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PC trabalha para identificar quem pratica atos de ilegalidade nas manifestações

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Foto: Jeferson Baldo/ Secom/ Divulgação

O delegado Sérgio Roberto de Souza, da DIC de Lages, e sua equipe trabalham  para identificar essas pessoas e, segundo ele, as diligências devem continuar até que a manifestações cessem

A missão dos policiais catarinenses vai além de proteger a população, auxiliar no restabelecimento da ordem, especialmente nestes 10 dias de paralisação dos caminhoneiros. A Polícia Civil de Santa Catarina, integrada a outras forças de segurança, está atuando fortemente para que as consequências das manifestações não se tornem mais graves.

Duas frentes distintas estão sendo trabalhadas: o Serviço Aeropolicial (Saer) e equipes em terra estão prestando apoio no deslocamento de produtos considerados essenciais; e a busca pela identificação e a responsabilização de todos aqueles que estão praticando atos de ilegalidade nos pontos onde estão concentrados os manifestantes.

“As pessoas que forem identificadas cometendo delito  será instaurado inquérito para apurar a conduta. Também queremos identificar as lideranças dos movimentos e se esses cometeram delitos. Tudo pautado pela legalidade”, disse o delegado Sérgio Roberto de Souza.

O delegado-geral da Polícia Civil, Marcos Ghizoni Jr, disse que o movimento dos caminhoneiros “começou de forma ordeira e transbordou para a ilegalidade”. “Há inúmeras pessoas identificadas que serão responsabilizadas perante a Justiça pelos crimes que cometeram”, afirmou o delegado ao citar a situação peculiar que aconteceu em Imbituba na noite de terça-feira, 29. Um veículo foi atingido por uma pedra e uma criança, que se encontrava no banco traseiro, quase foi atingida.  “A Polícia Civil vai atuar fortemente para responsabilização criminal de quem as cometeu”, ressaltou.

Repressão à criminalidade

Ghizoni destacou que as ações de auxílio para que os serviços básicos à população fossem mantidos durante esses 10 dias não impediram as demais atividades da Polícia Civil na repressão à criminalidade. Oito grandes operações foram realizadas na Grande Florianópolis, Joinville e Tubarão.

Nestes dias, a Polícia Civil prendeu pelo menos 41 pessoas. Ao menos, 65 quilos de drogas foram apreendidas, além de latrocínios e homicídios solucionados, objetos de furto recuperados e apreensão de armamento. Só na Grande Florianópolis, os policiais deflagraram pelo menos dez ações, que culminaram em prisões como a de um homem de 29 anos preso por extorsão, no dia 28; e em operações simultâneas que resultaram em prisões e apreensões de armas, munições, droga e dinheiro.

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