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Para baixar o diesel, folha de pagamento ficará mais cara

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Foto: Divulgação

Para reduzir a carga tributária sobre o óleo diesel, o Governo Federal quer aprovar a reoneração da folha de pagamento para diversos setores da economia. A ideia é usar estes recursos para compensar a perda da arrecadação causada pelo corte tributário do PIS/Cofins sobre o diesel.

O governo quer acabar com a desoneração da folha de pagamento, até dezembro de 2020, para os 56 setores abrangidos por esse benefício.

Essa ajuda fiscal foi lançada em 2011, pelo governo Dilma Rousseff (PT), e tem o objetivo de reduzir os custos de pagamento de grandes empregadores para preservar as vagas de trabalho.

A folha de pagamento ficará mais cara cerca de 20%, percentual que hoje deixa de ser pago para a contribuição previdenciária.

Em troca da desoneração, os empresários pagam percentual que varia de 1% a 4,5% sobre a receita bruta. Em março, o relator do projeto na Câmara, deputado Orlando Silva (PC do B-SP) havia proposto manter o benefícios para até 20 segmentos.

O impacto da reoneração da folha de pagamento é visto com preocupação para entidades ligadas às empresas. O diretor executivo da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Lages, Jhonathan Roberto da Silva, afirma que a entidade é totalmente contra a reoneração da folha. “Um setor não pode cobrir outro.

Com certeza, vai aumentar o desemprego em um momento em que a contratação já é pequena”.

Única representante da Serra Catarinense, na esfera federal, a deputada Carmen Zanotto percebe que deixar a folha mais cara, causará mais problemas, como desemprego e uma dificuldade econômica maior. “Foi uma medida que não vai resolver economicamente a situação”.

Ela afirma que os caminhoneiros não estão sendo ouvidos pelo governo e frisa que a medida do governo de mandar forças policiais para as rodovias não deveria ser realizada.

A Fiesc e Associação Empresarial de Lages (Acil), não se manifestaram sobre o assunto até o fechamento desta edição.

Ponto de vista_ Quando a desoneração foi criada, o Brasil estava com taxas historicamente baixas de desemprego. A nova tributação, portanto, não reduziu o desemprego. Economistas afirmam que, ao estimular admissões, ela pode ter ajudado a pressionar pelo aumento de salários, o que aumenta o custo para as empresas.

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Motociclistas morrem em acidente na BR-282, em Rancho Queimado

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Foto: Divulgação

Dois motociclistas morreram após um acidente de trânsito no quilômetro 70 da BR-282, em Rancho Queimado, após colisão entre as duas motos. Sendo uma com placas de Itajaí, e a outra com placas de Navegantes.  

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) o acidente aconteceu na tarde deste sábado (14). Suspeita-se que um dos motociclistas estivesse trafegando acima do limite de velocidade permitida. Com isso, teria perdido o controle da moto em uma curva, atingindo o condutor que trafegava em direção a Lages. 

Equipes do Samu, helicóptero Arcanjo do Corpo de Bombeiros, foram acionados, porém, não deu tempo de socorrer as vítimas. Os dois motociclistas morreram no local.

Ainda de acordo com informações, uma das vítimas fatais, estava vindo para o Motoneve. A PRF não divulgou mais detalhes sobre o acidente e nem a identidade das vítimas.

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Polícia apreende mais de 31 quilos de maconha na BR-282

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A Polícia Civil, por meio da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Lages, após dois meses de investigações, apreendeu 31 quilos e 750 gramas de maconha.

A droga era transportada em um Fiat Uno com placas de Correia Pinto. O carro foi abordado na madrugada deste sábado (14) na-BR 282, próximo a São José do Cerrito. Segundo a DIC, a droga é oriunda da cidade de Mundo Novo (MS) e seria entregue em Lages.

Foram presos em flagrante, Prudêncio Benitez Tonanez, de 54 anos,  morador do Estado do Paraná e Gutierres Zacarias Luis Américo, de 34 anos, que mora no Paraguai. 

Eles foram levados ao Presídio Regional de Lages.

Ainda de acordo com a polícia, os dois homens, responderão pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. As investigações continuam a fim de identificar se há mais pessoas envolvidas no crime.

Segundo o delegado da DIC Sérgio Roberto de Sousa, nos últimos 30 dias a polícia de Lages, apreendeu aproximadamente 731 quilos de maconha, e as ações continuam para reprimir o tráfico de drogas na em Lages e região.

Participaram da ação, policiais da DIC e da Polícia Rodoviária Federal (PRF). 

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Usuários deixam planos de saúde para utilizar SUS

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Foto: Camila Paes

O aumento dos preços dos planos de saúde afastou ainda mais usuários em 2018. Segundo dados da Agência Nacional de Saúde (ANS), desde 2015, cerca de 2,9 milhões de pessoas saíram do sistema de saúde privado. Em Lages, esta mudança tem refletido no aumento dos atendimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), como no Pronto Atendimento Tito Bianchini.

A secretária de Saúde, Odila Valdrich, explica que este aumento tem sido sentido desde 2017 e, há dois meses, o fluxo cresceu ainda mais. Uma pesquisa nacional revela que 30% dos pacientes que antes usavam planos de saúde migraram para o SUS. Ela ressalta que o impacto é violento, porque a estrutura permanece a mesma, mas o número de atendimento sobe.

“Nós temos a consciência que todos têm direito a ter o atendimento gratuito, mas é uma grande demanda e esgota a equipe.”

Em junho deste ano, a ANS publicou a autorização de reajuste máximo de 10% para planos de saúde médico-hospitalares individuais e familiares com ou sem cobertura odontológica. A medida é retroativa a 1º de maio deste ano e vale até 30 de abril de 2019.

O percentual é válido para planos de saúde contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei nº 9.656/98 – atinge, portanto, 8,1 milhões de beneficiários, o que representa 17% do total de 47,3 milhões de consumidores de planos de assistência médica no Brasil, de acordo com dados referentes a abril de 2018.

Liminar concedida pela Justiça Federal de São Paulo, no último dia 12, chegou a limitar o reajuste a 5,72% a pedido do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). O Tribunal Regional Federal da 3ª Região, no entanto, suspendeu a liminar, abrindo caminho para o percentual máximo de 10% anunciado pela ANS.

Pronto Atendimento é para urgência

Odila também ressalta que as pessoas têm procurado o Pronto Atendimento por motivos de pouca urgência. Em média, entre 60% e 70% dos casos são de dor e cabeça, náuseas, falta de ar, tontura, tosse e dor de garganta, os quadros clínicos mais comuns que dão entrada no PA.

Muitos casos, considerados sem gravidade acabam competindo com os que realmente necessitam de atenção naquele momento e aumentam o tempo de espera para atendimento. Odila explica que isso também é um reflexo da saída dos usuários dos planos de saúde que, anteriormente, ao apresentar sintomas sem gravidade, agendavam consultas médicas pelos planos.

E esta demanda, segundo ela, não deve parar. Em casos não urgentes, a orientação é procurar as Unidades de Saúde para atendimento ou para agendar consultas com especialistas na Policlínica.

De acordo com dados da Prefeitura, entre os dias 1º e 7 de julho de 2018, foram realizados 1.870 atendimentos no Pronto Atendimento. Todos os pacientes que deram entrada, passaram pelo sistema de classificação que organiza o fluxo por cores, conforme a gravidade da ocorrência. O tempo de espera para o atendimento médico pode ser imediato, urgente, pouco urgente e não urgente. No período apurado de uma semana, verificou-se que do total dos pacientes atendidos, 189 foram classificados como pouco urgente. Outros 25 pacientes foram classificados como muito urgente.

Reflexo também nos leitos hospitalares

A utilização do Pronto Atendimento em substituição a um consultório médico pode, também, sobrecarregar o atendimento de demandas que comprometem o fluxo de atendimentos, como a falta de leitos hospitalares.

Desde o dia 1º de julho, todos os leitos da emergência e das salas de observação feminina e masculina estão lotados com pacientes aguardando internamento. A maioria idosos com problemas respiratórios ou cardíacos, que chegam a ficar até quatro dias no PA aguardando um leito hospitalar. Durante o período em que permanecem na unidade, recebem toda a atenção, com exames, medicamentos e o mesmo acompanhamento médico que deveriam receber no hospital.

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