos seguintes, o quadro se agravou, com o comércio apurando perdas reais de faturamento de 8,6% e 8,7%, respectivamente. Desse modo, entre 2014 e 2016, o volume de vendas do varejo acumulou retração de 20% em termos de volumes de vendas.

SC foi o estado que mais abriu lojas

Assim como o cenário nacional, Santa Catarina também mostra sinais de recuperação e foi o segundo estado do Brasil com mais lojas abertas, 1,7 mil, ficando atrás, apenas, de São Paulo, que registrou saldo de 4 mil. O Rio de Janeiro teve saldo negativo com o fechamento de mil lojas.

Expectativa

Uma pesquisa para levantar o nível de confiança da população feita pela Fecomércio de SC apurou dados de sete cidades catarinenses. Os dados foram apurados com 2.109 consumidores e 402 empresários em Chapecó, Lages, Florianópolis, Criciúma, Joinville, Itajaí e Blumenau. Conforme a pesquisa, os consumidores esperam um cenário positivo neste ano, enquanto os empresários estão receosos.  

Para o presidente da Fecomércio SC, Bruno Breithaupt, esse cenário era previsto, pois o setor produtivo depende de reformas estruturantes, como a da Previdência e a Tributária, para recuperar de vez o otimismo.

Fonte: CNC

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