Prestes a fazer cirurgia, ela quer pijama no natal – CL+
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Prestes a fazer cirurgia, ela quer pijama no natal

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Daniela, de 28 anos, cuida do sobrinho após sua cunhada falecer, há três anos. Foto: Andressa Ramos

Depois de descobrir um problema sério no coração, Daniela Aparecida Moreira, de 28 anos, teve de parar de trabalhar e até diminuir o ritmo dos afazeres domésticos. Ela mora no Bairro Penha, em Lages, numa singela casa de madeira com o sobrinho, cunhado e marido. Pedro Eduardo é quase seu filho, isso porque, há três anos sua cunhada faleceu por causa de uma doença no pâncreas.
Como descobriu este problema no coração, que, segundo ela é um buraco nas válvulas, os problemas começaram a aumentar. Por saber da Árvore dos Desejos, da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), de Lages, ela pegou papel e caneta e contou seus sonhos e desejos na carta.
A jovem pede cesta básica, além disso roupas e tênis (número 37), ela destaca: “pode ser usado, só quero ter mais peças de roupas para poder levar ao hospital”. Ela comenta que precisa de pijama, toalha e outros itens para também usar em Rio do Sul, onde fará a cirurgia do coração.
Para Pedro, de quatro anos, que ela cuida como se fosse filho, ela pede uma bola e um tênis de futsal, mas lembra que muita gente ajuda o garoto. Daniela comenta que toda ajuda é bem-vinda.
Quem desejar contribuir para um Natal diferente e até com roupas para Daniela levar para o hospital, pode entrar em contato com a CDL pelo telefone 3221-7007 e pedir ou o endereço ou, então, marcar um horário para levar o presente.
O Correio Lageano publicará até o dia 20 de dezembro histórias de pessoas, crianças, jovens e adultos, que confiam na árvore para contar seus desejos, sonhos e planos, que podem ser realizados, ao menos uma vez no ano.

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Casa de madeira em Ponte Alta é totalmente destruída em incêndio

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Incêndio ocorreu de madrugada. Crédito: Divulgação

O Corpo de Bombeiros de Correia Pinto evitou que um incêndio, em uma casa de madeira, na madrugada deste domingo, se alastrasse para mais duas residências em Ponte Alta. Duas guarnições foram até o Bairro Despraiado, na casa de Renato Becker, 32 anos, que não estava no local na hora da ocorrência. Sua irmã, Denise, informou aos bombeiros que ele havia prometido incendiar a própria casa que tinha 24 metros quadrados.

Foi preciso 1,5 mil litros de água para apagar o incêndio e evitar que as chamas se alastrassem para duas casas vizinhas, também de madeira. As casas estavam a menos de 1,5 metro de distância uma da outra.

 

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Pacientes denunciam motorista que dorme durante transporte

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Reprodução/ Divulgação

O serviço de transporte da Prefeitura de São Joaquim tem preocupado pacientes que necessitam do atendimento. Isso, porque um dos motoristas do município é acusado de dormir enquanto transporta os pacientes para outras cidades.

Viviane Andrade Silva é mãe de Evelin da Silva Córdova, 7, portadora da síndrome de Atrofia Muscular Espinhal, conhecida como AME. Por isso, é necessário que a família viaje com frequência para a capital catarinense para realizar exames e consultas médicas. Na próxima segunda, Viviane deve pegar a estrada mais uma vez, já que participará de reunião de junta médica para auxiliar na decisão judicial para que Evelin passe a receber o medicamento que controla a doença, que custa cerca de R$ 2 milhões.

Entretanto, uma decisão da Secretaria de Saúde tem causado preocupação à família. É que o motorista que já foi acusado de dormir enquanto dirige, foi escalado para transportá-los. Viviane revela que entrou em contato com a secretaria, para que o profissional fosse trocado, pois teme que ocorra algum acidente. “Eu até os questionei, caso ocorra um acidente, se eles irão se responsabilizar por nós. Eles me falaram que a responsabilidade deles é só com o motorista”, relembra. Viviane acrescenta que a família não tem condições financeiras para pagar um transporte particular e que Evelin está nervosa por ter que viajar com o condutor.

Outras duas mulheres também já passaram por experiências parecidas. Delmira Oliveira já negou ser transportada pelo motorista que, segundo ela, já é idoso e tem mais de 70 anos. A família chegou a pagar por um transporte particular para ir até uma consulta em Florianópolis. Só que, recentemente, a filha de Delmira esteve internada na UTI em Lages, devido a complicações da diabetes. Quando recebeu alta, o motorista foi escalado para buscá-las. “Eu quase morri de medo, porque ele dormiu durante a viagem”, revela. A vontade de Delmira é de se mudar para Lages, já que é difícil conseguir consultas em São Joaquim.

A dona de casa Adriana Henrique revela que, quando tem necessidade, tem usado o carro próprio quando precisa viajar, por medo de precisar do motorista. Ela explica que já fez reclamações, mas nada é feito. “Não dá para arriscar. É só pegar a rodovia que ele já começa a dormir”, explica. Adriana revela que a secretária disse que viaja com ele e nunca enfrentou problemas.

A reportagem entrou em contato com a secretária de Saúde de São Joaquim, Terezinha Godoy Vieira, mas ela informou que não dá entrevistas por telefone, apenas pessoalmente e, por isso, não se pronunciou sobre as denúncias.

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Delegada Luciana Rodermel faz levantamento de números da Polícia Civil

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Luciana Rodermel é Delegada Regional - Foto: Susana Küster

Há 16 anos, Luciana Rodermel, 41 anos, atua como delegada de polícia. Ela está em Lages, desde 2006, mas foi em janeiro de 2011 que assumiu como delegada regional. Antes de trabalhar nesta função, ela era servidora do Poder Judiciário. É natural de Curitibanos e se formou em Direito pela Uniplac. Nesta entrevista ao CL, traz números da Polícia Civil e um levantamento das atividades.

Correio Lageano: Quais as principais dificuldades da Polícia Civil hoje? Existe uma forma de resolvê-las?

Luciana Rodermel: Uma das principais dificuldades da Polícia Civil, atualmente, é a de comprometimento da população no auxílio a apuração dos crimes, através de informações importantes e na negativa de aquisição de produtos com origem desconhecida, comumente produtos de furto e roubo.

Em relação ao efetivo da Polícia Civil. Existe previsão de aumento? Se sim, para quando e quantos policiais a mais para Lages e/ou região?

Estamos com efetivo razoável, não o ideal, mas o suficiente para atendimento da demanda mais urgente. Nossa carência de profissionais específicos será atendida através do concurso público já em andamento.

Quais números do levantamento da Polícia Civil feito no ano passado?

Registrados em Lages 108 mil veículos, sendo que 3,5 mil são novos e 25 mil transferências. Por dia, em média 700 pessoas são atendidas, mas em dias de pico pode  passar de 1,2 mil pessoas. No fim do ano, a expectativa é que os números sejam maiores, devido a implantação de um sistema eletrônico de senhas que contabiliza todos os atendimentos.

Qual dos números se destaca em relação a investigação da Polícia Civil?

Todos os homicídios ocorridos em Lages em 2017 foram elucidados e também houve um decréscimo no número de casos de embriaguez ao volante. Das prisões feitas em 2016, 48% foram devido a embriaguez e no ano passado, o número caiu para 25%. Isso se deve a conscientização e também às campanhas realizadas pelos órgãos.

Haverá uma mudança no comando da Secretaria de Segurança Pública. Isso pode afetar o comando da delegacia regional?

Não há como antecipar nada, porque estamos esperando o posicionamento do novo comando, certamente na semana que vem haverá novidades.

Por ser mulher, a senhora já enfrentou alguma dificuldade como delegada regional?

Sou delegada há 16 anos e como regional atuo desde 2011. Neste tempo todo, não posso dizer que enfrentei algum problema com relação a gênero. O empoderamento feminino passa muito por uma questão de postura, vivência e racionalização. Há limites para qualquer gênero, o que precisamos amadurecer é que nem sempre uma restrição ocorre só em razão do gênero. O empoderamento não nos é dado, é intrínseco.

A delegacia mudou recentemente de estrutura. Quais as mudanças, além do espaço maior e também do sistema eletrônico de senhas?

O sistema de senhas mais moderno nos traz dados reais e como o espaço é maior, as pessoas têm mais conforto. A prova de CNH agora é toda eletrônica e mais rápida, além de ser blindada contra qualquer fraude. O índice de aprovação está até maior. As pessoas quando fazem renovação da carteira de motorista, já podem fazer foto na delegacia. Tem também a questão do local, que possui amplo estacionamento e acesso mais facilitado.

Qual a avaliação do seu trabalho efetuado até agora como delegada regional?

Dedicamos sete anos para, além de dar suporte e apoio para as unidades nos trabalhos de polícia judiciária, melhorarmos a estrutura física das delegacias, além da disponibilização de viaturas, armamento, treinamento e equipamentos de segurança para melhor atuação de cada policial. Nosso esforço é no sentido de atender da melhor forma possível a população e também nosso policial, numa dinâmica de gestão voltada para que cada policial tenha comprometimento com seu trabalho, seja cobrado por isso, mas conte com mecanismos que o auxiliem na realização desse trabalho. A grande realização, até agora, é a construção da nova sede da Delegacia Regional, inaugurada em dezembro de 2017. O governador Raimundo Colombo e sua equipe entenderam que a obra era importante e possibilitaram a construção do prédio, que hoje atende a toda população lageana e da região. Avaliamos que nossa equipe trabalha muito, desempenha um trabalho exemplar e tanto a Polícia Civil quanto a comunidade podem colher esses frutos.

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Morro da Cruz continua sem voos livres e não há previsão de retorno

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Morro da Cruz foi cenário de belos voos de parapente - Foto: Marcelino Claudino

Desde fevereiro do ano passado, os voos livres (asa delta e parapente) estão proibidos no Morro Grande e no Juca Prudente, pois estão localizados em área urbana. A determinação é da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e até hoje a situação não mudou.

De acordo com informações do presidente do Clube de Voo Livre, Katio Letti, é possível combinar os horários e dias de voo mais adequados para não afetar os voos da Azul. Porém isso não é posto em prática, porque a prefeitura não abre um canal de diálogo. “As pessoas assistiam os voos com prazer, era um diferencial turístico que não existe mais”.

Segundo ele, a Notan, que é o órgão que delimita o espaço aéreo, autorizou o pessoal do Clube a fazer um acordo com o aeroporto. “Mas isso não acontece porque a prefeitura não ajuda. A gente fazia os voos há mais de 20 anos e nunca tivemos problema”, lamenta.

Ele acredita que teria como efetuar os voos sem risco para as aeronaves da Azul. Enquanto isso, os campeões catarinenses de Lages, viajam para Urubici, Santo Amaro ou Tangará para treinar. “Queríamos fazer campeonatos, mas sem apoio fica difícil. Tantas cidades que possuem voos e existe liberação aérea para parapentes, só aqui que isso não acontece”.

>> Contraponto O secretário executivo de Proteção e Defesa Civil, Jean Felipe Silva de Souza afirma que ninguém o procurou desde que o Morro da Cruz foi interditado. “É fácil. É só chegar aqui e marcar um horário. Mas, eles precisam de uma autorização da Anac para a liberação desses voos”. Na visão dele, há risco de voos livres no local devido o helicóptero Águia 4 e as aeronaves da Azul passarem próximo ao morro.

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