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Serra Catarinense tem seis notificações de febre amarela. Uma está em análise

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Foto: Divulgação

A Serra Catarinense registrou seis notificações de febre amarela, entre 1º de janeiro e 5 de março, deste ano. O levantamento está no boletim da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive).

Entre as cidades estão Correia Pinto, São Joaquim e Lages. Com exceção de Lages, os outros dois municípios já descartaram suas únicas notificações. Enquanto Lages, das quatro, uma ainda está em análise.

O boletim sobre a situação epidemiológica da febre amarela, a vigilância de epizootias de Primatas Não Humanos – os macacos – e eventos adversos pós-vacinação, em Santa Catarina, com dados até o dia 5 de março de 2018.

A vigilância de casos humanos é feita por meio da notificação de casos com sintomatologia compatível com a febre. Todo caso suspeito deve ser imediatamente comunicado por telefone ou e-mail às autoridades de saúde (em até 24 horas), por se tratar de doença grave com risco de dispersão para outras áreas do território nacional e internacional.

Nesse período, foram notificados 33 casos suspeitos de febre amarela em Santa Catarina. Desses, um caso foi confirmado por critério laboratorial, 24 foram descartados (oito pelo critério laboratorial e 16 pelo critério clínico epidemiológico). Oito ainda permanecem em investigação:

Classificação

Casos

Óbitos

%

%

Confirmados

1

3

1

50

Autóctones

0

0

Importados

1

100

Descartados

24

73

1

50

Em investigação

8

24

 

 

Total de Notificações

33

100

2

100

Dos oito casos em investigação, cinco tiveram histórico de deslocamento para Áreas Com Recomendação de Vacina nos 15 dias anteriores ao início dos sintomas. Os demais casos ainda estão sem informações quanto aos deslocamentos.

Nenhum dos casos suspeitos em investigação tinha sido previamente vacinado contra a febre amarela.

O caso confirmado de febre amarela é de um residente do município de Gaspar, com histórico de viagem para o município de Mairiporã/SP, o que caracteriza um caso importado.

 

Fonte: Governo do Estado

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