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Terrenos baldios: problemas e providência

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Servidão dos Castros entre as ruas Jorge Lacerda e Hercílio Luz, uma casa demolida causa preocupação na vizinhança - Foto: Divulgação

Terrenos, casas e construções abandonadas não são exclusividade dos bairros periféricos em Lages. No Centro, não é difícil encontrar situações semelhantes mas as que se referem aos terrenos baldios estão no topo das reclamações, em especial no verão, segundo explica o Secretário de Serviços Públicos e Meio Ambiente, Euclides Mecabô. O órgão tem conhecimento de que existem muitas pessoas que sofrem com esse vizinho indesejado e com os problemas que ele traz.

O jornalista-radialita Mario Cesar Costa do Santos Silva vive essa dilema. Ele mora ao lado da Servidãodos Castros, entre as ruas Jorge Lacerda e a Hercílio Luz, onde uma casa que foi demolida e seus dejetos causam aflição. Por causa do acúmulo de entulho, de acordo com ele, nas imediações já foi encontrado aranhas e até escorpião.

“O dono manda limpar em média de dois em dois meses mas o que a gente quer é que ele retire os entulhos”, explica, ao contar que já fez denúncia na Vigilância Sanitária, Prefeitura, Defesa Civil e no Ministério Público. “Mesmo fechada, lá virou local para consumo de drogas sem contar o problema de higine, entre tantos outros que preocupam a vizinhança”, salienta.

O proprietário da casa demolida, Marcus Antonio Laus dos Santos afirmou que passou veneno na semana passada contra animais peçonhentos e nesse sábado vai passar uma segunda mão. Sobre a invasão de pessoas, disse não ter controle e nunca contrataria um guarda para cumprir essa função.
“Não vou colocar alguém pra cuidar. Quem ver movimentação diferente que chame a polícia”, argumenta. “Essa é uma questão para a polícia resolver”, acrescenta. Ele também adiantou que na primeira quinzena de janeiro vai colocar piso no local e que, inclusive, os entulhos serão reaproveitados para fazer o contrapiso.

Fiscalização – Cabe aos vizinhos e pessoas interessadas observar qualquer irregularidade em terreno baldio próximo de suas casas ou ambiente de trabalho e notificar, em primeiro lugar, o próprio proprietário e na recusa ou na impossibilidade de localizá-lo, à prefeitura, para que esta tome as devidas providências.

População precisa denunciar os casos

A proliferação de roedores, insetos e até de animais peçonhentos é comum em locais abandonados, principalmente quando há entulhos. Além disso, o mato alto aliado ao acúmulo de lixo pode facilitar a formação de reservatórios de água, que se tornam criadouros do mosquito da dengue. Dessa forma, a ação das equipes de combate à dengue também é prejudicada pela dificuldade de acesso ao local.
Essas situações devem ser denunciadas à Secretária de Serviços Públicos e Meio Ambiente pelo telefone 3222-1014 e 3225-6990 onde há um setor que faz a triagem das reclamações.

O secretário da pasta, Euclides Mecabô explica que a responsabilidade pela conservação desses terrenos é exclusiva de seus proprietários que devem se conscientizar da importância em mantê-los sempre limpos. É atribuição dos proprietários também manter as calçadas em bom estado.

Notificação

Quando o proprietário não faz a limpeza, a prefeitura notifica e se ele não fizer é autuado. “Ele tem quinze dias para realizar a conservação do terreno”, afirma Mecabô, ao lembrar que mesmo que o proprietário não more na cidade, a prefeitura tem como localizá-lo pelo cadastro da Seplan. Caso não atenda a notificação o dono recebe uma multa, cujo valor dependerá do tamanho e da localização do terreno. Quando há entulhos que prejudicam a circulação de pedestre, ele também é notificado. “Temos fiscalização por setor na cidade, Onde o fiscal passar e perceber irregularidade vai notificar”, diz. Hoje, 14 fiscais fazem o serviço.

>> Hercílio Luz Mais uma casa que foi demolida no Centro da cidade e que preocupa os moradores vizinhos pela higiene e segurança

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Gaeco deflagra operação contra o tráfico de drogas

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Operação Safári desarticulou organização criminosa que agia em Lages (SC) e Caxias do Sul (RS).

Na manhã desta segunda-feira (22/1), o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), deflagrou a operação batizada como “Safári”, com o objetivo de desarticular supostos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico perpetrados pelos investigados na região de Lages/SC e Caxias do Sul/RS. Foram cumpridos quatro mandados de prisão temporária e cinco mandados de busca e apreensão.

A investigação, desenvolvida pela 3ª Promotoria de Justiça da Comarca de Lages e pelo Gaeco perdurou por cinco meses, culminando na operação realizada nesta segunda-feira para o cumprimento dos mandados requeridos pelo Ministério Público e expedidos pelo Poder Judiciário da Comarca de Lages.

Os mandados foram cumpridos pelo Gaeco nos municípios de Lages, Florianópolis e Caxias do Sul, com apoio do 6º Batalhão de Polícia Militar de Santa Catarina e 12º Batalhão de Polícia Militar do Rio Grande do Sul. Foram presas duas pessoas em Caxias do Sul, uma em Lages e uma em Florianópolis.

Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos aproximadamente 3,7kg de substância semelhante à cocaína, 2,3kg de substância semelhante à maconha, duas balanças de precisão, uma arma de fogo calibre .38 e 73 munições do mesmo calibre, além de aproximadamente R$ 409 mil em espécie.

Anteriormente, no curso da investigação, foram presas outras quatro pessoas em flagrante delito e apreendidas substâncias semelhantes à cocaína (900g) e maconha (2,5kg), três veículos e a quantia de R$ 22 mil em espécie.

Gaeco é uma força-tarefa composta pelo Ministério Público de Santa Catarina, Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria Estadual da Fazenda.

O nome da operação deve-se ao fato de a investigação apontar que o principal investigado possui alcunha de determinado animal silvestre.

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Defesa Civil de Lages atende ocorrências e fica em alerta por causa da chuva

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Árvores caíram com a força da tempestade Foto: Defesa Civil/Divulgação

As fortes chuvas registradas em  Santa Catarina provocaram transtornos em Lages. Nesta segunda-feira, a Defesa Civil atendeu a dez ocorrências, como destelhamentos, queda de árvores e galhos, alagamento e desabamento parcial de uma casa. Os bairros mais atingidos foram Guarujá, Centenário, Santa Catarina e Área Industrial. Ninguém ficou ferido ou precisou abandonar a residência. Com a previsão de mais chuva para as próximas horas, a Defesa Civil Municipal ficará de plantão durante 24 horas, pelo telefone (49) 98406-4037.

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Tempestade derruba árvores deixa 7 mil sem energia

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A tempestade que atingiu Lages agora à tarde provocou queda de árvores na Localidade de Bandeirinhas, próximo às antenas Embratel. Os bombeiros estão no local, mas não se tem informações se há atingidos.

Na SC-114, duas árvores também caíram, na Localidade de Pinheirinhos.

O vento e a chuva provocaram a interrupção do fornecimento de energia elétrica a mais de 7 mil consumidores da Serra Catarinense, sendo 619 em Anita Garibaldi, 52 em Bom Retiro, 577 em Celso Ramos, 203 em Lages, 2.653 em Otacílio Costa, 1.263 em Palmeira, 251 em Ponte Alta e 1.399 em São José do Cerrito.

Não há previsão para o restabelecimento.

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Polícia Civil recuperou 397 veículos no ano passado

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A Polícia Civil de Santa Catarina, através da Divisão de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV/Deic) concluiu o levantamento de suas atividades durante o ano de 2017.

Mais uma vez, os números alcançados superaram o ano anterior, com significativo aumento no número de prisões e também na recuperação de patrimônio.

O total de veículos recuperados pela equipe, no ano de 2017, foi de 397, dentre automóveis, caminhões e motocicletas.

Utilizando a avaliação da tabela Fipe, o valor total dos bens recuperados é de R$ 12,3 milhões, o que representa um aumento de 21% com relação ao ano de 2016.

A exemplo do número de veículos recuperados, em 2017, a DFRV também efetuou mais prisões que em 2016, sendo 98 contra 78 no ano anterior. Todas as prisões e recuperações acima citadas foram realizadas através de investigações próprias.

A PC também realizou diversos trabalhos no combate ao roubo e desvio de cargas, com destaque para a desarticulação de uma organização criminosa que agia nos três estados do Sul, desviando cargas de grãos e causando prejuízos milionários.

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