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Você sofre com a falta de atenção?

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Falta de atenção. Crédito: Agnes Samantha

Quando falamos em falta de atenção, logo pensamos em algum transtorno, como o deficit de atenção. Porém, hoje em dia, muitas pessoas sofrem do problema, em casa, no trabalho, na escola sem ter o diagnóstico.

Atualmente, com toda tecnologia presente em nossas vidas, não é preciso muito para perder a atenção no que se está fazendo. Isso se deve, também, porque muito se faz de forma desmotivada.

Na sala de aula, por exemplo, uma criança pode apresentar o transtorno de deficit de atenção, mas é possível observar que outro grande grupo vai apresentar problemas para se concentrar nas tarefas. Isso se deve, segundo Clécio Carlos Gomes, psicólogo e psicopatologista, ao modo de ensino arcaico que faz com que os alunos não tenham interesse. Isso acontece também com o público adulto. Muitos trabalham em funções que não são de seu agrado. Deste modo, não ficam atentos a ela como deveriam.

A atenção é o valor dado para, então, buscar reter a informação. “Nas últimas décadas, os valores têm se invertido, a cultura é de um intenso processo descartável. A questão tecnológica simboliza que o que não é interessante, pode ser deletado,” comenta ele.

Clécio Carlos Gomes – Psicólogo

A tecnologia veio para agregar os seres humanos, assim como o uso das redes sociais deveria aproximar e, certa forma, vêm afastando as pessoas. A sociedade saiu de um universo amplo de desenvolvimento de crianças e adultos e foi para uma forma bitolada, dentro de caixas. Existem pessoas que vivem apenas o mundo virtual, em vídeogames, celulares, tablets, reduzindo a vida afetiva real.

 

Exercite sua concentração

 

Sem os mesmos costumes antigos, as brincadeiras de pega-pega, queimada ou esconde-esconde, que basicamente sumiram, as crianças estão crescendo e tornando-se seres restritos.

Segundo o educar físico e professor de escolinhas de futebol Eder Marques Burigo, mais de 70% dos pais optam por colocar seus filhos na escolinha de futebol onde trabalha, para que desenvolvam as atividades físicas e saiam da frente do computador.

A escola do Grêmio de Lages, a Let’s Gol, atende crianças de 5 a 15 anos, e um dos grandes problemas, segundo o treinador, é a concentração. “Muitas vezes preciso chamar a atenção para o início do treino, pois eles estão entretidos no celular e não percebem a movimentação,” comenta Eder.

Eder Burigo Marques – Professor

A tecnologia, segundo ele, é um dos grandes fatores para a desatenção. Ela vem para ajudar, mas utilizada em excesso, prejudica.

Para as aulas também são utilizadas atividades recreativas antigas, como o bicho-pega, que muitos dos alunos nunca haviam desenvolvido, nem mesmo na escola.

Alguns pais relatam a mudança no comportamento dos filhos com a prática da atividade física. Um dos alunos, por exemplo, está na escola há 2 anos e neste período deixou de usar bombinha, emagreceu 12 quilos e teve um ganho nas atividades escolares.

Não só as crianças como adultos precisam mudar seus hábitos diários para ganharem em suas atividades. “As pessoas precisam resgatar o princípio da felicidade, trabalhar para se sentirem realizadas e não apenas serem competitivas, não somente viverem para agradar os outros,” indica Clécio Gomes.

Muitas vezes, pelas preocupações, cansaço, estresse e excesso de informações, muitas pessoas podem ter dificuldade para manter a mente focada nas tarefas do dia a dia.

 

Algumas dicas que podem auxiliar na sua concentração

 

>>Faça uma coisa de cada vez

>>Mantenha a organização

>>Priorize o que está fazendo

>>Planeje seu dia

>>Faça pausas entre as atividades

>>Esteja motivado

>>Tenha Inteligência Emocional

 

Deficit de atenção

O transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) é um transtorno de base orgânica. Caracteriza-se por comportamentos notáveis a partir da infância como, distração, hiperatividade, desorganização e esquecimento.

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Começam concertos sociais do Música na Serra

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Idosos acompanham apresentação - Fotos: Camila Paes

Com o término da última música apresentada pelos bolsistas do 6º Festival Internacional Música na Serra, o engenheiro mecânico aposentado, Flavio Antônio Zioni, 74, logo pediu bis. Por sorte, os músicos resolveram tocar o tango “Por Una Cabeza” novamente e o deixaram ainda mais emocionado, já que o estilo é um dos seus favoritos e quando mais novo, gostava de sair para dançar.

Com os olhos marejados de emoção por causa da apresentação, Flavio revela que esta terça-feira era seu segundo dia no Asilo Vicentino. Natural de São Paulo, veio parar em Santa Catarina para ficar mais perto do filho que mora em Lages e do neto de 16 anos, que mora em Sombrio, onde faz faculdade.

Engenheiro mecânico aposentado, ele chegou a trabalhar na China. Sobre suas paixões, ele ressalta que são música, carros antigos e mulheres bonitas. Além de gostar de dançar tango, ele dorme ao som de música clássica, por isso a apresentação dos bolsistas o emocionou tanto.

Não foi só seu Flavio que gostou da apresentação. Enquanto o som dos violinos, viola, violoncelo ecoavam pelo salão do asilo, muitos dos moradores batiam palmas, e, movimentavam os pés, sentados em suas cadeiras.

Alguns não queriam assistir a apresentação, mas quando começou, gostaram do que viam e ouviam, e, relembraram da apresentação do ano passado. No final, queriam mais e voltaram sorridentes para sua rotina.

A assistente social do Asilo, Rochele Ceolin Gewehr, explica que eventos como este são importantes para manter os idosos inseridos na sociedade. Além disso, a instituição sempre procura levar os moradores para passear, mas é ainda melhor quando o evento vêm até eles, devido às dificuldades de locomoção de alguns deles. Atualmente, há 83 idosos, que variam dos 60 aos 109 anos.

Além das apresentações gratuitas durante a noite no Teatro Marajoara, o 6º Festival Internacional Música na Serra realiza apresentações em várias instituições públicas de Lages. Entre as masterclasses, os bolsistas se revezam para passar pela Irmandade Nossa Senhora das Graças, Convento Franciscano, Asilo Menino Deus, Maternidade Tereza Ramos e Hospital Infantil Seara do Bem.

Grupo de Curitiba apresentará ballet Carmen

Seis bailarinos e a diretora e coreógrafa Lia Comandulli vieram de Curitiba e sobem ao palco do Teatro Marajoara na sexta-feira, para uma apresentação de uma suíte reduzida do ballet Carmen de Bizet.

Como explicou a coreógrafa, Carmen foi composta originalmente como uma ópera pelo francês Georges Bizet em 1875, baseada no conto do escritor também francês, Prosper Mérimée. Em suas adaptações, pode ser apresentada como dança flamenca e como será apresentada em Lages, em ballet. Em Lages, Lia preparou uma versão reduzida da coreografia.

Se preparando para a apresentação de sexta-feira, o grupo passa grande parte dos dias ensaiando no palco do Marajoara. No quarto de Lia no hotel Map, os figurinos dos personagens ficam pendurados em araras, esperando o dia da grande estreia.

Para Lia, que atua há 35 anos na área da dança e também é bailarina, atriz, coreógrafa, diretora de produção e diretora de espetáculo, eventos como o Música na Serra, tornam as pessoas mais conscientes e faz com que olhem a vida com mais esperança. “A arte tem que se unir para enriquecer as apresentações e o público se sentir mais completo”, completa.

Além do espetáculo dos profissionais de Curitiba, haverá apresentação do ballet infantil junto com a orquestra, na noite de amanhã.

Bailarinos ensaiam apresentação

Programação

Quarta-feira (18)

Fernando Ávila & Quinteto Versatilis

Acordeon – Quinteto de Cordas

Quinta-feira (19)

Orquestra Acadêmica​

Ballet Infantil & Orquestra

Classe de Canto

​Sexta-feira (20)

Coro infanto-Juvenil

Coro Música na Serra

Ballet ” CARMEN” de Bizet – Suíte versão reduzida

​Sábado (21)

Concerto de Encerramento

Orquestra Sinfônica

Solista: Lyndon Taylor

Coro Música na Serra

Regência: Jean Reis

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Feira de Orquídeas atrai admiradores em Lages

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A planta conhecida como véu-de-noiva é uma das mais procuradas, conta o criador e cultivador Claudio - Foto: Patrícia Vieira

A beleza e variedade das orquídeas chamam a atenção dos olhares curiosos durante a 1ª Feira de Orquídeas realizada no Lages Garden Shopping. O evento promovido pelo Orquidário Vismara, de São Paulo, reuniu cerca de 1500 plantas de 130 espécies, entre mudas a plantas floridas. A feira segue até este domingo (15).  Segundo o criador e cultivador de orquídeas, Claudio Vismara, na feira tem plantas para todos os gostos e bolsos. Os preços variam de R$ 30 até R$ 80. As suculentas são vendidas no valor de R$ 5. 

As orquídeas são unanimidade quando o assunto é favoritismo: todo mundo se rende aos encantos delas. Assim como a Edite dos Santos Ramos, que não resistiu ao charme de uma Cymbidium Pendente, e comprou o vaso com a flor. Uma das espécies mais apropriada para o clima frio, como o da Serra Catarinense. 

Edite dos Santos Ramos não resistiu ao charme de uma Cymbidium Pendente

 

Cultivo

Para se ter uma planta sempre bonita e saudável é necessário alguns cuidados.

Irrigação

O correto é regar a orquídea por cima, deixando sempre a água escorrer totalmente. Regue pelo menos duas vezes por semana quando o clima estiver quente. Ele deverá ficar sempre úmido, mas nunca encharcado. Os pratinhos embaixo dos vasos são dispensáveis para acumular água, que acarretará no apodrecimento das raízes. “O excesso pode apodrecer as raízes e matar a orquídea”, comenta Claudio.  

Escolha da planta

Procure escolher orquídeas que conseguirão se adaptar à sua região.

Vasos 

Os ideais para o plantio das orquídeas são os de barro com furos laterais ou os xaxins de palmeira.

Luminosidade 

 As plantas devem ficar em locais onde possam receber a luz solar no horário da manhã (até as 9 horas) ou no final da tarde (depois das 16 horas). A luz solar é um importante fator para o desenvolvimento das plantas, sem ela a orquídea não floresce.

Ventilação

O local onde as orquídeas ficarão seja bem arejado. Porém, evite sempre ventilação muito intensa, afinal, isso poderá acarretar na danificação das suas orquídeas e vasos devido a quedas.

Adubação

Todas as plantas precisam de nutrientes. As orquídeas não são diferentes. O ideal é adubá-las uma vez por semana. Pode ser adubos químicos ou orgânico. Caso escolha adubos líquidos foliares, adiciona algumas gotas à água e procure molhar a parte inferior das folhas de suas orquídeas. É nessa parte que se encontram os estômatos que realizam a absorção de água e nutrientes.

Pragas e doenças

Se suas plantas estiverem sendo cultivadas de forma adequada dificilmente serão atacadas por pragas e doenças. Estarão mais resistentes. Um exemplo é que caso não haja excesso de umidade, dificilmente fungos irão atacá-la.

Nunca corte o cabinho da flor

As orquídeas do gênero Phalaenopsis sempre florescem de novo a partir das hastes antigas. Corte a haste floral apenas no caso de a planta secar o cabinho por conta própria. Enquanto ele estiver verde, deixe-o na planta.

Não jogue fora o vaso

As pessoas pensam que as orquídeas morrem depois de dar flor. Isso não é verdade. Em alguns meses elas florescerão novamente. Algumas espécies do gênero Phalaenopsis, por exemplo, chegam a florir até três vezes por ano. (Com informações do blog.plantei.com.br)

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Essencial é ter Compaixão

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Bruno Armanhi no Haiti Foto: Divulgação

Difícil mesmo foi iniciar essa história. Geralmente, para escrever uma matéria, unimos os fatos, personagens, suas experiências e tentamos da melhor maneira descrevê-los.

Mas, dessa vez, não teria como simplesmente descrever esses fatos sem colocar meus sentimentos.

Ao escrever esse texto, queria demostrar todas as emoções que senti ao escutar os relatos. O aperto no peito e os olhos marejados.

Quando contei em palavras algumas coisas para minhas colegas, senti que a forma que descrevi tocou o coração delas, assim como quando o Bruno me contou e tocou o meu.

Vamos lá! Espero que as histórias também toquem o seu coração e, de alguma forma, mudem a sua forma de enxergar a vida.

Bruno Armanhi, é de Londrina, Paraná. Iniciou seu ciclo de Missões aos 21 anos. Depois de passar por momentos muito conturbados como usuário de drogas, teve seu coração tocado e resolveu mudar.

Ele atribui sua mudança ao poder do amor de Deus. Hoje, com 30 anos, o paranaense viaja para diversos locais do Brasil e fora dele.

Quando foi para Juazeiro do Norte, no Ceará, em sua primeira missão, viu que seus projetos de vida fariam sentido de uma maneira que ele nunca imaginou.

Sempre sonhou em viajar pelo mundo e, há 4 anos, viaja. Mas não em forma de passeio, mas para pregar e ajudar as pessoas. Decidiu largar a faculdade, o emprego e doar seu tempo para as missões.

Participa do “ComPaixão”, programa da igreja em que congrega. Com o projeto, vai pelo menos duas vezes ao ano para o Maranhão e Piauí. Nas viagens, a equipe formada por voluntários de qualquer área de atuação, como enfermeiros, médicos ou professores, leva alimentos, medicamentos, além de fazer documentação e casamentos comunitários.

Mas o foco principal são as crianças. Por isso, além dos suprimentos, arrecada roupas e brinquedos.

Bruno relata que sempre foi muito extrovertido e, por isso, foi incumbido de ser o palhaço da equipe. Literalmente, como ele mesmo diz. Leva alegria e tenta despertar sorrisos nos lábios das crianças que não têm tantos motivos para isso.

Além das missões locais, o projeto abrange países como a África e o Haiti. E, aí sim, os relatos são mais chocantes.

“Quando assistimos a programas na televisão mostrando aquela realidade, pensamos, ‘Ah!, não deve ser bem assim’. E não é! É muito pior,” comenta ele.

Em sua pele tem tatuada a bandeira do Brasil unida à do Haiti. Local que ele considera sua segunda casa.

Foram muitas experiências no local. Quando o projeto chegou lá, as necessidades eram muitas. A maioria das crianças se alimentava uma vez por dia, quando se alimentava.

Hoje, o projeto mantém nove orfanatos, com um total de 600 crianças órfãs ou abandonadas alojadas.

Entre os relatos chocantes, dois se sobressaem. No primeiro, ele fala sobre uma vez que avistou cinco crianças brigando dentro de um dos orfanatos, que na época não tinham o projeto instalado. Quando chegou mais perto, viu que brigavam por causa de uma folha de papel. Espantou-se quando percebeu que a folha serviria como o único alimento que elas teriam naquele dia.

O segundo é sobre uma menininha resgatada pela equipe do orfanato. Acostumada a passar fome, viu no local a oportunidade de isso nunca mais acontecer. Porém, em um dia, ela se escondeu na cozinha e acabou comendo muitos doces escondida. Como no Haiti existem inúmeras doenças e ela estava fraca, acabou morrendo.

Mas nem só de tristezas são feitas essas histórias, hoje, as crianças do orfanato têm abrigo, alimentação cinco vezes ao dia, escola e roupas.

E, no final do ano, é realizada uma grande festa em comemoração ao Natal, com comida, música e oração. A alegria de Bruno é ver cada criança sorrir e poder apresentar Jesus àquelas pessoas.

Os inquilinos do orfanato podem ficar no local até completarem 18 anos, e são mantidos através de doações.

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Jovens missionários

Jonas Santos, de 22 anos, é lageano. Filho de Pastor, sempre presente no ministério e escutando sobre as dificuldades encontradas pelas pessoas aqui e fora do Brasil, assim que pode, participou de uma missão. No final de 2014 foi para a África, e relata que mudou sua visão depois da experiência. Esteve em Ouagadougou, capital de Burkina Faso, uma das 8 cidades mais pobres do mundo, na África.

Junto com a Missão Desafio, do Pastor Edson Teixeira, chegou à base missionária durante a noite. Ao acordar, deparou-se com muitas crianças na rua, que demostravam certa curiosidade e medo. Depois que eles se aproximaram e demostraram afeto, as crianças ficaram totalmente apegadas. “Elas nos viam como uma esperança para sair dali.”

A vida é totalmente diferente que no Brasil. Ele, como jovem, comentou que se espantou, por perceber que sempre teve tudo em mãos, enquanto aquelas crianças não têm nada.

“Antes do projeto chegar lá, era normal as crianças se alimentarem de barro ou estrume de vaca.”

As pessoas se deslocavam mais de 11 quilômetros até outras aldeias para buscar água suja, além de se alimentarem apenas aos sábados. Hoje, algumas aldeais contam com poços artesianos, escolas e recebem alimentos através do projeto.

Uma das situações que mais chocou Jonas, foi durante um almoço feito para os missionários, no qual tinha uma pasta feita de farinha de arroz. “Enquanto eu comia, vi uma mãozinha indo e voltando. E comecei a observar que toda vez que eu colocava a colher na boca, uma menininha colocava um punhado de terra na dela. Em uma forma teatral, para achar que estava comendo”. Ele foi buscá-la para dar o alimento e ela se enrolou em seu pescoço. “Foi muito difícil para ela me largar, é muito triste saber que não sabemos até quando ela, por exemplo, vai aguentar.”

Doações

No Brasil, existem vários projetos que ajudam cidades daqui ou do exterior.

A missão da qual Bruno participa é, segundo ele, uma missão de amor, não de religião. Tanto é que qualquer interessado pode participar.

Todos podem ajudar a arrecadar suprimentos, roupas e medicamentos, esses que são tão difíceis por precisarem de receita, fazer doações em dinheiro e viajar com o grupo.

Bruno também faz pulseiras para vender e arrecadar verba para o projeto.

Mais detalhes podem ser encontramos no site:

Home

Ou no Instagram do Bruno: @brunoarmanhi

Além de ressaltar que toda ajuda é bem-vinda, Bruno finaliza: “A missão começa em casa, com a família, seus vizinhos, na sua cidade”.

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