Cotidiano

Os 100 dias do presidente

Brazil's new President Jair Bolsonaro and the members of this cabinet pose for an official photograph at the Planalto Palace, in Brasilia, Brazil January 1, 2019. REUTERS/Ueslei Marcelino

Como tem anunciado, mesmo antes de tomar posse, nos primeiros 100 dias de seu mandato, o presidente Jair Bolsonaro deverá promover uma ação de revista nos atos presidenciais dos últimos 60 dias do ex-presidente Michel Temer. Além disso, pretende implantar o seu ‘jeito’ de governo, nomear ministros, implantar mudanças estruturais e outras ações.

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Um dos primeiros atos como presidente do Brasil, ainda no dia 1º de janeiro, após a posse, foi a assinatura do decreto que reajusta do salário mínimo para R$ 998. Já o primeiro dia útil de seu mandato foi, praticamente, dedicado à participação das transmissões de cargos a seus ministros, especialmente, pela manhã, quando tomaram posse aqueles mais diretamente ligados ao Gabinete Presidencial.

Depois da cerimônia de transmissão de cargo dos ministros, Bolsonaro se reuniu com o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. Em seguida, a conversa foi com o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa; o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban; e o vice-presidente do Parlamento da China, Ji Bingxuan.

Entre os atos publicados no Diário Oficial da União, estão a nova estrutura ministerial com 22 pastas (16 ministérios, 2 secretarias e 4 órgãos equivalentes a ministérios. Foram extintas sete pastas: Transportes, Portos e Aviação Civil; Indústria, Comércio Exterior e Serviços; Esporte; Cidades; Cultura; Trabalho; Segurança Pública). Demarcação de terras indígenas para o Ministério da Agricultura; Autorizar cargos de chefia no Itamaraty a não diplomatas; Alterações internas em ministérios; e mudança é a da Comissão de Anistia, antes vinculada à pasta da Justiça, para o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

 

Os ministros

 

Osmar Terra: Ministério da Cidadania

Tereza Cristina: Ministério da Agricultura

Paulo Guedes: Ministério da Economia

General Fernando Azevedo e Silva: Ministério da Defesa

Onyx Lorenzoni: Casa Civil

Jair Bolsonaro: Presidente da República

General da reserva do Exército Hamilton Mourão: vice-presidente

Sergio Moro: Ministério da Justiça e da Segurança Pública

Ernesto Araújo: Ministério das Relações Exteriores

Tarcísio Gomes de Freitas – Ministério da Infraestrutura

Ricardo Vélez Rodríguez: Ministério da Educação

Luiz Henrique Mandetta: Ministério da Saúde

André Luiz de Almeida Mendonça: Advocacia-Geral da União

General Carlos Alberto Santos Cruz: Secretaria de Governo

Damares Alves: Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos

Gustavo Canuto: Ministério do Desenvolvimento Regional

Ricardo Salles: Ministério do Meio Ambiente

Almirante Bento Costa Lima de Albuquerque: Ministério de Minas e Energia

Marcos Pontes: Ministério da Ciência e Tecnologia

Marcelo Álvaro Antônio: Ministério do Turismo

Wagner de Campos Rosário: Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União

Gustavo Bebianno: Secretaria-Geral da Presidência da República

General Augusto Heleno: Gabinete de Segurança

Roberto Campos Neto: Banco Central