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Professores e servidores municipais aceitam proposta da Prefeitura

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Foto: Divulgação

Os professores da rede municipal de Lages aceitaram a proposta do município de reajuste salarial de 4.17%. O valor será pago parcelado em quatro vezes a partir de junho. Os mais 3.500 servidores que integram o Sindicato dos Servidores aceitaram a mesma proposta, apesar, do pedido ter sido de 3.43% referente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor mais 3% sobre o ganho real, totalizando um reajuste de 6.43%. A decisão foi tomada em assembleia na noite de quarta-feira (13). 

O Sindiserv está em negociação com o prefeito Antonio Ceron desde fevereiro, mas, como não obteve sucesso, retornou em março para uma nova apresentação, em que o percentual apresentado foi o mesmo para todos os sindicatos. Agenor diz ainda que entre os pedidos estavam vale-refeição, o retorno das bolsas de estudos para os novos alunos e a regulamentação do estatuto, que está defasado desde 2007. O sindicato estuda para que o prefeito faça a regulamentação do estatuto e beneficie os novos servidores. “Temos 90 dias para isso”.

Apesar do valor do reajuste, a prefeitura já anunciou ao sindicato que não pagará o retroativo. O secretário municipal de Administração e Finanças, Antônio Cesar Alves Arruda, explica que o reajuste será igual a todos os funcionários. O percentual e valores já estão dentro do orçamento e, segundo ele, o pagamento deve ser feito em dia.

Professores aprovam proposta

Na terça-feira (12), o Sindicato dos Profissionais em Educação do Município de Lages, o Simproel, realizou uma Assembleia Geral Extraordinária para apresentar, debater e votar a proposta de reajuste salarial encaminhada pelo poder executivo. O evento aconteceu no Teatro Marajoara.

A presidente do Simproel, Elaine Moraes, fez a leitura do documento, e em seguida abriu a votação. A maioria dos associados presentes aprovou a proposta que estabeleceu o reajuste de 4,17% na carreira (índice anunciado pelo Ministério da Educação – MEC).

“Foram várias rodadas de negociações com o poder executivo, e a maioria dos profissionais que compareceu a assembleia entende que o melhor caminho é a aprovação da proposta. Seguimos lutando por valorização, respeito e reconhecimento”, diz Elaine Moraes.

 

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