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Calçamento de ruas será entregue com atraso

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Empresa que executa as obras diz que terá de arcar com custos extras - Foto: Camila Paes

As obras de pavimentação das ruas Joaquim Pinto de Arruda, Álvaro Vieira e José de Alencar já poderiam ter sido finalizadas. Mas com a falta de concretização de um acordo feito entre a empresa Zago Engenharia e Artefatos e a Prefeitura de Lages, o serviço atrasou e deve ser entregue somente nos próximos 30 dias.
As três ruas receberão a pavimentação de paver, proveniente do programa Pavilages. Os moradores pagaram por parte do calçamento. O professor Rafael Oliveira, que mora na Rua Joaquim Pinto de Arruda, relata que foram pagos cerca de R$ 6 mil por residência, no meio desse ano.
O acertado, segundo o engenheiro responsável pela empresa, Gilson Zago, era que a Prefeitura entrasse com uma contrapartida de 30% para diminuir os valores que seriam pagos pelos moradores. Ele explica que a parte do município seria o empréstimo de máquinas que realizariam trabalhos indispensáveis para a instalação do paver e também o fornecimento de alguns materiais. O acordo, que foi verbal, era decorrente das obras das três ruas, e caso fosse eficiente, seriam implantados em outras também.
Entretanto, quando Gilson solicitou o serviço, a Prefeitura informou que não tinha o maquinário específico para emprestar e nem todos os materiais. Acrescenta, que ficou definido então, que o município ofereceria o material que tivesse para auxiliar.
Segundo ele, com a falta das máquinas que seria entregue pela administração, ele precisará arcar com o aluguel, o que acaba encarecendo a obra e ele, como responsável pelo trabalho, não tem como aumentar o custo para cada morador, que já foi pago e está acertado em contrato. Explica também que, não sabe se, até o final da obra, a Prefeitura vai arcar com o que foi combinado.

O que diz a prefeitura_ O secretário de Planejamento e Obras de Lages, Clayton Bortoluzzi, explica que o compromisso do município era o fornecimento de material, quando possível, e que não há acordo com a empresa que executa a pavimentação. Ele ressalta que a execução e a entrega da obra é responsabilidade da empresa, que deve arcar com os custos faltantes, sem realizar a cobrança extra.

 

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Gaeco deflagra operação contra o tráfico de drogas

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Operação Safári desarticulou organização criminosa que agia em Lages (SC) e Caxias do Sul (RS).

Na manhã desta segunda-feira (22/1), o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), deflagrou a operação batizada como “Safári”, com o objetivo de desarticular supostos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico perpetrados pelos investigados na região de Lages/SC e Caxias do Sul/RS. Foram cumpridos quatro mandados de prisão temporária e cinco mandados de busca e apreensão.

A investigação, desenvolvida pela 3ª Promotoria de Justiça da Comarca de Lages e pelo Gaeco perdurou por cinco meses, culminando na operação realizada nesta segunda-feira para o cumprimento dos mandados requeridos pelo Ministério Público e expedidos pelo Poder Judiciário da Comarca de Lages.

Os mandados foram cumpridos pelo Gaeco nos municípios de Lages, Florianópolis e Caxias do Sul, com apoio do 6º Batalhão de Polícia Militar de Santa Catarina e 12º Batalhão de Polícia Militar do Rio Grande do Sul. Foram presas duas pessoas em Caxias do Sul, uma em Lages e uma em Florianópolis.

Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos aproximadamente 3,7kg de substância semelhante à cocaína, 2,3kg de substância semelhante à maconha, duas balanças de precisão, uma arma de fogo calibre .38 e 73 munições do mesmo calibre, além de aproximadamente R$ 409 mil em espécie.

Anteriormente, no curso da investigação, foram presas outras quatro pessoas em flagrante delito e apreendidas substâncias semelhantes à cocaína (900g) e maconha (2,5kg), três veículos e a quantia de R$ 22 mil em espécie.

Gaeco é uma força-tarefa composta pelo Ministério Público de Santa Catarina, Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria Estadual da Fazenda.

O nome da operação deve-se ao fato de a investigação apontar que o principal investigado possui alcunha de determinado animal silvestre.

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Defesa Civil de Lages atende ocorrências e fica em alerta por causa da chuva

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Árvores caíram com a força da tempestade Foto: Defesa Civil/Divulgação

As fortes chuvas registradas em  Santa Catarina provocaram transtornos em Lages. Nesta segunda-feira, a Defesa Civil atendeu a dez ocorrências, como destelhamentos, queda de árvores e galhos, alagamento e desabamento parcial de uma casa. Os bairros mais atingidos foram Guarujá, Centenário, Santa Catarina e Área Industrial. Ninguém ficou ferido ou precisou abandonar a residência. Com a previsão de mais chuva para as próximas horas, a Defesa Civil Municipal ficará de plantão durante 24 horas, pelo telefone (49) 98406-4037.

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Tempestade derruba árvores deixa 7 mil sem energia

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A tempestade que atingiu Lages agora à tarde provocou queda de árvores na Localidade de Bandeirinhas, próximo às antenas Embratel. Os bombeiros estão no local, mas não se tem informações se há atingidos.

Na SC-114, duas árvores também caíram, na Localidade de Pinheirinhos.

O vento e a chuva provocaram a interrupção do fornecimento de energia elétrica a mais de 7 mil consumidores da Serra Catarinense, sendo 619 em Anita Garibaldi, 52 em Bom Retiro, 577 em Celso Ramos, 203 em Lages, 2.653 em Otacílio Costa, 1.263 em Palmeira, 251 em Ponte Alta e 1.399 em São José do Cerrito.

Não há previsão para o restabelecimento.

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Polícia Civil recuperou 397 veículos no ano passado

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A Polícia Civil de Santa Catarina, através da Divisão de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV/Deic) concluiu o levantamento de suas atividades durante o ano de 2017.

Mais uma vez, os números alcançados superaram o ano anterior, com significativo aumento no número de prisões e também na recuperação de patrimônio.

O total de veículos recuperados pela equipe, no ano de 2017, foi de 397, dentre automóveis, caminhões e motocicletas.

Utilizando a avaliação da tabela Fipe, o valor total dos bens recuperados é de R$ 12,3 milhões, o que representa um aumento de 21% com relação ao ano de 2016.

A exemplo do número de veículos recuperados, em 2017, a DFRV também efetuou mais prisões que em 2016, sendo 98 contra 78 no ano anterior. Todas as prisões e recuperações acima citadas foram realizadas através de investigações próprias.

A PC também realizou diversos trabalhos no combate ao roubo e desvio de cargas, com destaque para a desarticulação de uma organização criminosa que agia nos três estados do Sul, desviando cargas de grãos e causando prejuízos milionários.

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