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“Onde Nascem Os Fortes”, nova supersérie da Globo

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A trama conta a história dos irmãos Nonato e Maria, interpretados, respectivamente, por Marco Pigossi e Alice Wegmann - Foto: GShow/ Divulgação

A  Globo também tem investido bastante em séries e a próxima que irá ocupar o horário das 23 horas se chama “Onde Nascem Os Fortes”. A trama conta a história dos irmãos Nonato e Maria, interpretados, respectivamente, por Marco Pigossi e Alice Wegmann – que até mudou o visual para viver a personagem. Durante uma viagem para a cidade de Sertão, localizada no Nordeste e terra natal de Cássia (Patricia Pillar), mãe dos jovens, Nonato desaparece após flertar com Joana (Maeve Jinkings), amante do empresário Pedro Gouveia (Alexandre Nero), também conhecido como o “Rei de Sertão”.

Depois do ocorrido, Maria fica preocupada que Pedro possa estar envolvido no sumiço do irmão e declara guerra ao poderoso empresário. Por conta disso, Cássia retorna à sua cidade natal para tentar resolver o caso e contará com a ajuda de Ramiro (Fábio Assunção), um juiz de Sertão que tem Gouveia como inimigo declarado. “Partimos das bases clássicas do folhetim, mas com desdobramentos que são um retrato do Brasil de hoje, com todas as suas contradições”, explica José Luiz Villamarim, diretor artístico da trama.

Também faz parte do elenco Gabriel Leone, que interpretará Hermano, filho de Rosinete (Debora Bloch) e Pedro Gouveia. O rapaz é um jovem empresário e paleontólogo que se apaixona por Maria, mas tem seu romance abalado após o sumiço de Nonato.
Fonte: Purebreak

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Dois filmes lageanos selecionados em mostra do Sesc

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Fotos: Coração Delator/Divulgação

Duas produções lageanas serão exibidas em todo o Estado, durante a II Mostra Sesc de Cinema. Edgar e o Reino Submerso, e A Última Chama, ambas da produtora Coração Delator. As apresentações acontecerão em Lages, Laguna e Florianópolis, em abril, e estão na disputa para serem transmitidas nacionalmente.

A publicitária e cineasta Paula Abreu teve sua estreia como diretora de curta com um dos seus trabalhos selecionados. A Última Chama conta a história de um homem que vive isolado, segue sempre a mesma rotina eacaba transformando suas melhores lembranças nos piores pesadelos. Para ela, é gratificante ver um trabalho ser reproduzido em todo o Estado e destaca que a oportunidade para o cinema lageano é importante, já que, muitas vezes, não há reconhecimento.

Paula possuía experiência em direção de vídeos publicitários e participou de produções de curtas e documentários. Com convite do roteirista e co-diretor Armin Reichert, teve uma experiência emocionante. “Trabalhar com cinema é um aprendizado constante. Sou apaixonada por cinema, desde a criação do roteiro até a finalização do filme, e ver a reação do público durante a exibição é algo muito especial”, ressalta.
Para a produção do curta, a equipe ficou por dois dias em uma cabana, em uma área isolada da cidade. Mesmo com dias intensos, ela ressalta que foi um período de diversão, sintonia e entusiasmo.

Valorização feminina

Recentemente, um movimento pela valorização das produções dirigidas, produzidas e pensadas por mulheres têm ganhado força. Paula acrescenta que, esse movimento, mexe em com ela pessoalmente, já que estando na área há algum tempo, sabe que a luta pela valorização é diária, assim como a luta pelo reconhecimento pela igualdade e respeito. “Em Lages ainda é muito forte a cultura machista. Há muita luta pela frente”, enfatiza.

Edgar e o Reino Submerso

Armin, que co-dirigiu e estrelou A Última Chama, também foi selecionado com seu mais recente trabalho, o curta Edgar e o Reino Submerso. Uma adaptação atual da lenda da serpente do Tanque, o filme foi produzido com apoio do edital da Fundação Cultural de Lages. O cineasta afirma que o prêmio possibilitou a realização do filme com qualidade técnica e suporte necessários. “Dessa forma, mostra-se a importância de incentivos como este, já que auxilia na evolução dos artistas. O Edgar ajudou a levar o nome da nossa cidade a todo Estado, então, só prova que o prêmio é um investimento necessário e com uma resposta positiva”.

Sobre a seleção para o festival, Armin revela que é muito satisfatório ver seu trabalho em diversas salas de cinema, como as do Sesc. “E, também, traz visibilidade a nossa cidade no cenário estadual, representatividade e reconhecimento para a cena de cinema que temos. Agora, pode alcançar o Estado todo. Essa mostra vem trazer o recado de que a produção de cinema em Santa Catarina não está centralizada em uma cidade, e que ela é ampla e em expansão.”

 

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Fevereiro dourado

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O diagnóstico precoce é o melhor aliado na cura do câncer infantil

 

O câncer infantil é, atualmente, a segunda causa de morte na faixa etária entre 1 a 19 anos. Apesar disso, o índice de cura pode chegar a 70% nos casos em que há diagnóstico precoce. Sendo que os tumores mais frequentes na infância e na adolescência são as leucemias (que afeta os glóbulos brancos), os do sistema nervoso central e linfomas (sistema linfático).

O grande problema é que nem sempre a doença é descoberta no seu estágio inicial, principalmente, porque alguns sintomas podem se confundir com os de outros males muito comuns na infância.

A realidade mostra ser comum crianças e adolescentes com câncer chegarem ao centro especializado de tratamento com a doença em estágio avançado. Os motivos para isso são diversos: desinformação dos pais, medo do diagnóstico de câncer, desinformação dos médicos ou dificuldade no acesso aos serviços de saúde.

“Os pais precisam prestar atenção nas queixas das crianças. Valorizar o que eles estão sentindo e não, simplesmente, dizer que não é nada ou dar remédio para dor sem prescrição médica”, afirma a médica oncologista Maitê Vassen Schurmann. “O diagnóstico precoce é a melhor arma nessa luta. Assim, o importante é ficar atento caso o problema constatado não desapareça uma semana após a visita ao pediatra”, alerta a doutora Maitê.

Dra Maitê Vassen Schurmann oncologista – Foto: Divulgação.

 

Cerca de 12 mil novos casos de câncer infantil são registrados no Brasil a cada ano, segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer. O número é realmente alto, mas não deve ser motivo para alarde. Por este motivo, a campanha Fevereiro Dourado defende que o profissional de saúde que atende uma criança com câncer deve estender o tratamento a toda a família do paciente, uma vez que o câncer infantil é visto por especialistas como uma espécie de câncer familiar e não de um único indivíduo apenas. “Por esse motivo é importante que o tratamento seja feito em centros especializados, porque tanto a criança doente quanto sua família têm necessidades especiais”, diz a médica.

Depois de feito o diagnóstico, pode-se tratar com cirurgia, radioterapia e quimioterapia ou pela combinação de duas ou mais dessas terapias. Apesar das exceções, o câncer infantil costuma responder bem à quimioterapia, pois tem crescimento rápido.

As crianças que passam por essa doença precisam crescer e amadurecer mais rápido que seus amiguinhos. “Essas crianças sempre dão uma lição de vida para quem convive com eles”, comenta a doutora Maitê, que já pode cuidar de muitas crianças com câncer quando fez a sua residência médica no Hospital São Lucas da PUC, em Porto Alegre.

É importante ressaltar que a luta pelo câncer infantojuvenil é de todos, sejam governantes de todas as esferas, pais, educadores, profissionais da saúde, voluntários, cidadãos. “Quanto mais informações sobre a doença forem disseminadas na sociedade e cada um assumir o papel de promoção pela cura, alcançaremos a meta, pois não há prêmio melhor do que uma criança curada”, conclui a oncologista.

A vitória de Pietro

Foi em dezembro de 2013 que Pietro Granzotto Pucci, o pequeno torcedor do Leão da Serra, reclamou com a mãe de dor no braço. “Era época de brincadeiras, inclusive foi na semana do “Tempo de Brincar” no colégio. O levamos ao ortopedista e os exames mostraram que estava tudo certo”, conta Joice.

As férias de janeiro de 2014 chegaram e a família viajou para a praia. “Pietro estava tomando sorvete e derrubou a casquinha no chão. Com a outra mão ele bateu na sua mão direita e disse: “Mãe, minha mão não me obedece!” Fiquei um pouco preocupada, mas, passou instantaneamente, voltando ao normal”, relata a mãe. Porém, no final da tarde daquele mesmo dia o braço de Pietro, começou a ter espasmos musculares muito visíveis. Na mesma hora, atentos ao filho, Joice e o marido Fabrício procuraram agendamentos com neurologistas da lista de médicos da região litorânea. Após consultas e exames, o casal voltou para Lages onde o neurologista Marcelo Conrad, após analisar os exames, imediatamente identificou que se tratava de um tumor e a operação se fazia urgente. Uma equipe médica cuidou do pequeno guerreiro. E no dia 4 de fevereiro, a cirurgia foi realizada no Hospital Santa Catarina, em Blumenau. Tudo correu perfeitamente, com retirada total do tumor. Mas, após 15 dias e bem na semana que Pietro completava seus 5 anos, a biópsia indicou: Glioblastoma de grau IV. Era o tipo mais comum e agressivo de tumor maligno cerebral.

O tratamento durou 1 ano e meio entre radioterapias e quimioterapias. Atualmente, os exames de acompanhamento, a cada 6 meses, ainda são necessários. Mas o menino simpático e inteligente que completou 9 anos, no dia 20 de fevereiro e que gosta de ver televisão, de futebol e videogame, está curado e sem nenhuma sequela.

Os pais, Joice e Fabrício, sorriem aliviados, e quando pergunto onde buscar forças nessa hora, eles respondem: “Força?! Ah, Deus existe!!! Realmente ele existe. Além das pessoas completamente solidárias, que em momento nenhum mediram esforços para nos amparar. Só temos a agradecer”.

Os principais sinais de investigação em relação ao câncer infantil

>>Vômitos associados a dores de cabeça (sem náusea)

>>Desequilíbrio ao andar

>>Dificuldade na visão

>>Dores ósseas ou nas articulações

>>Febre persistente

>>Emagrecimento

>>Fraqueza

>>Sudorese excessiva

>>Manchas roxas no corpo ou em pálpebras

>>Sangramento em geral

>>Diarreias crônicas

>>Dores frequentes nos dentes, não associadas a cáries

>>Dores abdominais prolongadas

>>Ínguas, gânglios ou nódulos indolores, com rápido crescimento, principalmente no pescoço, axila ou virilhas

>>Nódulos ou pintas na pele, que crescem ou mudam de cor

>>Secreção crônica drenada pelo ouvido

>>Desenvolvimento precoce de caracteres sexuais

>>Na região dos olhos pupila branca ou totalmente dilatada, protrusão do globo ocular.

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Eva Wilma estreia musical em Lages, no domingo

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Eva Wilma ao lado de Johnnie Beat e William Paiva, com quem divide o palco no espetáculo - Foto: Divulgação

Casos & Canções é o espetáculo que estreia neste domingo (26), às 20 horas no Teatro Municipal Marajoara, em Lages. A peça que estreia nacionalmente em Santa Catarina, tem como protagonista a atriz Eva Wilma, conhecida por papéis marcantes em novelas globais.

Neste espetáculo, a atriz traz para o público, de forma lúdica, suas memórias e experiências de 65 anos de carreira artística, iniciada nas aulas de violão e canto com Inezita Barroso. Johnnie Beat e William Paiva acompanham a estrela no palco e interagem por meio de conversas com a interpretação de canções que fizeram parte da vida da atriz.

Do repertório de Inezita, Eva Wilma traz os clássicos “Uirapuru” e “Azulão”. De sua convivência com Badem Powell, canta em dueto com o filho, “Samba em Prelúdio”, de Badem e Vinícius de Moraes. Do sul do país e das lembranças de suas cantorias de infância com os pais, “Felicidade”, de Lupiscínio Rodrigues. E de sua admiração pelo poeta Ferreira Gullar e pelo mestre Villa Lobos, canta “Trenzinho Caipira’.

Sua memória trará lembranças da convivência com colegas, grandes atores e atrizes, músicos, cineastas, produtores e empreendedores, que construíram a cultura das artes cênicas do nosso país, desde os primórdios do século XX, no teatro, no cinema, na televisão, nos livros, no suor da dedicação ao trabalho.

O público irá se emocionar com as história, poemas e canções. O trio encerra interpretando “Tempo Rei”, de Gilberto Gil, que permite sentirmos que “tudo permanecerá transcorrendo, transformando tempo e espaço navegando todos os sentidos”.

Serviço

>>Onde_ Teatro Municipal Marajoara
>>Quando_ dia 25 de fevereiro
>>Horário_ 20h

Ingressos à venda na bilheteria do Marajoara, Livraria La Fontaine, Lages Garden Shopping e www.blueticket.com.br.

>>Preços_ R$ 30,00 (estudantes, idosos, clientes Porto Seguro, doadores de sangue e advogados(as));
R$ 60 (inteira).

>>Produtor local_ Roger Andrade

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A Voz da Cidade estreia no Cine Marrocos, nesta sexta

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Foto: Divulgação

Estreia, hoje, o média-metragem A Voz da Cidade. Uma produção lageana independente que conta a vida de Carlos Joffre do Amaral, um dos fundadores da Rádio Clube de Lages. A exibição do filme será no Cine Marrocos às 20 horas, com entrada franca.

A história do paulista que escolheu Lages para criar um dos maiores veículos de comunicação do Brasil é contada através de um média-metragem produzido de forma independente pelo diretor lageano Marcelo Machado. As gravações do filme “A Voz da Cidade” tiveram início em 2016, e toda a equipe técnica e de atores foi formada por colaboradores da cena audiovisual de Lages. Segundo Marcelo Machado, a ideia do filme partiu da sua própria casa. “Meu pai foi uma das pessoas de confiança de Carlos Joffre na empresa, todos os dias ele contava alguma história pra mim. Produzir o filme foi uma forma de homenagear o próprio Joffre, Lages e meu pai”, afirma.

Das dificuldades, Marcelo afirma que a dúvida das pessoas com relação à qualidade do que é produzido em Lages ainda atrapalha. “Há uma desconfiança por parte de alguns sobre a produção local, mas de um tempo para cá, amantes do cinema têm conseguido mostrar qualidade técnica surpreendente, seja uma produção com muitos recursos ou independente como a nossa”, completa.
Machado relata isso pelo motivo que o grupo de pessoas ligadas à cena em Lages também foram colaboradores do filme e suas obras têm se destacado também fora da cidade.

“A Voz da Cidade” tem um roteiro que conta a chegada de 00 a Lages e todos os capítulos do seu casamento com a Dona Ilse, a instalação do alto-falante na praça e a ideia do que seria a Rádio Clube. O diretor diz que muitas partes são fictícias e adaptadas, isso pela dificuldade de retratar a época – a história se passa no fim dos anos 30. “Alguns elementos de cena sabemos que não faziam parte dos anos em questão, mas isso é a liberdade que o cinema nos dá, o importante é que a base principal da história de Joffre está bem contada,” acredita.

A produção contou com 29 atores e as locações compreenderam locais históricos de Lages. Foram cerca de 700 gigabytes de gravações, que resultaram em num filme de cerca de 50 minutos.

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