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Equipe de SC será mantida em Brumadinho

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Cães Barney e Hunter trabalharam no resgate de corpos - Foto: Bombeiros/ Divulgação

O Corpo de Bombeiros de Santa Catarina ficou 54 dias na operação de resgate em Brumadinho, em Minas Gerais. O trabalho resultou na localização de 17 corpos, mais de cem fragmentos de corpos, animais e equipamentos. O rompimento da barragem Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, matou 200 pessoas e deixou dezenas de desaparecidas no dia 25 de janeiro.

“A missão em Brumadinho não terminou. Nós recebemos, quarta-feira, o pedido do Comando-Geral de Minas Gerais para que o suporte dos bombeiros seja mantido,” explicou o comandante-geral do CBMSC, coronel Edupércio Pratts.

O soldado bombeiro de Lages, Luciano Rangel, frisa que o trabalho dos cães Barney e Hunter foram essenciais na busca. “Percebemos que é cada vez mais importante a integração das equipes humanas e de cães”. Ele conta que os exames de Barney mostraram uma alteração no fígado e, por isso, agora o cão vai descansar. “Não sei se vamos voltar para Brumadinho, por enquanto não temos instruções”.

Conforme um balanço divulgado, até o momento quatro equipes com 43 bombeiros militares de Santa Catarina se revezaram na operação. Foram realizadas 14 forças-tarefas, envolvendo três pilotos de drones e sete binômios. Também foram deslocados para Minas Gerais quatro viaturas, um caminhão de ajuda humanitária e um ônibus.

Barney e Hunter trabalham juntos, pois seguem padrões internacionais preconizados pela Organização das Nações Unidas (ONU), um aponta o local onde pode estar uma vítima, e o outro faz a confirmação.

SC possui efetivo capacitado para atuar em áreas deslizadas, devido a alta incidência de intempéries que acometem Santa Catarina. Além disso eles são experientes tanto na teoria quanto na prática, norteada por padrões Internacionais (por meio do Grupo Consultor Internacional de Busca e Resgate da ONU).  

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