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Polícia Civil continua investigando o incêndio na Escola Francisco Manfroi

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Alunos foram realocados em outras salasa para não perder o ano letivo - Foto: Andressa Ramos

A madrugada do dia 30 de janeiro de 2018 ficará, por algum tempo, na lembrança da comunidade da Escola de Educação Básica Francisco Manfroi, no Bairro Santa Mônica, em Lages, principalmente para as crianças e professores.

Um dos vizinhos relatou que acordou com um barulho e até acreditava ser tiro, porém, quando levantou de sua cama para ver o que estava acontecendo, percebeu que algumas salas da escolas estavam em chamas.

Quase três meses depois, a reforma das salas de aula já está avançada. As paredes estão erguidas e a expectativa é que, em até cinco meses, esteja concluída, apesar do contrato prever um ano. As obras deverão ser concluídas em até 150 dias, para que os alunos possam voltar a ocupar as novas salas de aula durante este ano letivo.

A licitação para recuperar a ala queimada foi realizada em caráter emergencial e tem como valor global R$ 635.064,75.

Enquanto isso, os alunos continuam tendo aulas normalmente em salas improvisadas, um exemplo é a biblioteca, que agora não tem apenas livros, mas também crianças todos os dias para compor o cenário. O laboratório de informática também mudou e agora é uma das salas de aula do ensino médio, como a sala de multimídia.

De acordo com o empreiteiro John Lemos de Oliveira, o projeto de recuperação da ala destruída pelo incêndio prevê a construção de cinco salas de aula, além do refeitório, cozinha e banheiros. Para realização das obras, a ala destruída também foi isolada das áreas utilizadas diariamente pelos alunos e colaboradores da escola.

Incêndio foi criminoso

Seis dias após o incêndio, o delegado David de Oliveira Girardi, na época responsável pela 3ª Delegacia de Polícia na Área Industrial, confirmou que o incêndio que destruiu algumas das salas foi criminoso. “Conforme o delegado, foi instaurado um inquérito, e a polícia já tem suspeitos de terem ateado fogo na escola, porém aguarda o laudo da perícia para concluir as investigações”.

O delegado da Divisão de Investigação Criminal, Sérgio Roberto de Sousa, assumiu nesta quarta-feira (11), também, a 3ª Delegacia de Polícia na Área Industrial. Ele comenta que irá se inteirar sobre o caso, mas por enquanto, não há nenhuma novidade. A Polícia Civil segue investigando.

A escola era monitorada eletronicamente e, mesmo assim, já havia sido invadida. A expectativa era que as imagens das câmeras de vídeo contribuíssem na identificação dos autores do crime.

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