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Tendências para alavancar as vendas de Páscoa

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Ovos podem fugir dos já tradicionais brinquedos para atrair mais consumidores - Foto: Andressa Ramos

Há praticamente um mês da Páscoa, os supermercados e lojas especializadas começaram a colocar à venda os ovos de chocolate. Muitos esperam, inclusive a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab), que com a retomada econômica, o consumidor gaste mais nesse período.

Se for com base nos dados do ano passado, o mercado ainda não é animador. Isso porque, segundo levantamento da Fecomércio, o gasto médio em Lages ficou em R$ 71,31. Uma queda de pouco mais de 30%, comparado a 2016.

Pensando em reconquistar o consumidor, as empresas de chocolate apostam em produtos diferenciados, que vão além da simples característica oval. Na última semana, uma feira foi realizada em São Paulo pela Abicab e apresentou 130 lançamentos de produtos para a Páscoa deste ano.

Desde caixas com chocolates variados, barras gigantes, minibaldes de chocolate, até os ovos tradicionais mesmo, o objetivo é fisgar o cliente pelo atrativo.

Com isso, as fabricantes incrementam não mais com brinquedos somente, mas com eletrônicos como caixinhas de som e fones de ouvido. As marcas focaram em uma variedade de ovos de páscoa e de preços – custarão entre R$ 1,20 e R$ 1.100

A variedade de sabores também aumentou. O chocolate ao leite ainda é um dos preferidos, mas as opções trufadas, recheadas com brigadeiro e até as “gourmetizadas” estão caindo no gosto dos chocólatras. A diversidade busca retomar a produção, que teve queda ano passado.

De acordo com a associação, em 2017, foram produzidas 9 mil toneladas de chocolate para a data, o equivalente a 36 milhões de ovos – foi o pior ano para o setor em três anos. Em 2016, foram 14,3 mil toneladas e 58 milhões de ovos. Em 2015, foram 19,7 mil toneladas e 80 milhões de ovos.

Ainda assim, a Páscoa é um período de compras que movimenta outros setores, inclusive o de vestuário. No resultado das vendas de 2017, a Fecomércio observou que a data teve um incremento no faturamento de 11,87% em relação aos outros meses do ano. Não dá para prever como será o resultado, mas os fabricantes esperam que haja um aumento nas vendas e na produção entre 5% a 20%.

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