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Opção Tarifa Branca na conta de luz

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Além das lâmpadas, aparelhos de ar-condicionado são responsáveis por bastante gasto de energia elétrica - Foto: Andressa Ramos

Se em sua empresa ou até em casa o consumo mensal de energia é superior a 500 quilowatts-hora, você pode ir a uma loja da Celesc para fazer o termo de solicitação da Tarifa Branca. Essa modalidade é uma nova opção para consumidores que conseguem enconomizar energia no horário de ponta, que é entre 16 e 21 horas. Se houver diminuição de uso, o cliente tem desconto, que pode chegar a até 60%. Se o consumo for maior nos períodos de ponta e intermediário e não houver possibilidade de transferência do uso dessa energia elétrica para o período fora de ponta, a Tarifa Branca pode resultar em uma conta maior: assim, é mais vantajoso continuar na Tarifa Convencional.

Com a Tarifa Branca, o consumidor passa a ter possibilidade de pagar valores diferentes em função da hora e do dia da semana. Se o consumidor adotar hábitos que priorizem o uso da energia fora do período de ponta (aquele com maior demanda de energia na área de concessão), diminuindo fortemente o consumo neste horário e no intermediário, a opção pela Tarifa Branca oferece a oportunidade de reduzir o valor pago pela energia consumida.

Nos dias úteis, o valor Tarifa Branca varia em três horários: ponta, intermediário e fora de ponta. Na ponta e no intermediário, a energia é mais cara. Fora de ponta, é mais barata. Nos feriados nacionais e nos fins de semana, o valor é sempre fora de ponta. Os períodos horários de ponta, intermediário e fora de ponta são homologados pela Aneel nas revisões tarifárias periódicas de cada distribuidora, que ocorrem em média a cada quatro anos.

O gerente regional da Celesc, José Afonso Marin, explica que essa medida é uma forma de conscientizar as pessoas sobre o consumo nesses horários de ponta e, até, uma forma de não ter apagões nestes períodos. Além de evitar a construção de novas usinas e ajudar o meio ambiente.

Quais os benefícios da tarifa branca

A Tarifa Branca reflete o uso da rede de distribuição de energia elétrica de acordo com o horário de consumo. Assim, quando o consumidor centraliza seu consumo no período fora de ponta, pode reduzir seus gastos com energia elétrica e, ao mesmo tempo, melhorar o fator de utilização das redes – o que reduz ou posterga investimentos.

Para chegar aos consumidores, a energia elétrica percorre toda uma estrutura de redes (condutores e postes, entre outros). As redes têm períodos de utilização mais intensos e outros de menor uso ou até ociosos. Como a rede é dimensionada para atender a esses horários de ponta, o aumento do consumo de energia nesses períodos acarreta expansão da capacidade instalada, o que não se verifica quando o consumo ocorre fora da ponta.

Antes da criação da Tarifa Branca, havia apenas uma tarifa, a Convencional, que tem um valor único (em R$/kWh) cobrado pela energia consumida e é igual em todos os dias, em todas as horas. A Tarifa Branca cria condições que incentivam alguns consumidores a deslocarem o consumo dos períodos de ponta para aqueles em que a rede de distribuição de energia elétrica tem capacidade ociosa.

É importante que o consumidor, antes de optar pela Tarifa Branca, conheça seu perfil de consumo e a relação entre a Tarifa Branca e a Convencional. Quanto mais o consumidor deslocar seu consumo para o período fora de ponta e quanto maior for a diferença entre essas duas tarifas, maiores serão os benefícios da Tarifa Branca.

Contudo, a Tarifa Branca não é recomendada se o consumo for maior nos períodos de ponta e intermediário e não houver possibilidade de transferência do uso dessa energia elétrica para o período fora de ponta. Nesses casos, a Tarifa Branca pode resultar em uma conta maior: nessa situação, é mais vantajoso continuar na Tarifa Convencional.

Exemplos de consumidor comercial

Antes de optar pela Tarifa Branca, é preciso que o consumidor faça uma análise sobre o seu perfil de consumo e os hábitos de utilização da energia elétrica ao longo do dia, comparando-os com os períodos de ponta e intermediário definidos para a distribuidora que o atende.  O consumidor deve observar a relação entre a Tarifa Branca relativa ao consumo fora de ponta e a Tarifa Convencional. Essas tarifas são definidas anualmente pela Aneel nos reajustes tarifários e publicadas em resoluções homologatórias para cada distribuidora.

Tarifa Branca

Quando o consumidor poderá aderir à tarifa branca_ Como foi regulamentado na Resolução Normativa nº 733/2016, o consumidor pode solicitar a adesão à tarifa branca desde 1º de janeiro de 2018. Contudo, existe um cronograma de preferência, de modo a priorizar as solicitações com as seguintes características:

  • >>1º de janeiro de 2018, para novas ligações e para unidades consumidoras com média anual de consumo mensal superior a 500 kW/h;
  • >>1º de janeiro de 2019 para unidades consumidoras com média anual de consumo mensal superior a 250 kW/h; e,
  • >>1º de janeiro de 2020 para todas as unidades consumidoras.

Ademais, deve-se considerar que:

  • >>a adesão será uma OPÇÃO do consumidor e a solicitação deverá ser atendida pela distribuidora em até 30 dias;
  • >>a opção pela modalidade tarifária Branca poderá ser exercida por todos os titulares de unidades atendidas em baixa tensão, exceto as unidades consumidoras da subclasse baixa renda da classe residencial, do tipo iluminação pública ou as unidades consumidoras que façam uso do sistema de pré-pagamento;
  • >>a adesão de uma nova ligação, no caso de o consumidor querer iniciar o fornecimento com aplicação da modalidade tarifária Branca, deve ser atendida pela distribuidora dentro dos prazos definidos pela Resolução Normativa nº 414/2010 (máximo de 5 dias em área urbana e 10 dias em área rural);
  • >>o consumidor poderá retornar à Tarifa Convencional a qualquer tempo, devendo ser atendido pela distribuidora em até 30 dias. Após o retorno à Convencional, uma nova adesão à Tarifa Branca só será possível após o prazo de 180 dias;
  • >>os custos relativos ao medidor e à sua instalação são de responsabilidade da distribuidora; eventuais custos para alterações no padrão de entrada da unidade consumidora competem ao consumidor;
  • >>o consumidor poderá solicitar um medidor com funcionalidades adicionais, devendo, porém, arcar com a diferença de preço desse equipamento em relação ao medidor normal;
  • >>a fatura deverá discriminar os valores de consumo em cada período (ponta, fora de ponta e intermediário).

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PIS: trabalhadores nascidos em março e abril podem sacar abono salarial

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Foto: Arquivo/Agência Brasil/Divulgação

Começou nesta quarta-feira (22) o pagamento do abono salarial do PIS (Programa de Integração Social) do calendário 2017/2018, ano-base 2016, para os trabalhadores nascidos nos meses de março e abril. Segundo a Caixa Econômica Federal, os valores variam de R$ 80 a R$ 954 conforme o tempo de trabalho em 2016. Os titulares de conta individual na Caixa com saldo acima de R$ 1 e movimentação receberam o crédito automático na última terça-feira (20).

Os pagamentos são feitos conforme o mês de nascimento do trabalhador e tiveram início em julho, com os nascidos naquele mês. Os recursos de todos os beneficiários ficam disponíveis até 29 de junho de 2018. Os últimos a sacar serão os nascidos em maio e junho, a partir de 15 de março.

São liberados R$ 15,7 bilhões para 22,1 milhões de beneficiários em todo o calendário. Para os nascidos em março e abril, estão disponíveis R$ 2,664 bilhões para mais de 3,745 milhões de trabalhadores. O valor do benefício pode ser consultado no Aplicativo Caixa Trabalhador, no site do banco ou pelo Atendimento CAIXA ao Cidadão: 0800 726 0207.

A Caixa lembra que tem direito ao benefício o trabalhador inscrito no Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2016, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Também é necessário que os dados estejam corretamente informados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), ano-base 2016.

Quem tem o Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir a uma casa lotérica, a um ponto de atendimento Caixa Aqui ou aos terminais de autoatendimento da instituição. Caso não tenha o Cartão do Cidadão e não tenha recebido automaticamente em conta da Caixa, o valor pode ser retirado em qualquer agência do banco público, apresentando o documento de identificação. O trabalhador vinculado a empresa pública com inscrição no Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) recebe o pagamento pelo Banco do Brasil.

Fonte: Agência Brasil

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Programa Startup SC está com inscrições abertas

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Foto: Divulgação

O programa de capacitação Startup SC, iniciativa do Sebrae/SC em parceria com o Governo do Estado, está com inscrições abertas. Empresas de base tecnológica iniciantes podem se inscrever entre 19 de fevereiro e 19 de março para o programa com duração de cinco meses e oferece, além de capacitação, acesso à rede de empreendedores do ecossistema de sucesso catarinense. Esta é a oitava edição do programa e pela primeira vez estará selecionando 30 startups – elas serão divididas em duas turmas, em Joinville e Florianópolis. O resultado da seleção será divulgado no dia 28 de março.

As selecionadas participarão de cursos, palestras, workshops, mentorias presenciais e online gratuitamente. As consultorias presenciais acontecem em Florianópolis e Joinville, simultaneamente, durante os cinco meses de treinamento. Não é necessário ser pessoa jurídica para participar.

O sucesso dessa metodologia é refletido no número de empresas nascentes que passaram pelas turmas do Startup SC e continuam no mercado: cerca de 64% ainda estão ativas em um cenário nacional em que 74% das startups não sobrevivem aos primeiros cinco anos, de acordo com estudo da Startup Farm.

Vantagens

Além da capacitação os participantes ganham créditos para utilização nas plataformas AWS, Google Cloud e IBM Cloud, assinatura de um ano na ContaAzul, dois anos de isenção na mensalidade da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), tarifas especiais para transações na Asaas, entre outras vantagens.

Inscrições: http://www.startupsc.com.br/inscreva-se/

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Sest/Senat amplia estrutura e serviços em nova unidade

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Foto: Susana Küster

Atualizado às 12:02

O Sest/Senat de Lages, a partir de junho, vai funcionar na nova estrutura, que está sendo construída às margens da BR-282, próximo ao Lages Garden Shopping.

O órgão que hoje funciona em 300 metros quadrados, na Rua Campos Sales, Bairro Coral, vai passar para quatro mil metros quadrados. O investimento de R$ 12 milhões, (recurso próprio), possibilitará mais conforto e espaço para eventos e cursos.

O público, que em sua maioria são motoristas, terão atendimento odontológico, clínica geral, fisioterapia e palestras educativas. Haverá também um ginásio poliesportivo, que também servirá como centro de eventos.

Hoje a estrutura possui uma sala de odontologia e outra para fisioterapia. A que está sendo construída terá oito salas para atendimento odontológico, além de nutricionista, psicóloga e atendimento radiológico para a parte de odontologia.

Os cursos terão mais espaço, já que de uma sala de aula vai para oito, além de mais duas salas de informática. O órgão também oferecerá simulador de direção para caminhão e ônibus. “Estamos prevendo um curso técnico em manutenção em oficina mecânica, no ano que vem”, afirma o gerente do Sest/Senat, Renato Inda Macedo.

Com a nova estrutura, a expectativa é de que a demanda aumente. “Lages possui um potencial grande para o transporte pela posição geográfica que possui”, avalia Renato.

 

Erramos: Na matéria, foi informado que a sede do Sest/Senat era anexo ao Posto Ampessam, na BR-116, quando na verdade é na Rua Campos Sales.

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Fecam defende liberação de fundo

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Foto: Alesc/Divulgação

Preocupada com a retomada do crescimento da economia nos municípios, a Federação Catarinense de Municípios (Fecam) se juntou aos pedidos do Governo do Estado de Santa Catarina e encaminhou ao Banco Nacional de Desenvolvimento – BNDES e ao Ministério da Fazenda, nesta quinta-feira, 15, uma solicitação de celeridade no processo de liberação dos recursos do Fundo de Apoio aos Municípios (Fundam 2). A entidade também enviou o documento, assinado pelo presidente Volnei Morastoni, prefeito de Itajaí, ao Fórum Parlamentar Catarinense para que os deputados federais e senadores auxiliem nas tratativas de destravamento do financiamento.

A Federação entende que os recursos do fundo são estratégicos para a indução do desenvolvimento econômico e social, em prol da geração de renda, emprego, riqueza e ampliação da produtividade dos setores econômicos. “A capacidade de investimentos dos municípios catarinenses é cada vez menor. Entre 2006 e 2016, foi, em média, de 5% da arrecadação total. Isso reforça a importância do Fundam para que todos os prefeitos e prefeitas tenham condições de concretizar obras que são reivindicadas pela população”, observa Morastoni.

A entidade demonstra que com os recursos do Fundam 1, repassados efetivamente entre 2014 e 2016, houve um crescimento de 20,48% nos investimentos feitos pelos municípios, o que contribuiu para amenizar os efeitos da crise econômica sobre a renda e geração de empregos em Santa Catarina. Isso porque os investimentos em infraestrutura, destinação de grande parte dos recursos, são importantes para promover a ampliação e manutenção do crescimento econômico e desenvolvimento catarinense.

Fundam 2

O investimento previsto para a nova edição é de R$ 700 milhões. As áreas previstas para destino dos recursos são: infraestrutura (logística e mobilidade urbana); construção e ampliação de prédios nas áreas de educação, saúde e assistência social; construção nas áreas de desporto e lazer; saneamento básico; aquisição de equipamentos, veículos e materiais destinados aos serviços de saúde e educação; e aquisição de máquinas e equipamentos rodoviários novos, fabricados em território nacional.

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