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Seminário debate dificuldades do setor de sementes

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Seminário aconteceu no auditório caverna do CAV - Foto: Susana Küster

Levantamento da produção de Santa Catarina e as perspectivas da qualidade das sementes para a realização de um diagnóstico. Esses foram alguns dos objetivos do 1º Seminário de Sementes de Santa Catarina, que começou nesta quinta-feira (3) e termina sexta (4), no Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV).

Representantes do Ministério da Agricultura e da Cidasc estiveram no evento para levantar as dificuldades do setor e discutir as possibilidades de resolução dos problemas. Entre os desafios, está a preservação da pureza genética das sementes diante do aumento da produção, além da qualidade fisiológica associada à germinação e a qualidade sanitária.

“Precisamos de políticas de investimento dos órgãos governamentais para que, no futuro, a médio prazo, tudo seja viabilizado”, explica a engenheira agrônoma e doutora em ciências de sementes, Cleide Maria Medeiros Coelho, que também é a coordenadora do seminário.

Um dos palestrantes do evento foi o engenheiro agrônomo da Coopercampos, Marcos André Paggi. Ele falou sobre a plantação de sementes de grandes culturas e forrageiras. Ele aponta outro grande problema do setor, a produção de sementes, por meio de uma prática chamada de “pirataria”.

O profissional explica que 65% das sementes cultivadas em Santa Catarina são certificadas, fazendo com que a qualidade e produção sejam melhores. No Rio Grande do Sul, o percentual é inverso, 65% das sementes são feitas pelos produtores.

“Eles perdem na germinação e na distribuição de sementes, acham que economizam se não comprarem sementes padronizadas e selecionadas, mas depois, acabam gastando bem mais”, reflete. Para ele, falta fiscalização das autoridades e as sementeiras precisam adotar os procedimentos necessários quando verificarem sementes fora da padronização.

Produção

Segunda maior produtora de sementes do Brasil, a Coopercampos faz 1,8 milhão de sacas de sementes por ano. Com germinação de alta qualidade, o engenheiro agrônomo da cooperativa, Marcos André Paggi, garante que o produtor tem potencial de uma produtividade lucrativa.

“Hoje, a cooperativa produz soja e cereais, como trigo, aveia preta, aveia branca, centeio e capim sudão. Somente de aveia são seis mil toneladas. De milho, são 600 mil toneladas, fora as outras culturas que fazemos no Mato Grosso do Sul. Em Santa Catarina, 45 mil hectares estão cadastrados.

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Fornecimento de gás natural em rede pode ser afetado pela paralisação em algumas cidades

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Foto: Divulgação

Em virtude da paralisação promovida por motoristas de caminhão que corre em todo país, a SCGÁS tranquiliza seus consumidores e informa que o abastecimento com gás natural veicular (GNV) aos postos de combustíveis, em sua maioria, não será prejudicado pelas paralizações. Os segmentos industrial, comercial e residencial também não serão afetados.

A SCGÁS atende atualmente 132 postos em Santa Catarina, e apenas nove deles podem ter suas atividades de fornecimento de gás natural afetadas, por serem atendidos pelo modal de gás natural comprimido – nesta alternativa de mercado, o gás natural é retirado da rede e transportado por caminhões até os postos. Os demais clientes do segmento veicular da SCGÁS são abastecidos por meio de redes canalizadas, o que garante fornecimento contínuo e ininterrupto.

Os estabelecimentos possivelmente prejudicados foram alertados pela Companhia, e terão seu abastecimento restabelecido gradativamente ao término da greve. Abaixo, a lista de postos atendidos que podem ser afetados:

  •        Posto AO Petrolages – Lages;
  •        Posto BR 4R – Rio do Sul;
  •        Posto BR Oenning – Braço do Norte;
  •        Posto IP Furnas Sombrio – Sombrio;
  •        Posto BB Fratelli São João do Sul – São João do Sul;
  •        Posto BB Guarujá – Lages;
  •        Posto Neogás Hoffmann – Orleans;
  •        Posto Neogás Michells Beach – Imbituba;
  •        Posto BB MIME 14 – Pouso Redondo;

O GNV, que proporcionava elevados percentuais de economia em relação aos combustíveis líquidos, abriu vantagem ainda maior frente aos seus concorrentes nos últimos dias. Após as altas recentes, com base nos preços médios da ANP em Santa Catarina, o gás veicular passou a apresentar 56% de vantagem comparado à gasolina e 66% em relação ao etanol. Em termos práticos, abastecendo R$ 30 de cada combustível, o motorista anda 65 km utilizando etanol, 82 km com gasolina, e 189 km rodando com GNV.

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Pontos da BR 116 com manifestação em Santa Catarina e Paraná

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Foto: Susana Küster

BR 116 em Santa Catarina:

 

Mafra:

Km 7: ambos os sentidos liberados para veículos leves, ônibus, veículos de emergência e caminhões com carga viva, sem registro de lentidão. Há paralisação de caminhões e carretas em acostamentos por aproximadamente 3 km em cada sentido.

 

Papanduva:

Km 54: ambos os sentidos liberados para veículos leves, ônibus, veículos de emergência e caminhões com carga viva. Caminhões parados no trevo de acesso ao município.

 

Santa Cecília:

Km 138: RODOVIA TOTALMENTE INTERDITADA

Km 141: RODOVIA TOTALMENTE INTERDITADA

Km 143: RODOVIA TOTALMENTE INTERDITADA

 

Ponte Alta do Norte:

Km 166: RODOVIA TOTALMENTE INTERDITADA

 

Correia Pinto:

Km 217: RODOVIA TOTALMENTE INTERDITADA

 

Lages:

Km 245: ambos os sentidos liberados para veículos leves, ônibus, veículos de emergência e caminhões com carga viva. Veículos de carga estacionados em pátio de posto de combustível, não há registro de lentidão.

 

BR 116 no Paraná:

 

Curitiba:

Km 115: interditado para veículos de carga, os mesmos estão estacionados em acostamento, ambos os sentidos. Restante de veículos trafegam normalmente.

 

Fazenda Rio Grande:

Km 125: interditado para veículos de carga, os mesmos estão estacionados em acostamento, ambos os sentidos. Restante de veículos trafegam normalmente;

Km 127: interditado para veículos de carga, os mesmos estão estacionados em acostamento, ambos os sentidos. Restante de veículos trafegam normalmente.

 

Mandirituba:

Km 135: pista norte interditada e tráfego desviado para acostamento, tráfego da pista sul permanece sem obstrução. Não há registro de lentidão;

Km 152: ambos os sentidos liberados para veículos leves, ônibus, veículos de emergência e caminhões com carga viva. Veículos de carga estacionados em pátio de posto de combustível e faixa de domínio, não há registro de lentidão.

 

Quitandinha:

Km 166: ambos os sentidos liberados para veículos leves, ônibus, veículos de emergência e caminhões com carga viva. Veículos de carga estacionados em pátio de posto de combustível, não há registro de lentidão.

 

Campo do Tenente:

Km 191: ambos os sentidos liberados para veículos leves, ônibus, veículos de emergência e caminhões com carga viva. Veículos de carga estacionados em pátio de posto de combustível, não há registro de lentidão.

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Taxistas aderem movimento de caminhoneiros

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Foto: Divulgação

Os taxistas de Lages fizeram uma carreata na tarde desta quinta-feira (24) em apoio a greve dos caminhoneiros. Eles seguiram em direção ao Posto Ampessan, no entroncamento das BRs 116 e 282. Depois de conversarem com manifestantes foram até o Posto Palmeira e em seguida retornaram para o Sindicato dos Taxistas, entidade que organizou a carreata.

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