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Serranos também devem se proteger do sol

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Foto: Camila Paes

Nem o calor de Belém do Pará, vividos por 42 anos, superou a força do sol da Serra Catarinense para José Valter Albino, de 73 anos. “Aqui o sol é mais quente, mais forte. Uso um creme específico para a pele”.

Está enganado quem pensa que por morar na Serra, uma região onde constuma-se dizer que tem as quatro estações em apenas um dia, que a incidência de raios solares não é tão forte. Pelo contrário, quanto maior a altitude, menor a camada que protege a terra do sol, por isso, a importância de se proteger, principalmente no verão.

Não é só na praia que crianças, jovens, adultos e idosos devem passar o protetor pelo corpo. Em Lages, e nas cidades da Serra, os moradores devem tomar cuidado. O médico dermatologista Décio da Fonseca Ribeiro explica que a Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda a proteção do sol, por meio de protetores, sempre que estiver exposto ao sol.

“A intensidade da irradiação, especialmente UVB, é maior quanto mais se sobe a Serra, quanto mais sobe a Serra, menos proteção natural da camada de ozônio. Essa camada é uma proteção natural do sol, por isso quanto maior a altitude, por isso quanto mais frio, quanto mais alto, as pessoas devem se cuidar mais ainda do sol. Todos nós precisamos do sol para vitamina D, no entanto as pessoas que vivem na agricultura, trabalhadores que vivem no sol, são aqueles que apresentam mais lesões na pele”, reforça o dermatologista.

Tipos de pele

Os fatores de protetor solar dependem dos tipos de pele, pele oleosa e pele seca. Temos seis tipos de pele com relação a exposição ao sol: 1) vermelha, 2) vermelha e bronzea; 3) vermelha e bronzea mais fácil 4) bronzea direto 5) moreno que fica rapidamente bronzeado; 6) negra, as pessoas de fototipo de 1 a 3 são as mais propensas a terem a lesão de pele, são as que mais devem se cuidar. Por isso o uso do protetor na cidade depende do tipo de pele.

Sociedade Brasileira de Dermatologia

A recomendação é de que se use equipamentos de proteção individual (EPI): chapéus de abas largas, óculos escuros, roupas de cubram boa parte do corpo e protetores solares com fator mínimo de proteção solar (FPS) 30. A hidratação constante também faz parte dessas medidas fotoprotetoras, sem esquecer de evitar os horários de maior insolação: das 10h às 16h.

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