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Polícia Civil vai investigar origem de tiro que atingiu jovem durante operação

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Bennet já está em casa se recuperando - Foto: Bega Godóy

Três policiais militares, com o auxílio de um cão perseguiam um suspeito na Rua Maestro Ademar Ponce, no Bairro Santa Rita. Foi quando Bennet de Souza Theodoro, de 25 anos, que trabalhava na marmoraria de sua família, foi à porta olhar o que estava acontecendo, pois tinha ouvido um tiro.

Deparou-se com um vulto de um homem passando há alguns metros e já quase dobrando a esquina. No mesmo momento sentiu ardência na perna direita, enquanto era atacado pelo cão. Depois, ao erguer a calça na altura do joelho, percebeu que tinha sido alvejado. O fato aconteceu no começo da noite de quarta-feira, próximo ao Cemitério Cruz das Almas.

Segundo Bennet, os policiais chegaram em seguida, impediram a agressão do cachorro e prosseguiram com a perseguição. “Eles continuaram com a perseguição e nem me socorreram”, conta o rapaz. Bennet chamou o Corpo de Bombeiro, onde ele faz curso de bombeiro voluntário. Assim, foi conduzido ao Hospital Nossa Senhora dos Prazeres.

O marmorista teve sorte, o projétil entrou bem próximo da veia artéria, pelo lado de dentro da perna e saiu, não sendo preciso fazer cirurgia. A vítima já está em casa. “Fiquei com o prejuízo. Temos serviços para entregar e ninguém para fazer”, explica o rapaz, ao relatar que é o único empregado da marmoraria, uma vez que o pai adoentado, trabalha na parte administrativa.

Bennet também está preocupado com a pensão que tem que pagar, para o filho de três anos, e não sabe quanto tempo ficará afastado. “Sinto dores no local ainda”, argumenta.

A Polícia Civil vai apurar de quem partiu o tiro. Ontem, o delegado da 1ª Delegacia de Polícia de Lages, Giovani Floriani disse, que a família ainda não tinha feito Boletim de Ocorrência (BO) e por isso não sabia detalhes da ação.

O comando da Polícia Militar informa que a PM fez boletim de ocorrência e vai encaminhar para a Civil. “A PM também irá apurar as circunstâncias do episódio, através da corregedoria e está adotando as providências para identificar e responsabilizar o masculino suspeito de ter efetuado o disparo.

Em relação ao pronto atendimento ao cidadão, acreditamos que não havia outro caminho a não ser capturar o suspeito. Mas o atendimento não foi negligenciado, tanto que depois, os policiais foram até o hospital ver a vítima”, relata a nota da PM

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