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Piscina abandonada preocupa moradores

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Foto: Patrícia Vieira

A piscina de uma casa abandonada, na Josefina Amorim, Bairro Sagrado Coração de Jesus, em Lages, é motivo de preocupação para os moradores dos arredores. A queixa é que o local pode servir de foco para proliferação do mosquito Aedes aegypti, causador da Dengue, Zika Vírus e Chikungunya. De acordo com os vizinhos, a piscina estaria sem a manutenção adequada. Eles também, reivindicam para que o proprietário tire toda a água do local.  

Pelas fotos, é possível ver que a água da piscina que está com parte coberta por uma lona, está verde. Os moradores explicam que a situação se arrasta por muitos anos e já acionaram os órgãos responsáveis, sem que o problema fosse solucionado.

De acordo com a diretora do setor de Fiscalização, da Secretaria de Meio Ambiente e Serviços Públicos de Lages, Marines Roque, o proprietário do imóvel, que não teve a identidade divulgada, recebeu uma notificação no dia 9 de agosto para fazer a limpeza da piscina no prazo de 15 dias. Como ele não cumpriu a determinação, foi multado.

Após isso, de acordo com Marines, ele se comprometeu a fazer a manutenção constantemente. Inclusive, fez o tratamento químico na água. Depois, cobriu o espaço com uma lona. “Não tem como esvaziar uma piscina de fibra. O proprietário não quer perder a piscina,” disse.

Marines explica que, além dos fiscais, agentes da Vigilância Epidemiológica também foram ao local, e não constataram risco para proliferação do mosquito Aedes aegypti. “Não é considerada água parada. Ele põe o motor da piscina para funcionar”, afirma. Contudo, comprometeu-se de entrar em contato com o proprietário nos próximos dias para certificar-se do que está acontecendo.

Notificação

Quando o proprietário não faz a limpeza, a prefeitura notifica e, se ele não fizer, é autuado. Vale lembrar que mesmo que o proprietário não more na cidade, a prefeitura tem como localizá-lo através do cadastro da Seplan. Caso não atenda à notificação, recebe uma multa, cujo valor dependerá do tamanho e da localização do terreno.

Denúncias

Ao se deparar com situações desse tipo, a comunidade deve denunciar o fato à Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente, pelo telefone 30197472, onde há um setor que faz a triagem das reclamações.

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