História: A luz que significa o Natal – CL+
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História: A luz que significa o Natal

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O presépio montado na Praça João Ribeiro relembra o nascimento de Jesus, ao lado de José e Maria - Foto: Gislaine Couto

Entre tantas atribulações do dia a dia, a correria, o vai e vem no Calçadão de Lages e as pessoas carregadas de sacolas, a programação de viagens, muitas vezes, fica de lado a fraternidade ou bons sentimentos que devem ser cultivados.

Embora esse período de Natal desperte uma consciência maior sobre caridade, um sentimento de que é preciso olhar além de si mesmo, olhar os que mais necessitam, ainda assim, para muitos, o significado fica apenas restrito ao lado comercial.

Certamente, a troca de presentes é algo prazeroso, mas o verdadeiro significado deve ser lembrado. O Natal é comemorado por todos, mas se explica pela doutrina cristã, que relembra o nascimento de Jesus Cristo há pouco mais de 2 mil anos.

Dentro da doutrina religiosa católica, a vinda ou nascimento, significa a luz. Independentemente de crença, a luz que deve ser buscada nos dias atuais se chama empatia e tolerância, um caminho que pode tornar a vida em sociedade mais harmônica.

Igreja católica explica data

O pároco da catedral Diocesana de Lages, padre Valdir Goedert, explica que o Natal se divide em dois momentos de Advento, que são quatro semanas.

Nas duas primeiras semanas do Advento a preocupação central é lembrar que Deus virá uma segunda vez. “A igreja trabalha a reflexão sobre a promessa de que Deus virá a segunda vez”, diz.

As duas últimas semanas que antecedem o Natal, que são o terceiro e o quarto domingo, a igreja recorda a primeira vinda, ou seja, o nascimento de Jesus.

Volta-se para a primeira vinda, quando Deus se tornou humano, um de nós. O padre também ensina que o centro de
qualquer aspecto de celebração católica é a ressurreição de Jesus.

“Toda reflexão que ele (Jesus) nasceu, se fez humano, é uma maneira de lembrar que ele veio uma primeira vez e virá uma segunda vez. O centro do cristianismo é a ressurreição. Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus. A luz do Natal aponta para essa Ressurreição”, explica.

Até o nascimento de Jesus havia o questionamento de como era Deus. E o nascimento de Jesus remete ao encontro do divino com o humano, que é a encarnação. “Deus se faz gente, se torna um de nós, por meio de uma pessoa, Maria”, relata o pároco.

A Bíblia relata que a iniciativa é de Deus e Maria escolhe a opção de acolher a divindade, diz o sim. Como figuras principais da preparação do nascimento de Jesus aparecem Maria e José, os pais. “O casal coloca a vida deles a serviço da salvação da humanidade”, conclui.

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Mais de 2 mil residências ainda estão sem luz na Serra Catarinense

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Fotos: Divulgação

A Celesc informa que 2.590 residências seguem sem energia elétrica na Serra Catarinense, por conta do temporal que atingiu a região na tarde de ontem. Equipes da estatal trabalham para resolver os problemas.

No município de Palmeira, o vento derrubou uma torre da Eletrosul, que caiu em cima da rede elétrica, provocando a queda de energia em 1.300 residências na região, inclusive em Otacílio Costa. Equipes da Celesc e da Eletrosul trabalham no local. “Se tudo der certo, até o final desta terça-feira vamos conseguir resolver o problema”, informa o gerente Regional da Celesc, José Afonso Marin.

O temporal também provocou queda de energia em outros municípios da Serra. Moradora na localidade de Potreiros, no interior de Lages, Aida Machado Albano conta que está sem luz desde às 15h30 de ontem.

“Já liguei para o 0800 da Celesc, fiz a reclamação, mas até agora nada. A geladeira está descongelando e o alimento que tem dentro dela já está estragando. Toda esta região está sem luz” declarou ela ao CL, no início desta tarde.

Afonso informa que 100 %equipes da Celesc estão empenhadas para restabelecer o fornecimento da energia nas casas. “Estamos trabalhando conforme a prioridade”, disse, sem dar previsão de quando será resolvido o problema de dona Aida.

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Mesmo sem ala psiquiátrica, Lages não deixa de oferecer tratamento

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Foto: Camila Paes

Com o fechamento da ala psiquiátrica do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres em Lages, há mais de um ano, os pacientes que precisam de internamento aguardam leitos em Santa Cecília ou Florianópolis, cidades que oferecem os tratamentos.

A secretária de Saúde de Lages, Odila Waldrich, explica que a falta de leitos é um problema para diversas cidades do Estado, já que há poucas vagas disponíveis.

De acordo com Odila, cerca de 15 a 20 lageanos aguardam leitos para psiquiatria. Entretanto, ela explica que essas pessoas estão em casa e não há urgência nos casos. “Esses pacientes não estão em surto e nós consideramos esses internamentos como eletivos”, explica a secretária.

Ela ressalta, também, que participa de reuniões com outros secretários de saúde do Estado, nas quais procuram soluções para o problema, que é geral. A ideia é que mais um hospital se torne habilitado para atender esses pacientes. “O hospital de São Joaquim se mostrou interessado em passar a oferecer a especialidade”, explica Odila.

Usuários de drogas também eram internados na ala São Luiz, no Hospital Nossa Senhora dos Prazeres. Agora, os atendimentos são centralizados nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps). Em Lages há dois, um para pacientes em geral e outro para crianças e adolescentes.

No caso de pacientes que apresentam sinais de surto, como alterações repentinas de comportamento, alucinações, delírios e reações desproporcionais à realidade, os internamentos acontecem no Pronto Atendimento Tito Bianchini e após o surto, há um leito no Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, para a fase aguda, quando o paciente não apresenta mais sinais de surto, mas pode sofrer uma recaída.

Caso o paciente seja menor de idade, o tratamento ocorre no Hospital Infantil Seara do Bem. Odila ressalta que o internamento é o último recurso e só acontece em casos de urgência.

Após o tratamento prévio, grande parte dos pacientes recebe alta. Caso não tenham para onde ir, o município mantém um Residencial Terapêutico no Bairro Guarujá, onde são acompanhados por profissionais especializados. Atualmente, seis pessoas moram no residencial.

O espaço que antes abrigava a ala São Luiz, já está praticamente demolido. O prédio que possuía 23 leitos, para homens e mulheres, será desmontado e no local serão abrigadas novas melhorias para o Hospital Nossa Senhora dos Prazeres. O gestor da instituição, Fábio Lage, explica que foi decidido pelo fechamento da ala porque não havia recursos para manter o espaço.

Ele ressalta que a estrutura estava inadequada, não havia como adaptá-la e oferecia riscos a pacientes e funcionários. Para o espaço, Fábio esclarece que há projetos para aumentar o hospital e melhorar a infraestrutura e que, agora, aguardam recursos para que essas obras possam ser realizadas.

 

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Escola é alvo de ladrões pela terceira vez em Lages

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O Colégio Professor Armando Ramos de Carvalho, no Bairro Pró-Morar, em Lages, foi alvo, mais uma vez, dos ladrões. Em um fim de semana, a escola foi arrombada três vezes.

No recesso, a unidade fica sozinha, e mesmo com sensores e câmeras de monitoramento, os ladrões não se intimidaram e levaram lousa digital, computador entre outros equipamentos eletrônicos.

As imagens das câmeras de segurança foram entregues à Polícia Civil.  O diretor da escola, Luiz Anderson Antunes, comenta que os ladrões arrombaram portas e cadeados, e quebraram vidros.

Confira no jornal Correio Lageano desta quarta-feira (24) uma reportagem completa sobre o assunto e de outras escolas que tiveram casos semelhantes.

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Moradores atravessam BR-282 e arriscam suas vidas

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Um morador do Bairro Santa Maria, em Lages, morreu atropelado no fim da tarde do dia 17, na BR-282.

Aposentado do ramo da Construção Civil, viúvo há seis anos, pai de um filho e avô de um neto. Osvaldo Borges da Silva, de 67 anos, era conhecido no Bairro Santa Maria, em Lages, por sua simpatia e simplicidade.

Por morar sozinho, sua rotina era pacata, se dividia entre estar dentro de casa ou numa mercearia próximo de sua casa. O amigo de Osvaldo, seu João Silvano Machado, de 78 anos, comenta que todos os domingos eles se reuniam em um barzinho, do outro lado da BR-282, para comer aperitivos e jogar conversa fora.

Neste trajeto entre a casa e a mercearia, há apenas um problema, é necessário atravessar a BR-282. A marginal, quatro faixas da rodovia e mais uma marginal. Por anos, ele, como inúmeros moradores daquela região, se arriscou para atravessar.

Leia a matéria completa

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