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Transferência de ADR de São Joaquim está quase completa

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Foto: Divulgação

Até o final do mês, a Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de São Joaquim será completamente extinta e deixará de funcionar no prédio da rua Domingos Martorano, no Centro da cidade. Até o dia 30, um gerente administrativo permanecerá no prédio e, em seguida, toda a administração passará para a ADR de Lages.

Desde o dia 1º de março, prazo dado pelo governador Pinho Moreira para que as 15 ADRs extintas encerrassem suas atividades, 5 funcionários comissionados da regional de São Joaquim foram exonerados e 25 efetivos foram realocados para outras pastas do Estado.

Dois funcionários permanecem trabalhando no órgão, o gerente administrativo, que faz a transição de patrimônio e fica até o final do mês, e o gerente de infraestrutura, que fica até o final do ano, para dar continuidade às obras em andamento na região.

O secretário executivo da ADR em Lages, João Alberto Duarte, que agora passa a responder também pelos municípios da região de São Joaquim (Bom Jardim da Serra, Urupema, Urubici), explica que há um levantamento de patrimônio em andamento, pelo qual definirão o que será encaminhado a Lages e o que permanecerá no município.

Até o momento, alguns pneus que estavam em estoque foram mandados para as Polícias Militares Rodoviárias de Painel e Palmeira, e computadores foram trazidos para Lages.

No prédio, também funcionam o Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra), o Instituto Geral de Perícias (IGP), parte da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), o Serviço Nacional do Emprego (Sine) e as perícias dos funcionários do Estado na região.

Com a realocação, o governo do Estado deu um prazo de 60 dias para que o Sine saia do prédio, já que a Polícia Militar, unidades de atendimento da Educação Estadual e outra parte da Cidasc passarão a ocupar as salas da antiga ADR.

João Alberto ressalta que a estrutura necessária para atender aos serviços que passarão a ser prestados no prédio será deixada para os órgãos, assim como o auditório, que é bastante utilizado pela comunidade.

O secretário ressalta que a transição foi tranquila e ele já esteve no município algumas vezes para acompanhar as obras e contratos em andamento em São Joaquim. Ele acrescenta que, com a instalação dos órgãos na estrutura, será zerado o pagamentos de aluguéis no município, uma das razões principais para a extinção das agências no Estado.

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Em fevereiro deste ano, como uma das suas primeiras ações como governador do Estado, Pinho Moreira (PMDB) anunciou a extinção de 15 Agências de Desenvolvimento Regional (ADR), com o intuito de trazer economia para os cofres públicos.

Com o fechamentos das agências de Itapiranga, Dionísio Cerqueira, Palmito, Quilombo, Seara, Caçador, Ituporanga, Taió, Ibirama, Timbó, Brusque, Laguna, Braço do Norte, Canoinhas e São Joaquim, a expectativa é que sejam economizados R$ 15 milhões em folhas de pagamento anualmente e R$ 50 milhões até o final do ano, em gastos com aluguel. Foram exonerados 185 funcionários comissionados.

As ADRs foram criadas em 2003, como uma das principais bandeiras de campanha ao Governo do Estado de Luiz Henrique da Silveira, ex-governador e ex-senador, que morreu em 2015.

Anteriormente, eram chamadas de Secretarias de Desenvolvimento Regional, popularmente chamadas de SDRs e, quando criadas, eram 27, mas chegaram a 36. Em 2015, além da mudança de nomenclatura para Agência de Desenvolvimento Regional, haviam sido extintos 242 cargos comissionados, com a intenção, também, de enxugar os gastos com a manutenção das agências.

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