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Pré-venda de ingressos de ‘Pantera Negra’

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Foto: Divulgação

A Rede Cinemark está com a pré-venda de ingressos do aguardado ‘Pantera Negra’, novo longa inspirado nos quadrinhos da Marvel, dirigido por Ryan Coogler. O filme que que estreia dia 15 de fevereiro, mostra Wakanda, país recluso e tecnológico liderado por T’Challa (Chadwick Boseman), personagem que aparece pela primeira vez no universo cinematográfico da Marvel em ‘Capitão América: Guerra Civil’.

Durante a CCXP 2017, os fãs do filme movimentaram o Auditório Cinemark e puderam assistir a trechos inéditos, além de receberem a atriz Danai Gurira no palco e o diretor do filme em entrevista ao vivo por satélite. Entre outros, também estão no elenco Michael B. Jordan, Lupita Nyong’o e Andy Serkis.

Os ingressos podem ser adquiridos no site da Rede (www.cinemark.com.br) ou nas bilheterias dos cinemas participantes.

Sinopse: Após os eventos de Capitão América: Guerra Civil, T’Challa retorna para casa, na nação reclusa e tecnologicamente avançada de Wakanda, para servir como o novo líder. Entretanto, T’Challa logo descobre que é seu trono é desafiado por facções dentro de seu próprio país.

Quando dois inimigos conspiram para destruir Wakanda, o herói conhecido como Pantera Negra precisa se unir ao agente da CIA Everett K. Ross e membros do Dora Milaje, as forças especiais de Wakanda, para prevenir que o país seja levado a uma guerra mundial.

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Canal: Uai sô

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Crédito: Agnes Samantha

Da quadra para o Youtube, Jennif Karonlay, 21 anos, jogadora do time Leoas da Serra, tem se descoberto uma ótima comunicadora.

Há cerca de um mês, a jovem decidiu criar o canal “Uai sô”, referência da mineira a sua forma de falar. A ideia surgiu para que ela pudesse mostrar um pouco da sua rotina e também das demais jogadoras fora da quadra.

“Falei sobre alguns fatos sobre mim no primeiro vídeo, e levei um susto, pois na primeira noite foram mais de 300 inscritos no canal,” comenta ela que também está feliz com os diversos comentários que está recebendo.

Jennif jogou por três anos em Brusque, veio para Lages por conta do futsal e diz que nunca pensou em atuar na área da Comunicação.

Está cursando a 5ª fase de fisioterapia e viu no canal uma forma de aprimorar a desenvoltura. “Isso vai ajudar até mesmo nas apresentações de trabalho da faculdade,” diz. Além disso, a família que mora no interior de Minas Gerais pode matar um pouco da saudade, já que se veem apenas uma vez no ano.

A intenção é que o crescimento do canal dê visibilidade para o futsal feminino e ajude de alguma forma outras pessoas. Ainda este ano, a atleta vai viajar para a África em missão. Evangélica, tocava violão na igreja que frequentava aqui, e surgiu a oportunidade da viagem, ainda sem data definida. Antes de viajar, pretende fazer uma ação para arrecadar camisetas da seleção para presentear as crianças. “Elas gostam muito de futebol, então, pretendo levar as camisetas e jogar bola com elas. O que é simples para mim, pode fazer a diferença para elas.” Para isso, aceitará apoio desde já para arrecadar as camisetas.

Enquanto isso, continuará com o canal, postando vídeos sempre que possível. Sua rotina é de treino pelas manhãs e tardes; e estudo à noite. Restam os finais de semana para gravação e edição. Essa, uma das maiores dificuldades, revela. Teve uma mão da Fernandinha (Leoas) para aprender a editar. “Mas precisa de paciência (risos) ” e tem o apoio de todas as meninas do time na divulgação.

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Formação: Pedagoga

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Bianca dos Santos Corrêa e Nicolas Yoshiaki Yanai Cattoni. Imagens: Agnes Samantha

Apresentar o mundo a uma criança nem sempre é tarefa simples. Todos com suas peculiaridades, dizem através de seu jeito único o que precisam dele.

E é assim que um pedagogo vê a partilha que tem com as crianças em sala de aula. Considerando-se a cultura de cada aluno individualmente, complementando a educação familiar e ampliando a sua percepção da sociedade.

No dia 20 de maio é comemorado o dia desses profissionais que atuam desde os anos iniciais até o quinto ano escolar. Para a pedagoga por formação e coração Neide Bunn Gugelmin, diretora do Colégio Sigma, é de extrema importância que os parabenizemos.

“Diferentemente de um professor que é mais restrito a ensinar uma disciplina específica, o pedagogo ensina matemática, história, geografia, caminha junto com a criança, compreendendo suas necessidades,” comenta ela.

No mundo tecnológico e das redes sociais, no qual estamos inseridos, o pedagogo também está atento em repassar a forma de linguagem culta e manter-se sempre atualizado.

Bianca dos Santos Corrêa atua há 5 anos em sala de aula e continua comemorando com um grande sorriso os primeiros progressos dos pequenos, como o desenho dos primeiros números de Nicolas Yoshiaki, 4 anos.

É a sensibilidade, tão presente nesses educadores, assim como a observação utilizada com excelência, para perceber as manifestações e conduzir a construção do conhecimento que fazem toda diferença.

Neide se refere à pedagogia como uma carreira brilhante e também complexa, já que diz respeito ao desenvolvimento humano na sua forma mais bruta.  “Por isso, ela é tão difícil e ao mesmo tempo tão fascinante.”

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Desafio: Meu Look Essencial

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Imagens: Agnes Samantha e arquivo pessoal

No universo da moda cada vez mais nos deparamos com o slow fashion. Conceito de moda sustentável que está super em alta no mundo todo.

Entre os diversos processos em que ela se enquadra, também vemos cada vez mais pessoas aderindo a um armário enxuto.

Você já ouviu falar no armário-cápsula? A técnica consiste em escolher uma quantidade de roupas limitadas, entre 30 e 50 peças, para vestir durante um tempo determinado, sem adquirir nada de novo, apenas criando combinações entre as peças definidas.

Neste conceito, Courtney Carver, escritora e fotógrafa norte americana, através de seu amor pelo minimalismo criou o Projeto 333. Durante 3 meses utilizou apenas 33 peças, e foi contando sua experiência no blog pessoal. Seu intuito era mostrar que é possível escolher bem as nossas peças, as que mais combinam entre si e estar sempre bem vestida. Dentro, é claro, do estilo pessoal de cada pessoa. E deu certo, o projeto ganhou fama mundial e está sendo aderido por muitas pessoas.

Parece fácil? Bem, para muita gente, não é. Quando você analisa que vai ter uma quantidade limitada de peças para utilizar no trabalho, happy hour e ir passear no parque, por exemplo, parece bem mais complicado.

Pensando nisso, em conversa com algumas mulheres, o Essencial decidiu lançar um desafio: o #meulookessencial. Diferente do projeto de Courtney, ninguém precisou se desfazer de nenhuma peça. Durante o mês de abril, mais de 10 mulheres fotografaram os looks de seu dia a dia (com exceção do pijama) e ao final contabilizaram todas as peças do seu guarda-roupa.

A experiência

De uma forma geral os depoimentos relataram que a maioria das meninas aceitou participar para analisar sua forma de se vestir e descobrir se utilizavam todas as peças do seu armário.

Além da curiosidade em saber a quantidade de roupas no guarda-roupa, afinal ninguém faz essa conta.

Ananda Sell, ama o mundo da moda e confirmou através do desafio que a maneira de se vestir é influenciada por várias coisas, inclusive pelo nosso humor.

Assim como outras, percebeu que tem muitas peças que quase não veste, mas deixa guardada na esperança de um dia utilizar.

O total de 169 peças estão no armário de Simone da Silva. Que mesmo fazendo uma “faxina” vez ou outra, concluiu que poderia viver tranquilamente com metade disso.

Camila Paes e Vanessa Almeida contabilizaram mais de 200 unidades. A diferença é que Camila diz utilizar variações de looks, então procura usar todas as suas roupas na produção. Isso já foi um trabalho para Vanessa que se viu utilizando sempre as mesmas peças.

“Durante o desafio percebi que isso mudou, quando estava indo dormir já pensava no que iria utilizar na manhã seguinte”, comenta ela.

Bruna Costa é lojista e se viu em um mar de roupas quando precisou contabilizá-las. “Percebi que tenho mais do que preciso, compro por impulso, mas também vi que utilizo várias peças durante o dia, já que em alguns casos troco mais de 3 vezes de roupa”, comenta.

Suzane Faita é consumidora de brechós, adepta da moda reutilizável, apesar de ter mais de 80 peças, acredita que pode reduzir. Uma de suas preocupações é prestar atenção nas lojas que exploram a força de trabalho para confecção das peças.

Suzani Rovaris é do estilo que procurar vestir-se de forma confortável, sendo assim suas produções matinais não variam muito. Mas o desafio despertou seu interesse por montar novas produções e tentar explorar seu estilo.

A experiência foi uma forma de comprovar a supervalorização da aparência, que por muitas vezes faz com que tenhamos mais do que realmente utilizamos.

“Se não houvesse vaidade, viveríamos com uma mala pequena, com certeza” comenta Ananda.

O resultado

A ideia teve uma repercussão positiva entre o grupo, com a conclusão de que o ideal seria pensar em mais peças chaves, para montar um guarda-roupa inteligente.

Com roupas que casem entre si, seria muito mais prático e rápido pensar em uma produção. É importante também ressaltar que definindo o seu estilo fica muito mais fácil de escolher as composições e na hora das compras.

O apego foi um dos “vilões” do desafio, já que muitas das meninas perceberam que tem coisas entulhadas.

“Vi o quanto acumulo roupas e crio um apego por coisas que estão ali apenas ocupando espaço” comenta Tamires Carvalho, outra desafiada.

Com essa percepção Kelly Stradioto, foi além. Depois do desafio percebeu várias peças que não eram utilizadas a muito tempo e através do whats fez um brechó entre as amigas. Além de tirar peças sem utilidade do guarda-roupa ainda conseguiu juntar um pouco de dinheiro.

O teste fez com que se pensasse no próprio estilo. Hellen Barros pode resgatar seu estilo, que andava adormecido, e voltou a utilizar composições fashionistas.

E para Maria Isabel dos Santos, foi revelador já que encontrou dentro do armário várias peças que não fazem mais parte de seu estilo.

Em outros casos a descobertas de peças que haviam sido esquecidas foi interessante, já que limitou uma nova compra, como aconteceu com Camilla Galli.

Camila Paes ficou feliz com o resultado do desafio e percebeu que utiliza muito bem as variações de look. Caprichou na produção e mesmo depois de concluir o desafio continua pensando nas produções como se tivesse que tirar fotos ao sair de casa.

“A forma como a gente se veste é a forma com que nos apresentamos ao mundo, nos apresentamos as pessoas” finaliza.

A melhor forma é o consumo consciente, levando em conta o clima da cidade podemos analisar se precisamos de mais casacos, vestidos ou cardigãs. E se forem necessárias 200 peças, ok!

Quer participar do desafio também? Então, marque a #meulookessencial no instagram @correiolageano e compartilhe conosco.

Ananda Sell – 260 peças

Camila Paes – 219 peças

Camilla Galli – + de 200 peças

Maria Isabel – 224

Hellen Barros – 220 peças

Kelly Stradioto – 93 peças

Suzani Rovaris – + de 100 peças

Simone da Silva – 169 peças

Vanessa Almeida

Suzane Faita – 86 peças

Bruna Costa – + de 300 peças

Tamires Carvalho – 161 peças

30Dicas de peças chaves:

Calça Jeans

Camisa Branca

Blazer Preto

Camiseta básica – branca ou preta

Vestido Preto

 

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