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Viver bem: As crianças precisam de calçados adequados

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Foto: Esquisitinho.com.br/Divulgação

Andar descalço é uma excelente medida para livrar-se do estresse, relaxar. Melhor ainda se puder pisar na terra e sentir a natureza. Mas, se esta atitude de um lado é saudável, o que fazer com a possibilidade de contaminação por bactérias e vermes que existem na terra ou na areia? Quando se trata de criança andar descalça, a situação é ainda mais preocupante.

O lugar onde a criança anda descalça é preciso ser limpo, uma vez que vários tipos de vermes entram pelos poros dos pés ou por algum ferimento exposto. A “larva migrans” é um dos exemplos mais comuns.

Ocorre quando se pisa em terreno contaminado com fezes de animais. Nos ambientes rurais e sem saneamento, a atuação desses bichinhos não costuma se restringir apenas à lesão na pele. Os vermes acabam fazendo dela a porta de entrada para se chegar ao intestino e causar dores de barriga, diarreias e outras complicações.

Algumas larvas são capazes de provocar desde uma infecção banal até uma perda crônica de sangue pelas fezes. Todos esses males têm uma ação mais violenta entre crianças desnutridas e contribuem demais para o agravamento de sua condição.

Por tudo isso é que as mamães costumam não se descuidar de seus pequenos e, praticamente desde que nascem, as crianças usam sapatinhos. Em princípio, calçar uma criança parece coisa simples, mas os especialistas alertam que até nisso é preciso certos cuidados. As alergias, micoses e até o pé-de-atleta podem surgir a partir do uso de sapatos inadequados.

Podem surgir manchas vermelhas ou brancas que descamam; provocando até rachaduras que coçam e se alastram, caso não sejam tratadas com remédios adequados geralmente indicados pelo dermatologista ou pediatra (e lembrem-se: nada de automedicação).

Tem ainda outro agravante, geralmente os pequenos burlam a vigilância da mãe e não enxugam bem os pés, após o banho, e vão logo colocando os sapatos ou tênis. A umidade e o suor entre os dedos criam um ambiente propício para o aparecimento de vários tipos de fungos, que dão origem a doenças incômodas.

Também é muito comum a desidrose, pequenas bolhas que fazem a pele descamar. Ocorre principalmente entre pessoas que transpiram demais entre os dedos dos pés e mãos. Para controlar a situação, no caso dos pés, uma opção bem simples é usar meias (de algodão, preferencialmente).

Poucas pessoas sabem o quanto uma peça tão elementar do vestiário pode ser útil para garantir a higiene do pé e prevenir contra o surgimento de algumas doenças. A dica vale para adultos e crianças.

As mamães devem verificar se as meias estão bem secas, limpas e sem resquícios de sabão. O ideal é que sejam ligeiramente folgadas na ponta dos pés. Lembre-se de que certos bebês apresentam alergias as meias de seda, de náilon ou de lã, ficando com bolinhas vermelhas na pele.

O contato direto da pele com o couro, a borracha ou o plástico do calçado facilita o aparecimento de eczemas de contato, espécie de irritação cutânea devido a uma reação alérgica. Neste caso, é fundamental a visita ao médico para que sejam feitos testes a fim de avaliar qual é o calçado mais adequado ao pequeno.

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Piloto de moto fica gravemente ferido

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Fotos: Águia 04/Divulgação

O helicóptero Águia 4 foi acionado para prestar suporte aéreo a uma vítima de acidente neste domingo (24). Um piloto que praticava motocross ficou gravemente ferido após acidente, no interior do município de São José do Cerrito, na Serra Catarinense. A identidade da vítima não foi divulgada.

No local, a equipe médica do Samu verificou que a vítima apresentava Traumatismo Cranioencefálico (TCE) grave. Com isso, foi conduzido para Lages, pelo helicóptero. O trajeto durou apenas em apenas 10 minutos, sendo que, por solo, o tempo de deslocamento aproximado seria de 50 minutos, devido ao local ser de difícil acesso.

A equipe do Águia 4 salienta que com o apoio do helicóptero, é possível levar uma espécie de UTI até o local do acidente. Além disso, uma a equipe médica do Samu, equipamentos especiais e medicamentos, que, aliado ao curtíssimo tempo, poderão influenciar de maneira muito positiva na recuperação do paciente.

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Mais de 250 mulheres precisaram de proteção da Polícia Militar

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Foto: Andressa Ramos

Lages é conhecida por ser uma cidade machista e com alto índice de casos de violência contra a mulher. Por diversos fatores, como medo e insegurança, muitas das vítimas não conseguem denunciar seus agressores. Porém, a denúncia é importante para garantir que menos mulheres sejam agredidas e que os homens se conscientizem de tal fato covarde.

Prova de que a cidade tem números altos de violência à mulher, é o número de medidas protetivas que a Polícia Militar, por meio da Rede Catarina de Proteção à Mulher, acompanha. De fevereiro, mês do lançamento do programa na cidade, para cá, 258 mulheres foram atendidas; destas, 35 ainda estão em acompanhamento. 65 falaram aos policiais que não seriam mais necessárias as visitas, já que oficializaram as separações ou reataram.

A Rede Catarina entra em ação depois de receber, do Judiciário, as medidas protetivas. E a atenção não é voltada apenas à mulher, mas, também, ao agressor, a fim de saber se está cumprido o que é determinado pela medida, como ficar longe da mulher.

Na rede, atuam dois policiais, sendo uma mulher e um homem, para que na hora do atendimento possam conversar com vítima e agressor. As visitas acontecem nas casas onde estão os dois, para saber como está o relacionamento. C

aso o agressor seja visto novamente na casa da mulher, repetindo o crime ou chegando perto da casa sem o consentimento da mulher, pode ser preso. Desde abril, descumprir decisão judicial de medidas protetivas de urgência prevê pena de detenção de três meses a dois anos.

O coordenador da Rede de Catarina de Proteção a Mulher na cidade de Lages e Região, sargento Goedert, explica que a Rede Catarina trabalha em parceria com outros órgãos. “Periodicamente, nos reunimos para alinhar procedimentos.”

Diariamente, em média, a Polícia Militar recebe de quatro a cinco medidas protetivas para o acompanhamento. O sargento acredita que o número cresce devido ao sentimento de empoderamento das mulheres e, depois poderem contar com o apoio da Polícia Militar. “Depois que a Rede Catarina foi implantada, elas sabem que têm esse amparo. É importante que estejam empoderadas para denunciar”, ressalta.

Descumprimento de Medidas Protetivas de Urgência

Art. 24-A. Descumprir decisão judicial que deferiu medidas protetivas de urgência previstas nesta Lei:

Pena – detenção, de 3 (três) meses a 2 (dois) anos.

  • 1o A configuração do crime independe da competência civil ou criminal do juiz que deferiu as medidas.
  • 2o Na hipótese de prisão em flagrante, apenas a autoridade judicial poderá conceder fiança.
  • 3o O disposto neste artigo não exclui a aplicação de outras sanções cabíveis.

Art. 3o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 3 de abril de 2018; 197o da Independência e 130o da República.

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Tanque é alvo de vandalismo

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Uma impressora foi encontrada dentro da água - Fotos: Divulgação

Notícia atualizada às 18 horas

O Parque Jonas Ramos, o Tanque, no Centro de Lages, foi alvo de vândalos na madrugada domingo (24). Além de latas, garrafas e cacos de vidro espalhados pelo parque, dentro da água havia até uma impressora.

Em seu perfil no Facebook, o secretário do Meio Ambiente de Lages, Euclides Mecabô, lamentou a depredação e disse: “Isso representa uma falta de consciência da importância dos equipamentos públicos.”

Para o secretário, estes danos provocam prejuízos para o patrimônio público. A ideia é que a comunidade ajude nesses casos, denunciando quando possível. Ele ressalta que tem câmeras de segurança no local, e rondas da Polícia Militar. Porém, mesmo assim, não inibe esse tipo de ação. As providências serão tomadas junto aos órgãos competentes para que se possa identificar as pessoas e, posteriormente, fazê-las responder pelos atos.

Ainda de acordo com Mecabô, a impressora da marca HP pode ter sido furtada, pois o equipamento tem indícios que estava sendo usado, já que tinha o cartucho de tinta. “Pela aparência, não é era sucata,” acrescenta.   

Esta não é a primeira vez que a praça é atingida por atos de vandalismo e até de violência. Em fevereiro deste ano, a comunidade lançou uma página no Facebook, denominada  “Salve o Tanque de Lages”, com o objetivo de pedir às autoridades  que dêem mais atenção ao espaço que é um dos principais pontos de lazer do lageano e também, um cartão-postal da cidade.

 

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