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Postes para as novas câmeras de videomonitoramento já estão todos instalados

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Foto: Divulgação

Lages recebeu um incremento de 50 câmeras de videomonitoramento e a segurança dos cidadãos e a externa de seu patrimônio, como residências e estabelecimentos comerciais, está prestes a ser reforçada em definitivo, com a cobertura de praticamente toda a área urbana do município.

A Polícia Militar informa que já estão implantados todos os postes com caixas para instalação de energia elétrica onde serão fixadas as câmeras de videomonitoramento.

A etapa seguinte, neste processo, será a instalação da fibra ótica e, após, a etapa final é a instalação das câmeras do Projeto Bem-Te-Vi. Portanto, por enquanto, todos os postes estão instalados, mas nenhuma câmera nova está em funcionamento. As Celesc já foi oficiada para providenciar a ligação da energia.

Durante este período de espera será instalado um novo sistema na Central de Emergência da PM, que suporte as novas câmeras devido a sua qualidade superior em padrão Full HD e pela exigência de maior capacidade de memória (Hard Disk).

Cobertura em todas as áreas da cidade

Os 50 equipamentos do projeto serão instalados em 32 locais, entre bairros e loteamentos. Para a escolha dos locais, a PM adotou os critérios de opção por lugares com iluminação adequada para melhor captação de imagens, com maior circulação de pessoas, próximo a comércios, escolas, agências bancárias e com grande número de registros de ocorrência de infrações e desordens. O investimento do Estado na aquisição das câmeras foi de R$ 651 mil.

O chefe da Central Regional de Emergência do 6º Batalhão de Polícia Militar (BPM) de Lages, 1º tenente, Gabriel Furtado Fernandes, reitera que mais perto do funcionamento a Polícia Militar buscará, junto à prefeitura, a parceria para que agentes (estagiários ou contratados) sejam direcionados a auxiliar no videomonitoramento, conforme previsto no convênio entre Estado e Município, pois o número de câmeras aumentará de 37 para 87.

“O videomonitoramento contribui em várias frentes: de forma preventiva – pessoas cientes de que estão sendo monitoradas tendem a mudar de ideia se querem cometer um crime, contravenção ou mesmo causar desordem, ou seja, evita que ocorra o problema”, disse  Fernandes.

Segundo ele, diversos problemas foram flagrados pela PM por intermédio das câmeras, sendo encaminhada uma viatura de área para solucionar o problema. “Os aparelhos auxiliam os órgãos na parte de investigação (Polícia Civil e Ministério Público – MP), a própria PM e o cidadão comum (exemplo: bateram no seu carro e fugiram do local). Em alguns municípios as câmeras já são utilizadas na fiscalização de trânsito”, argumenta o chefe da Central.

Ele alerta, ainda, que “o videomonitoramento não substitui o policial, mas é uma ferramenta a mais, um complemento na sua missão. Tem grande importância qualitativa, e não tanto quantitativa devido aos problemas que deixam de ocorrer em razão do sistema de monitoramento. Desta forma, é essencial no processo de prevenção.”

As câmeras são giratórias em 360 graus e têm funcionamento ininterrupto, 24 horas por dia. Estes mecanismos vêm incrementar as ferramentas já consolidadas em Lages pela PM, como capital humano constituído por policias masculinos e femininos, 35 viaturas (automóveis e motocicletas) e o aparato do helicóptero Águia 4.

Todos os serviços são coordenados pelo comandante do 6º BPM, tenente-coronel Alfredo Nogueira dos Santos. O Projeto Bem-Te-Vi já viabilizou a instalação de 2,4 mil equipamentos em 115 municípios de Santa Catarina.

Eficiência

As câmeras são dotadas de alta resolução a partir de tecnologia de ponta e têm função de posicionamento inteligente. Seus sensores de imagem possuem capacidade de varredura progressiva. Com a lente zoom ótico em 20 vezes e zoom digital em 16 vezes, os equipamentos oferecem mais detalhes sobre áreas expansivas.

Esta série de câmeras pode ser amplamente utilizada em locais como rios, florestas, estradas, ferrovias, aeroportos, portos, praças, parques, pontos turísticos e estações. A eficiência de cada câmera equivale a 40 postos de observação, com alcance de três quilômetros em 360 graus.

O diretor de Trânsito e responsável interino pela Coordenação Municipal de Segurança e Trânsito, Rogério Juary Gonçalves de Almeida, aponta que “no âmbito do trânsito, será possível a identificação de veículos pela placa e consulta do nome do proprietário junto ao sistema informatizado do Detran, o que pode facilitar chegar ao condutor da hora da ocorrência (acidente ou infração).”

Como funciona a Central?

A Central Regional de Emergência, localizada no quartel da PM, bairro São Cristóvão, possui seis telas, cada uma se divide em até quatro telas menores, ou seja, totalizam 24 telas. A média de armazenamento é de 15 dias, mas em ocorrências em que provavelmente as imagens serão solicitadas futuramente, pela Polícia Civil, Ministério Público ou Poder Judiciário é de praxe gravar o arquivo em um tipo de mídia, por exemplo, um DVD, para posterior disponibilização caso requisitado.

As obrigações de cada parte

Pelo convênio firmado em 19 de dezembro do ano passado, durante a entrega da nova Delegacia Regional da Polícia Civil, o Governo de Santa Catarina ficou responsável pela aquisição das câmeras, transmissão por fibra ótica e manutenção dos equipamentos por um ano. O município se comprometeu em providenciar manutenção preventiva e corretiva do sistema após o primeiro ano de instalação.

Endereços dos locais das novas câmeras de videomonitoramento

 

  • Araucária – R. Osvaldo Aranha c/ Argeu Alves de Andrade (próx. à Base Setor 3)
  • Beatriz – Av. Belisário Ramos c/ Av. Papa João XXIII – Sempre Verde
  • Caça e Tiro – R. Cirilo Vieira Ramos c/ R. da Erva Mate
  • Caravágio – Av. Primeiro de Maio c/ R. Visconde de Taunay
  • Centenário – R. Eleutério da Silva Furtado c/ R. Frei Nicodemus
  • Centro – R. Jorge Lacerda c/ R. João de Castro
  • Centro – Parque Jonas Ramos (Tanque) área do Parque
  • Centro – Parque Jonas Ramos (Tanque) área do Lago
  • Centro – R. São Joaquim c/ R. Sete de Setembro
  • Centro – R. Otacílio Vieira da Costa c/ R. Castro Alves e R. Cândido Ramos
  • Centro – R. Frei Rogério c/ General Nepomuceno Costa (próx. ao Centro Educacional)
  • Centro – Av. Pres. Vargas c/ R. Emiliano Ramos Branco
  • Centro – Av. Marechal Floriano com R. Benjamin Constant
  • Centro – R. Marechal Deodoro c/ R. Jerônimo Coelho (próx. à Maternidade)
  • Centro – R. Frei Gabriel c/ R. Honorato Ramos
  • Conta Dinheiro – Av. Duque de Caxias (próx. à R. Jairo Luiz Ramos)
  • Copacabana – Av. Belisário Ramos c/ Marechal Deodoro
  • Coral – Av. Luís de Camões com R. Humberto de Campos
  • Jardim Cepar – Av. Pres. Vargas c/ Av. Corina Caon
  • Dom Daniel – R. 31 de Março c/ R. Independência
  • Guarujá – R. 31 de Março c/ R. Porto Seguro
  • Habitação – R. Álvaro Neri dos Santos com R. dos Cinamomos
  • Habitação – R. Álvaro Neri dos Santos c/ Belisário Ramos
  • Maria Luiza – Av. Luís de Camões c/ R. Coronel Sotero Rocha (próx. à Base Setor 8)
  • Morro do Posto – R. João José Godinho c/ R. Prof. Simplício – Rótula (Colégio Militar)
  • Morro Grande – R. Eleutério da Silva Furtado c/ R. João Lemos Machado
  • Passo Fundo – R. Marechal Rondon com R. Coronel Sotero Rocha
  • Penha – R. Vital Brasil c/ R. Nossa Senhora da Penha (Colégio Godolfin)
  • Pisani – Av João Goulart (próx. ao Colégio Augusto Jorge Vieira)
  • Popular – R. Primeiro de Maio c/ R. Silvino Duarte Júnior prox. Colégio Zulmira
  • Promorar – R. Engenheiro Paulo Ribeiro c/ R. Plínio Ribeiro Ramos (próx. à Unidade Básica de Saúde)
  • Promorar – R. José Maria Ribas Pinto c/ R. Alziro Zarur (condomínios)
  • Sagrado C. de Jesus – R. Humberto de Campos com R. Walmor Ribeiro – Estádio
  • Santa Catarina – Rótula do Conte c/ Av Santa Catarina e R. Caldas Júnior e Acesso Sul
  • Santa Catarina – R. Dr. Aujor Luz c/ R. Manoel Coimbra
  • Santa Helena – Av. Caldas Júnior c/ R. Cristiano Brascher
  • Santa Helena – R. Mateus Junqueira c/ R. Curitiba
  • Santa Maria – R. Campos Sales c/ R. Nilo Peçanha
  • Santa Mônica – R. Flamengo c/ Floriano Júnior (próx. Escola Francisco Manfrói)
  • Santa Rita – Av. Marechal Floriano com R. Cristiano Brascher – Unifacvest
  • São Cristóvão – Av. D. Pedro II c/ R. Fausta Rath
  • São Cristóvão – Av. Belizário Ramos c/ R. Rio Grande do Norte
  • São Francisco – R. Heitor Villa-Lobos c/ R. Haeckel de Tavares
  • São Miguel – R. Manoel Antunes Pessoa c/ R. Vital Brasil
  • Triângulo – Rótula do Triangulo c/ Av. Belisário Ramos e Av. Mal Floriano
  • Tributo – R. Jonas Ramos Martins – Frente Mercado Natã
  • Universitário – Av. Antonio Ribeiro dos Santos c/ R. Archilau Batista do Amaral (próx. ao Senai)
  • Universitário – Av. Castelo Branco c/ R. Jurandir Sell Macedo – Cedup e Uniplac
  • Várzea – R. Álvaro Neri dos Santos c/ R. Antônio Ribeiro dos Santos
  • Vila Mariza – Av. Das Torres X Marginal da BR282

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“Não teve como reverter”, diz médico sobre morte de paciente

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O Pronto Atendimento tem sofrido com a superlotação, o que acaba sobrecarregando o trabalho da equipe de médicos e enfermeiros - Foto: Adecir Morais

O diretor técnico do Pronto Atendimento de Lages, Pedro Iung disse, nesta terça-feira (17), que a equipe que atua na unidade fez de tudo para evitar a morte de uma mulher, de 55 anos, que deu entrada no local, na última segunda (16). Ele narrou a cronologia dos fatos e garantiu que todo o atendimento foi feito dentro do que determina o protocolo de atendimento.

De acordo com ele, a paciente, que morava em São José do Cerrito, chegou na unidade às 14h47, trazida por familiares. Às 14h51, passou pelo setor de enfermagem, quatro minutos mais tarde, recebeu atendimento de médicos e enfermeiros na sala de emergência. Ela morreu após sofrer uma parada respiratória, depois de sucessivas manobras na tentativa de reanimá-la.

Pedro afirmou que a mulher deu entrada na unidade em estado grave e com sintomas de infarto. No setor de emergência, recebeu todo o atendimento necessário. “A paciente chegou em estado gravíssimo, não teve como reverter [a morte]”, declarou o diretor, salientando que a mulher tinha histórico de pressão alta, diabetes, tabagismo e infarto.

Em relação a uma possível queda da paciente enquanto recebia atendimento, o diretor destacou que, ao tentar levantar-se da maca, ela foi acudida por uma enfermeira, mas “escorregou” e ficou de “joelhos no chão”, sendo socorrida imediatamente pela equipe de enfermagem.

“Em absolutamente nenhum momento a paciente ficou sozinha ou deixou de ser atendida. Infelizmente, a morte aconteceu em decorrência do problema cardíaco, conforme consta no atestado de óbito”, reforçou uma nota encaminhada pela Secretaria Municipal de Saúde. O CL não conseguiu contato com familiares da mulher.

Onde buscar atendimento

Em Lages, existem dois estabelecimentos que atendem casos de urgência e emergência (Pronto Atendimento e Hospital Nossa Senhora dos Prazeres – HNSP). O diretor explicou que, pelo SUS, quando um paciente apresenta sintomas de infarto, precisa ser atendimento no Pronto Atendimento primeiro.

Nesta unidade, é avaliado o tipo de atendimento que o paciente precisa. Se houver diagnóstico de infarto, o médico encaminha o caso ao setor de emergência do HNSP, referência regional em cardiologia.

A unidade avançada do Samu também pode encaminhar casos de infarto para este setor. Pacientes que vêm do interior, encaminhados com diagnóstico, também são levados para este setor. Todos os atendimentos de urgência e emergência em Lages, exceto os casos de acidente de trânsito, precisam ser atendidos no Pronto Atendimento.

Vale lembrar que esta unidade, tem sofrido nos últimos dias com a superlotação, o que acaba sobrecarregando o trabalho da equipe médica e de enfermagem da unidade. Só nesta terça, havia 26 pacientes aguardando vagas em hospitais do município, sem falar de dezenas de pacientes que esperavam nos corredores.

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Polícia Militar realiza Operação 4000 em toda a Serra Catarinense

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Foto: Polícia Militar/ Divulgação

Mais de quatro mil policiais trabalharam na Operação 4000, que ocorreu em todo o estado de Santa Catarina nos dias 6, 7, 13 e 14 de julho. Na Serra Catarinense, a ação foi liderada pelo comandante da 2ª Região de Polícia Militar, Coronel Moacir Gomes Ribeiro. Os 21 municípios contaram com o apoio de 250 policiais do 6º BPM, Polícia Militar Ambiental, Cavalaria e Central Regional de Emergências.

Nos quatro dias de trabalho ostensivo, foram abordadas 1131 pessoas durante vistoria em 197 estabelecimentos comerciais. Nas 67 barreiras de trânsito foram atendidos 586 motoristas.

Na região de São Joaquim, que contempla ainda as cidades de Painel, Urubici, Urupema e Bom Jardim da Serra, foram realizadas 27 barreiras policiais e abordados 180 veículos. A PM esteve em 38 estabelecimentos, onde abordou 254 pessoas. Foi lavrado um termo circunstanciado por posse substância análoga à maconha, duas armas de fogo apreendidas e uma arma branca.

Em Otacílio Costa, Correia Pinto, Palmeira e Ponte Alta a Operação registrou 28 barreiras policiais e abordou 156 veículos, três deles foram removidos. A polícia fez vistoria em 59 estabelecimentos comerciais e abordou 321 pessoas nestes espaços. Houve apreensão de substância semelhante à maconha, duas CNHs recolhidas e dois estabelecimentos sem alvará.

Este tipo de ação policial tem um cunho educativo e busca reduzir a criminalidade, em especial, a letalidade violenta, vias de fato, furto, roubo e fatos relacionados com a violência contra mulheres, que no geral estão ligadas direta ou indiretamente a ingestão de bebidas alcoólicas e uso de drogas.

Por Catarinas Comunicação

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Defensoria Pública realiza força-tarefa no sistema prisional

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Defensor público Anderson Ouriques, que atua em Lages - Foto: Adecir Morais

A Defensoria Pública de Santa Catarina começou, ontem, uma força-tarefa no sistema prisional do Estado. O objetivo é analisar mais de sei mil processos de detentos do regime semiaberto, beneficiando aqueles internos que estão cumprindo pena de maneira irregular.  Os trabalhos seguirão até 14 de dezembro.

A força-tarefa, que já chegou à nona edição, envolve 25 defensores públicos em todo o Estado. Em Lages, serão analisados processos de detentos do Presídio Regional, que atualmente abriga 171 internos do semiaberto, isto é, a unidade comporta um número maior de sua capacidade.

Conforme o defensor público em Lages, Anderson Ouriques, Santa Catarina tem, atualmente, 4.903 presos no regime semiaberto, destes, 3.303 estão cumprindo pena no regime fechado por falta de vagas, o que contraria a legislação.

Com o mutirão, a ideia é fazer cumprir a Súmula Vinculante 56 do Superior Tribunal Federal (STF), de 2016, que estabelece que a falta de vagas em estabelecimento adequado nas prisões, não autoriza a manutenção do condenado na prisão em regime pior.

A ideia da força-tarefa é fazer com que os detentos que já estejam próximos de cumprir a pena, possam usar tornozeleira eletrônica em prisão domiciliar. O Estado tem 600 tornozeleiras. Além disso, a Defensoria vai pedir a liberação do interno que estiver perto de cumprir a pena.

Anderson destacou que a falta de vagas é um problema do sistema prisional catarinense. Atualmente, o Estado conta com mais de 20 mil detentos no total, cerca de 4,5 mil a mais que o número de vagas, que é de 16.309.

Regime semiaberto

O semiaberto é um dos três tipos de regimes de cumprimento das penas privativas de liberdade previstas no ordenamento jurídico, com base no Código Penal e na Lei de Execução Penal. Os outros dois são o regime aberto e o fechado.

Por lei, o preso deste regime tem o direito de trabalhar, dentro (em pequenas empresas no interior da unidade) ou fora da prisão (quando é liberado da carceragem pela manhã para trabalhar e volta no final da tarde). Além de progressão da pena (a cada três dias trabalhados, o preso tem o direito a um dia de redução da pena que cumpre), o benefício é uma forma de ressocialização.

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