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Unidades Básicas de Saúde terão mais 10 médicos

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No Santa Helena, a população, de aproximadamente 12 mil pessoas, foi dividida em três áreas - Foto: Bega Godóy

Conseguir uma consulta com médicos das Unidades de Saúde de Lages pode levar de um a três meses. Isso porque faltam médicos em algumas áreas. O quadro estava completo até dezembro, segundo informações na Secretaria Municipal de Lages, mas 10 deles pediram exoneração, pois passaram nas provas de residência.

“Para contratar tem que ser por meio de concurso ou por processo seletivo. Optamos pelo processo seletivo por ser mais rápido. Os médicos já estão se apresentando para trabalhar”, explica a Secretária da Saúde, Odila Waldrich. Para isso acontecer, Odila acredita que levará no mínimo 30 dias.

Segundo ela, assim que forem vencidos os trâmites burocráticos, os novos profissionais serão alocados. Não há definição do local onde vão trabalhar, pois depende da demanda de cada unidade. O Bairro São Francisco é um que está desassistido (o profissional pediu transferência e, atualmente, é atendido pelo médico de produção)  vai receber um dos 10 contratados, garantiu a gestora.

O ideal, de acordo com Odila, para suprir as necessidades da cidade, seriam 40 médicos. Com os novos contratados, o quadro ficará com 37 profissionais. .

Quadro

As 27 Unidade Básicas de Lages contam, ao menos, com um médico concursado. Ele atende os pacientes de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h. São os chamados Médicos da Família que fazem as visitas às casas dos moradores e também planejam ações relacionadas à saúde e atendem urgência e emergência.

O problema é que alguns postinhos atendem a mais de uma área e isso acontece quando a abrangência é enorme. Assim, a população será dividida por área, caso da Unidade do Santa Helena que tem 12 mil habitantes cadastrados e precisou ser dividida em três áreas.

Quando falta o profissional (de 40 horas) para cobrir a Unidade, a Secretaria de Saúde contrata o médico de produção. Esse médico vai atender à demanda diária da Unidade, durante cinco dia da semana. “Atende e vai embora. Recebe pelo que produz, normalmente, são 20 pessoas”, explica.

Segundo a secretária de Saúde de Lages, Odila Waldrich, as pessoa querem o médico de 40 horas que troca receita, faz as visitas, dá atenção, examina e pede exame. “Essa dificuldade de ter médicos de 40 horas nós estamos enfrentando.

Mas quando dizem que não tem médico na unidade, não é verdade. Não tem em algumas áreas. Todas as unidades têm médico, só não tem o médico que fica até as 17h”, argumenta.

Bairros que têm apenas um médico

São Francisco, São José, Vila Nova, Caça e Tiro e Universitário

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Carro invade loja após acidente, em Lages

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Fotos: Divulgação

Um carro invadiu uma loja de materiais elétricos por volta das 20h50 de terça-feira (17). O condutor de veículo Citroen C4, perdeu o controle da direção após se envolver em um acidente com um Honda Civic, no cruzamento das Ruas Marechal Deodoro e Cândido Ramos, no Centro de Lages. Os condutores que não tiveram a identidade divulgada, não se feriram.

Segundo a Polícia Militar, o Citroen seguia pela Rua Marechal Deodoro, sentido Centro/Bairro, quando teve a lateral atingida por pelo Honda, que teria invadido a preferencial.

Com o impacto, o motorista do perdeu o controle do carro, foi parar dentro da loja Fendamix . Grades e vidros foram arrancados.

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Princípio de incêndio assusta moradores do Vila Esperança

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Foto: Patrícia Vieira

Um princípio de incêndio assustou os moradores da Rua Fernando Machado de Souza, no loteamento Vila Esperança, no Bairro Guarujá, em Lages, na manhã desta quarta-feira (18).

O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 8 horas, porém quando chegou ao local, o fogo já havia sido controlado, sem maiores danos. Apenas a proprietária da casa estava no local no instante do incêndio. Ela conseguiu sair de casa e pedir ajuda. Ninguém se feriu.

Segundo a moradora, Noeli da Silva Leodoro, de 59 anos, o  fogo começou em um dos cômodos da casa e a suspeita é que a parte elétrica tenha ocasionado o incêndio, porém, será necessária a perícia para confirmação.

 

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“Não teve como reverter”, diz médico sobre morte de paciente

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O Pronto Atendimento tem sofrido com a superlotação, o que acaba sobrecarregando o trabalho da equipe de médicos e enfermeiros - Foto: Adecir Morais

O diretor técnico do Pronto Atendimento de Lages, Pedro Iung disse, nesta terça-feira (17), que a equipe que atua na unidade fez de tudo para evitar a morte de uma mulher, de 55 anos, que deu entrada no local, na última segunda (16). Ele narrou a cronologia dos fatos e garantiu que todo o atendimento foi feito dentro do que determina o protocolo de atendimento.

De acordo com ele, a paciente, que morava em São José do Cerrito, chegou na unidade às 14h47, trazida por familiares. Às 14h51, passou pelo setor de enfermagem, quatro minutos mais tarde, recebeu atendimento de médicos e enfermeiros na sala de emergência. Ela morreu após sofrer uma parada respiratória, depois de sucessivas manobras na tentativa de reanimá-la.

Pedro afirmou que a mulher deu entrada na unidade em estado grave e com sintomas de infarto. No setor de emergência, recebeu todo o atendimento necessário. “A paciente chegou em estado gravíssimo, não teve como reverter [a morte]”, declarou o diretor, salientando que a mulher tinha histórico de pressão alta, diabetes, tabagismo e infarto.

Em relação a uma possível queda da paciente enquanto recebia atendimento, o diretor destacou que, ao tentar levantar-se da maca, ela foi acudida por uma enfermeira, mas “escorregou” e ficou de “joelhos no chão”, sendo socorrida imediatamente pela equipe de enfermagem.

“Em absolutamente nenhum momento a paciente ficou sozinha ou deixou de ser atendida. Infelizmente, a morte aconteceu em decorrência do problema cardíaco, conforme consta no atestado de óbito”, reforçou uma nota encaminhada pela Secretaria Municipal de Saúde. O CL não conseguiu contato com familiares da mulher.

Onde buscar atendimento

Em Lages, existem dois estabelecimentos que atendem casos de urgência e emergência (Pronto Atendimento e Hospital Nossa Senhora dos Prazeres – HNSP). O diretor explicou que, pelo SUS, quando um paciente apresenta sintomas de infarto, precisa ser atendimento no Pronto Atendimento primeiro.

Nesta unidade, é avaliado o tipo de atendimento que o paciente precisa. Se houver diagnóstico de infarto, o médico encaminha o caso ao setor de emergência do HNSP, referência regional em cardiologia.

A unidade avançada do Samu também pode encaminhar casos de infarto para este setor. Pacientes que vêm do interior, encaminhados com diagnóstico, também são levados para este setor. Todos os atendimentos de urgência e emergência em Lages, exceto os casos de acidente de trânsito, precisam ser atendidos no Pronto Atendimento.

Vale lembrar que esta unidade, tem sofrido nos últimos dias com a superlotação, o que acaba sobrecarregando o trabalho da equipe médica e de enfermagem da unidade. Só nesta terça, havia 26 pacientes aguardando vagas em hospitais do município, sem falar de dezenas de pacientes que esperavam nos corredores.

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