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Um caso de gripe A é confirmado em Lages

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No Hospital Infantil, em dias de pico, cerca de 235 pessoas são atendidas - Foto: Susana Küster

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive), por meio de ofício, confirmou que Lages teve um caso registrado de gripe A (H3N2), neste ano. No ano passado, foram confirmados seis casos, sendo que duas pessoas morreram. No Estado, até o último boletim divulgado pela Dive, na quarta-feira (27), foram confirmados 179 casos, 145 evoluíram para a cura, 14 pessoas morreram e 20 ainda aguardam conclusão da investigação.

Porém, deve existir mais pessoas com o vírus, pois as que são atendidas em consultório particular, não passam pelo mesmo sistema da Dive, então, os casos de gripe A, não são informados. Quando se é atendido através do hospital ou pelo pronto atendimento, os dados são coletados pela Secretaria Municipal de Saúde, por meio de formulários padronizados (ficha de notificação e investigação), e inseridos no Sistema de Informação de Agravos de Notificação online (Sinan).

As amostras laboratoriais são coletadas e encaminhadas para a análise no Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (Lacen/SC) somente nos casos hospitalizados que atendam à definição de caso de gripe A.

Para monitorar as ocorrências, a Dive divulga alertas e boletins epidemiológicos, além de promover treinamentos para profissionais de saúde, campanhas de prevenção e distribuição de materiais de comunicação.

Movimento aumenta nesta época

Os dias mais frios trazem, também, aumento no número de atendimentos no Pronto Atendimento Municipal de Lages e nos hospitais de Lages. O número de atendimentos no pronto socorro cresce cerca de 30%, com fluxo normal, a quantidade de pessoas por dia no local é 250 e, ultimamente, tem chegado a 320.

Segundo o responsável técnico e médico da Secretaria Municipal de Saúde, Pedro Iung, no pronto socorro há cerca de 15 pacientes esperando uma vaga para internamento no Hospital Tereza Ramos. Há muitos casos de problemas respiratórios, como bronquite, gripe, infecções respiratórias e outros. “Mas, até agora, não houve casos da gripe H1N1”.

A situação é a mesma no Hospital Infantil Seara do Bem. O fluxo aumenta no final de abril e vai diminuindo, até voltar ao normal, em agosto. Nos dias de pico, são atendidas cerca de 235 pessoas, segundo a gerente assistencial, Fernanda de Matia. A maioria dos casos também se refere a problemas respiratórios, como amidalite, bronquiolite, sinusite, rinite, pneumonia, entre outros.

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