Economia e Negócios

Campo Belo do Sul realiza o primeiro leilão virtual de animais

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Fotos captadas da transmissão pelo You Tube

Os negócios foram feitos via transmissão virtual, sem a presença do público, atendendo às regras estabelecidas pela portaria 242, do Governo do Estado de Santa Catarina, abrangendo todos os envolvidos no leilão, ou seja, organizadores, visitantes e participantes.

Foram mais de cinco horas e meia de transmissão, ocorridas no sábado à tarde (25), com o desfile de 56 lotes, entre machos e fêmeas, e que fizeram parte da 22ª Feira do Terneiro e da Terneira de Campo Belo do Sul.

Todos os cerca de 600 animais foram comercializados, com a participação de compradores de vários municípios catarinenses.

O resultado dos negócios foi avaliado como excelente, levando-se em consideração o desafio do uso da tecnologia, pela primeira vez, pela empresa leiloeira.

O faturamento fechou em mais de R$ 672 mil, com boas médias. Os machos alcançaram R$ 7,63 o quilo, e as fêmeas R$ 7,50. Conforme disse o leiloeiro Delamar Macedo, os leilões em Campo Belo do Sul “sempre tiveram boa margem de comercialização e, desta vez, não foi diferente”.

Por outro lado, lembrou que a equipe manteve o regramento estabelecido para a devida proteção, com distanciamento, além de álcool em gel e o uso de máscaras.

Próximos leilões

Novo leilão de terneiros e terneiras ocorre já no meio da semana, quarta-feira (29), à noite, no pavilhão José Arruda Ramos, no Parque Conta Dinheiro, em Lages.

São animais das raças herford e braford, da Fazenda Mãe Rainha. Já no sábado (2/5), a partir das 14 horas, ocorre a primeira etapa da Feira do Terneiro e da Terneira, no mesmo local, promovido pelo Sindicato Rural de Lages.

Ambos os leilões devem seguir as regras para evitar aglomerações e serão transmitidos por canais exclusivos pela internet.

Há possibilidade de que a Feira do próximo final de semana em Lages possa contar com a presença do público, ao menos 30% da capacidade de lotação do pavilhão de arremates.

O presidente do Sindicato, Márcio Pamplona, em conjunto a  outras autoridades do setor, está tentando mostrar ao Estado que isso pode ser feito com o mesmo regramento dado às igrejas, restaurantes e shoppings.

“Nós temos condições de fazer a marcação dos espaços e controlar a entrada e a permanência das pessoas no recinto”, disse o dirigente rural.

Por Paulo Chagas

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