Lages, 22/05/2015, Correio Lageano, por Susana küster
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Ao passar na rua Francisco Felício de Miranda, no Bairro Várzea, o motorista Deivid Wolff Rodrigues levou um susto. O ônibus que dirigia atolou, mesmo com a rua nivelada e aparentemente sem nenhum problema de drenagem.
Ele mora em Otacílio Costa e conta que foi visitar a mãe que mora no bairro, quando percebeu que o veículo afundou. “Levei um susto, porque não tinha nenhuma sinalização dizendo que o tráfego estava proibido. Haviam arrumado a rua horas antes”, comenta.
Pagamento
Para sair do lugar, ele precisou pagar para um motorista retirá-lo do lugar. “Foi o único jeito de sair e se eu não estivesse lá, talvez o caminhão dele também atolasse”, lembra.
O motorista acredita que não tenha pedra o suficiente no local ou que tenha faltado assentar o material jogado na rua. “Não sei se mais alguém atolou o veículo ali, só acho errado não ter sinalização que veículos pesados não possam passar”, frisa.
A Secretaria de Infraestrutura informou que o problema pode ter sido causado por falta do rolo compressor passar na rua. Segundo informações do órgão, há falta deste tipo de equipamento na cidade e às vezes quando jogam material em um local, o rolo não passa no mesmo dia. A informação seria confirmada até o final da tarde, mas a pessoa responsável saiu do órgão sem dar retorno.
Foto: Divulgação