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Violência contra a mulher é combatida

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A violência contra a mulher pode ser física, mas há vários outros tipos - Fotos: Susana Küster

A violência contra a mulher revela números preocupantes no Brasil. Dados divulgados em agosto, pelo Ministério dos Direitos Humanos (MDH), revelam que de janeiro a junho deste ano foram recebidas 79.661 denúncias na Central de Atendimento à Mulher, que funciona através do número 180. O telefone recebe ligações 24 horas por dia, em todos os dias da semana, incluindo feriados e fins de semana.

Com o objetivo de combater a violência contra a mulher, a Paróquia Nossa Senhora do Rosário, em Lages, em parceria com o Clube Soroptimista, aderiu a um projeto da ONU que definiu o dia 25 de cada mês como um “dia laranja”. Em todo o mundo, agências das Nações Unidas e organizações da sociedade civil utilizam esses dias para dar mais visibilidade às questões que envolvem o combate à violência contra a mulher.

A igreja promove palestras com entrada gratuita, todo dia 25 de cada mês, no salão paroquial. A ideia, segundo o padre José Virgílio da Silva, é combater a violência contra a mulher, debatendo temas diversos. Apesar de as palestras ocorrerem na igreja, pessoas de todas as religiões são convidadas, pois o trabalho é ecumênico.

O padre ressalta que é importante que cada um busque, na sua realidade, o que precisa ser mudado para que as mulheres não sofram violência física, moral, sexual e todo tipo de agressão, pois há diversas facetas.

“Há muito machismo e precisamos combater isso. Na vida de igreja também acontece exclusão. Por exemplo, direcionar a mulher para a cozinha na preparação de alimentos para as festas da paróquia é errado, pois o homem pode e deve cozinhar”.

“Precisamos cada vez mais parceiros para combater a violência contra a mulher”, Padre Jose Virgílio da Silva

Debater mais

Para aumentar o combate à violência contra a mulher, a paróquia, em parceria com o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd), também atua nas escolas. “O material do Proerd é contemplado com este assunto para reflexão das crianças e adolescentes.”

Nas aulas de catequese, também se discute a questão. O padre reforça que é preciso que a nova geração tenha consciência do que é violência contra a mulher. “Dessa forma, vamos mudando nossa realidade.” O objetivo é que no ano que vem sejam feitas parcerias com a sociedade civil organizada para que também participem de ações que combatam esse tipo de violência.

Programação

  • Dia 25 de setembro (terça-feira)

19h30

Palestrante: José Eroni Medeiros

Tema: Atribuições do Conselho Tutelar

  • Dia 25 de outubro (quinta-feira)

19h30

Palestrante: Clenilson da Silva

Tema: Relacionamento Familiar

  • Dia 1º de dezembro (sábado)

19h30

Palestrante: Dra Claudia Waltrick Barbosa

Tema: Frustração

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