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Reforma da Previdência recebe apoio da entidade

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Foto: Divulgação

Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc) defende a Reforma da Previdência e a aprovação das novas regras de aposentadoria. Para deixar clara esta posição e elucidar pontos que trarão benefícios para o desenvolvimento econômico, a entidade lança uma campanha que vai atuar junto aos seus associados, mais de 34 mil empresas, redes sociais e veículos de comunicação.

Para o presidente da Facisc, o empresário Jonny Zulauf, não cabe, nesse momento, discutir sobre a veracidade de desmandos administrativos da Previdência ou da legitimidade do processo legislativo da Reforma, mas apoiar a mudança que está por vir.

Há décadas, a perspectiva de homens e mulheres no mercado de trabalho era diferente da atual realidade. O aumento da expectativa de vida, mudanças na demografia com o envelhecimento da população e a queda da taxa de fecundidade mudam o cenário dos anos 60, 70 e 80. A idade média de aposentadoria no Brasil é de 59,4 anos, uma das mais baixas do mundo. “O aposentado se afasta cedo do mercado de trabalho e cabe à empresa substituir essa mão de obra”, explica.

O texto que está para ser aprovado também prevê outras mudanças, como alterações que visam ao fim das condições especiais de certas categorias, melhores condições de vida de trabalho nas áreas rurais, desvinculação da pensão por morte do salário mínimo, assim como dos benefícios assistenciais.

A Federação está mobilizada na cobrança de posicionamento coerente dos parlamentares em benefício da sociedade. Também está atuando junto ao ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, Carlos Marun.

ACIL

A Associação Empresarial de Lages (Acil), também se posiciona a favor da reforma da previdência. Os empresários entendem que a reforma é necessária para que o Brasil supere a crise e que não irá prejudicar os trabalhadores. “A reforma da previdência é importante para fortalecer nossa economia e o Brasil voltar a crescer”, declarou o presidente da associação, Sadi Montemezzo.

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Grave acidente na BR 116, em Lages

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Foto: Divulgação

Um acidente no acesso a empresa Vossko do Brasil, na BR-116, em Lages, na noite desta segunda-feira (21), deixou uma das vítimas, ocupante de um Fiat Uno, presa as ferragens. O Corpo de Bombeiros atendeu a ocorrência. O nome das vítimas não foram divulgados.

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Caminhoneiros só voltam se o diesel baixar

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Foto: Susana Küster

Em meio as paralisações de caminhoneiros pelas rodovias do país, a Petrobras anunciou ontem, mais um aumento da gasolina e do diesel. Este foi o 11º aumento nas últimas duas semanas e os preços sobem de novo hoje. Dados da Agência Brasil são de que a gasolina vai subir 0,9% e o diesel 0,97%. Com o reajuste, o preço da gasolina nas refinarias passa a custar R$ 2,0867 enquanto o do óleo diesel sobe para R$ 2,3716.

Neste mês, a gasolina subiu 16,07%. O diesel já recebeu sete aumentos consecutivos, só no mês de maio, o combustível aumentou 12,3%. O aumento do combustível gera alta no transporte dos caminhoneiros, que impacta no preço dos alimentos e produtos em geral.

A greve dos caminhoneiros não tem data para acabar, segundo o diretor regional da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística, Jorge Flores de Oliveira. Na segunda-feira (21) de tarde, ele e cerca de 50 caminhoneiros pararam no Km 245, na BR-116, no pátio do posto Ampessan, em Lages. Ninguém era obrigado a parar no trecho, mas grande parte dos caminhões aderiram à paralisação.

Para os caminhoneiros autônomos, Luiz Mendes e Nilson Rodrigues, o aumento constante do combustível já se tornou abusivo. Mendes também reclama da cobrança do pedágio quando os eixos dos caminhões estão erguidos, sendo que a Lei Federal nº 13.103/15, proíbe. A assessoria de imprensa da Autopista Planalto Sul, contesta a informação, dizendo que não cobra.

Reivindicações

Segundo a Associação Brasileira de Caminhoneiros (Abcam), que organiza o movimento, os caminhoneiros reivindicam que as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sejam zeradas, além da isenção da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico). Os impostos representam quase a metade do valor do diesel na refinaria. A Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), que representa os donos de postos, também pede mudanças tributárias.

Motivos da alta

Em julho de 2017, o governo implantou na Petrobras o sistema de reajuste diário dos preços. O objetivo era de competir com combustíveis importados por outras companhias. Desde então, até o dia 12 de maio deste ano, a gasolina acumulava alta de 26% e o diesel de 30%. Vale lembrar que a inflação do período foi de 3,8%.
Desde quando o novo método de reajustes foi adotado, o preço do diesel comercializado nas refinarias subiu 57,78%.

Reunião

O presidente Michel Temer fez uma reunião de emergência para discutir a alta dos preços dos combustíveis com os ministros Moreira Franco (Minas e Energia), Eduardo Guardia (Fazenda), Eliseu Padilha (Casa Civil), Esteves Colnago (Planejamento) e o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid. Até o fechamento desta edição, a reunião não havia acabado.

 

Fetrancesc se posiciona contra aumentos

A Federação das Empresas de Transporte de Carga do Estado de Santa Catarina (Fetrancesc) é contrária à nova política de preços da Petrobras e é solidária ao movimento de paralisação nacional dos caminhoneiros. Em nota, a entidade diz que desde a implantação da política de preços da estatal, em junho de 2017, houve aumentos extremamente prejudiciais ao setor dos transportes, aquele que movimenta a economia do Brasil.

O texto ainda diz que os aumentos são um exagero, diante de uma taxa de inflação abaixo da média e da excessiva carga tributária do Brasil que incide no transporte. A proposta da Fetrancesc para os caminhoneiros é de que eles nem saiam dos pátios das empresas para garantir o direito de ir e vir de todos. A entidade espera que o governo revise a tributação federal dos combustíveis e que reveja a política adotada pela Petrobras.

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Buraco na Serra do Panelão deixa trânsito em meia pista

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Foto: Divulgalção

A chuva da última semana abriu um buraco no Km 361 da SC 110, na Serra do Panelão, em Urubici. A abertura no asfalto fica no meio da pista de rodagem no sentido BR 282 a Urubici. O local está sinalizado, mas é preciso cuidado dos motoristas.

O Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra), em Lages está tomando as medidas para solucionar o problema. Nesta terça-feira (22) engenheiros do Deinfra e da Rodec, empresa que tem o contrato de conservação estrutural das rodovias da região, farão uma análise técnica para decidir o que será feito.

O buraco mede cerca de 10 cm de diâmetro, e, segundo uma análise superficial apresentada pelo Deinfra, está relacionado ao um problema de infiltração de água. O local é próximo do ponto da Serra, que no mês de junho ano passado, teve rachadura na pista decorrente das fortes chuvas na região. Na época foi necessário  realizar a recomposição do corpo da estrada.

 

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