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Reajuste de medicamentos deverá ser de 2,84%

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Foto: Camila Paes

A partir do dia 1º de abril, o governo federal deve anunciar os índices oficiais de aumento permitido no preço dos remédios. Com base na inflação de fevereiro, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) estimou que o índice máximo de reajuste neste ano será de 2,84%. O reajuste anual afeta todos os medicamentos com preço tabelado pelo governo, incluindo os genéricos.

O reajuste leva em conta o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a variação de preços de um conjunto fixo de bens e serviços componentes de despesas habituais de famílias com nível de renda situado entre 1 e 33 salários mínimos mensais, cuja taxa foi de 2,84% no período de março de 2017 a fevereiro de 2018. A regulação é válida para os mais de 19 mil medicamentos disponíveis no mercado brasileiro.

Para definir o valor dos reajustes, são avaliadas três categorias e seus respectivos índices são definidos segundo o nível de competição dos medicamentos nos mercados, a partir do grau de participação dos genéricos nas vendas.

Quanto maior a presença dos genéricos, maior a concorrência no setor e menores os ganhos de cada empresa, o que eleva o repasse inflacionário ao consumidor.

A gerente da farmácia Melhor Preço, Débora da Silva, no Calçadão da Praça João Costa, no Centro, explica que os consumidores costumam notar a variação dos valores quando são significativos.

Nas farmácias de Lages, os preços são variados e exigem do consumidor que faça pesquisas antes de selecionar os medicamentos que irá adquirir. Os remédios para controlar a pressão, colesterol e triglicerídeos são os mais vendidos e também devem sofrer alterações de preço.

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