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Trote de Fisioterapia da Uniplac repercute nas redes sociais

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Fotos: Reprodução/ Divulgação

O trote do curso de Fisioterapia da Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac) está repercutindo. Nele, a tarefa era a de postar uma imagem criada pelos veteranos, que contém a frase “Em terra de calouro, veterano é rei!” e a foto de uma professora de português da universidade com a hashtag “#OsSem…”. (O nome da docente foi preservado).

Os calouros dizem que não foram obrigados a trocar a capa do perfil do Facebook, porém, a maioria optou pela troca. Apesar dos envolvidos argumentarem que o objetivo era de valorizar a professora, nem todos entenderam o objetivo da postagem.

Calouros ouvidos pela reportagem do Correio Lageano disseram que foi uma brincadeira e que a ideia era valorizar a professora citada, porque os novos estudantes não terão aula com ela e dessa forma teriam mais “facilidade” para cursar fisioterapia. Também, esperam que os veteranos resolvam e que as pessoas “não levem pelo lado ruim, pois todo mundo sabe que isso não passa de brincadeira, sem calúnias diretas”.

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Uma acadêmica veterana disse, em nome da turma, que a intenção era valorizar a professora, que sempre deu intensivo de português, mas, neste ano, não dará aula para a primeira fase do curso de Fisioterapia. “Ela é temida, mas a gente gosta dela, ela faz falta”, justificou, completando que a ideia da postagem é um castigo aos calouros que terão “moleza”, pois não serão alunos dessa professora. A veterana também reclamou que outros cursos fazem isso e não há repercussão.

O reitor da Uniplac, Luiz Carlos Pfleger disse que a universidade é contra qualquer tipo de trote violento e, sobre a postagem dos calouros, conversou com o coordenador do curso. Pfleger entendeu que o objetivo dos alunos era o de valorizar a professora e não o contrário.

O coordenador da Fisioterapia, Tarso Waltrick, entendeu a mensagem repassadas pelos acadêmicos de valorizar a professora, entretanto, ressalta que não foram felizes na forma que a executaram. Porém, em função da repercussão, pediu para que retirassem a imagem dos perfis.

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Manifestação na Avenida Duque de Caxias em apoio aos caminhoneiros

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Estudantes universitários fizeram cartazes de apoio à causa da manifestação

 

Na tarde deste sábado (26), estudantes universitários, motociclistas, professores, empresários, caminhoneiros e a comunidade geral se reuniram em frente à Praça da Bandeira, na Duque de Caxias, em manifestação de apoio à paralisação dos caminhoneiros.

Carros, motos e caminhões seguiram em carreata acompanhados por centenas de pessoas que fizeram o trajeto a pé.

Alguns estavam com os rostos pintados de verde e amarelo, outros batendo panelas, segurando a bandeira do Brasil e todos gritavam pelo fim da corrupção. Muitos que estavam na manifestação chamavam quem passava pela via para se juntar ao protesto.

Além do apoio aos caminhoneiros, a comunidade mais se manifestava pelo fim da corrupção. Ouvia-se indignação dos manifestantes pela situação política e econômica caótica do País.

O empresário Eron Janvanier estava na manifestação e opinou que esta é uma indignação de todo o povo. “Não tem mais condições. Clamamos por um país melhor”.

Outros empresários  presentes reclamavam da alta carga tributária, da alta do diesel e dos pedágios caros e também das novas regras da ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre). Eles relatam que se tornou inviável a atividade.

A carreata começou na Avenida Duque de Caxias, passou pela Humberto de Campos, seguiu pela rua Getúlio Vargas até a BR e o destino era o acampamento dos caminhoneiros às margens da BR-116.

Algumas pessoas da manifestação seguiram pela rua Correia Pinto, no centro, em passeata.

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Carreata em prol dos caminhoneiros, na Avenida Duque de Caxias

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Fotos: Gislaine Couto

Centenas de pessoas se reuniram na tarde deste sábado (26), para apoiar a paralisação dos caminhoneiros. Em Lages, o ato acontece na Avenida Duque de Caxias e se estende até a Rua Humberto de Campos. Confira as fotos:

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Sem gasolina nos postos de Lages

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Na manhã deste sábado (26) não havia mais postos de combustíveis com gasolina e etanol disponíveis nas bombas em Lages. Desde que a paralisação dos caminhoneiros se iniciou o que se viu foi uma corrida aos postos para abastecer os veículos.

Todos os dias a maioria dos postos registrou intensas filas. No Posto Central, que era um dos últimos a ter combustíveis, na rua Correia Pinto, na tarde de sexta-feira (25) havia intensa fila que se estendia até próximo do terminal urbano. Houve casos de espera na fila para abastecer de até duas horas.

Uma das organizadoras da paralisação dos caminhoneiros em Lages, Ana Paula Mendes, destaca que foi liberado um caminhão para abastecer as viaturas das polícias, do Corpo de Bombeiros e também as ambulâncias. Ela ressalta também que foi liberada uma carga de gás para os hospitais e presídio.

Ainda não há previsão para o fim da paralisação dos caminhoneiros, que ocorre em todo o País.

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