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Nos últimos três meses, o Correio Lageano noticiou 11 casos de incêndios, a maioria em Lages

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Foto: Arquivo CL/ Camila Paes

Era por volta da meia-noite de terça-feira (5), quando um caseiro viu uma casa pegando fogo na Localidade de Índios, às margens da BR-282, em Lages. Ele acionou o Corpo de Bombeiros, que chegou rapidamente ao local e conseguiu deter as chamas, que consumiram 60% do imóvel. No local, não morava ninguém há seis meses.

Segundo o proprietário, Marcos Paulo Pilatti, a casa estava quase sendo vendida e apesar de ter 20 anos, passou por uma reforma no ano passado. Não se sabe exatamente o que causou o incêndio, mas, segundo ele, uma janela estava arrombada. “Suspeitamos que alguém foi furtar e por não encontrar nada de valor, colocou fogo”, lamenta.

Prevenção

Nos últimos três meses, o Correio Lageano noticiou 11 casos de incêndios, a maioria em Lages. A quantidade chama a atenção, já que este tipo de ocorrência acontece com mais frequência em épocas de mais calor.

Os bombeiros alertam para que quem tem forno à lenha, deve cuidar do isolamento do cano para não aquecer a superfície; revisar a rede elétrica; checar a data de validade da mangueira e válvula do gás.

De acordo com levantamento do sistema do Corpo de Bombeiros, entre os dias 1º de janeiro e 5 de junho de 2016, 2017 e este ano, é possível comparar o número de incêndios em Anita Garibaldi, Lages, Correia Pinto e Otacílio Costa.

Os dados mostram que em Lages, a quantidade de incêndios aumentou 26,5% do ano passado para este. Já em Anita Garibaldi, foi o contrário. No ano passado, quatro incêndios foram registrados e este ano, nenhum.

Incêndios divulgados pelo CL

2/6: Foi com o barulho das telhas estalando que o funileiro Márcio Daniel da Silva acordou em sua casa, por volta das 5h, no Bairro Santa Helena, em Lages. As chamas já haviam tomado conta de quase todo o cômodo e ele quebrou a torneira para ter acesso mais rápido à água, e conseguir apagar o fogo.

22/5: Uma casa de madeira, com cerca de 30 metros quadrados, foi totalmente destruída pelo fogo, no Bairro Penha, Rua Olavo Bilac, em Lages. Na residência, morava um casal de trabalhadores da Cooperativa de Catadores de Lages (Cooperlages) e três crianças. A casa não tinha fogão à lenha e dividia o terreno com outras duas edificações da mesma família. O fogo, segundo informações preliminares, começou no quarto do casal.

Foto: Arquivo CL/ Bega Godóy

15/5: Um incêndio destruiu parte de uma residência mista (alvenaria e madeira) com cerca de 160 metros quadrados, na Rua Gelsonir Machado Pereira, Bairro Fátima, em Otacílio Costa. O sinistro ocorreu por volta da 1h e ninguém se feriu.

13/5: A churrascaria Recanto do Churrasco (antiga Castelar), às margens da BR-282 em Lages, na localidade de Índios, teve 60% da estrutura destruída após um grande incêndio. Na hora do incidente, o restaurante estava fechado e nenhum dos funcionários ficou ferido.

3/5: O Corpo de Bombeiros foi acionado para controlar um princípio de incêndio registrado em uma loja de autopeças e acessórios, localizada na Rua Coronel Córdova, no Centro de Lages. De acordo com os Bombeiros, as chamas atingiram cerca de 10 metros quadrados, dos 500 metros quadrados da área total do estabelecimento. Não houve feridos. As causas do incêndio ainda não foram divulgadas.

28/4: Uma família residente na esquina da Rua Lisboa com a Nossa Senhora da Saúde, no Bairro Guarujá, em Lages, teve a casa parcialmente destruída por um incêndio.

18/4: Um princípio de incêndio ocorreu em uma casa na Rua Padre Diogo Feijó, Bairro Bom Jesus, pois os moradores deixaram o fogão à lenha acesso. Quando perceberam, as chamas começavam a se alastrar pela parede. Porém, o fogo foi controlado rapidamente e não provocou maiores danos. Ninguém ficou ferido, segundo informações dos bombeiros.

15/4: Após cinco meses da morte da esposa, em Correia Pinto, um homem acendeu quatro velas em um paiol, nos fundos do lote, para rezar pela mulher. Após a oração, foi para casa. Minutos mais tarde, percebeu que um vizinho estava jogando água com um balde no depósito. Foram utilizados 500 litros de água para combater as chamas e fazer o rescaldo. Ninguém se feriu.

15/4: De acordo com testemunhas, o incêndio começou na parte da frente da Lanchonete Restaurante e Padaria, na rua do Comércio, em Alfredo Wagner. Ao chegarem no estabelecimento, os bombeiros retiraram seis botijões da cozinha, depois disso, concentraram-se em proteger os edifícios vizinhos e combater as chamas da padaria. O Corpo de Bombeiros precisou de 15 mil litros de água para combater o incêndio. Ninguém se feriu.

1º/4: Um incêndio foi registrado na madrugada, no Bairro Morro Grande, e deixou um morto. Assis Carlos da Silva, 48 anos, foi encontrado carbonizado no meio dos materiais. O sinistro ocorreu em duas residências na Rua Aluízio de Azevedo. Segundo relatos de populares, o fogo começou quando os vizinhos da primeira casa estavam discutindo.

28/3: O Corpo de Bombeiros atendeu um princípio de incêndio, no início da tarde, no Bairro Vila Nova, em Lages. Segundo a corporação, a dona da casa – que não teve a identidade revelada – teria iniciado o fogo, para atentar contra a própria vida

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Árvore caiu em cima de casa no Santa Clara

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Foto: Defesa Civil/Divulgação

Na tarde deste domingo (24) a equipe técnica da Defesa Civil Municipal atendeu uma ocorrência de queda de árvore sobre uma residência, na avenida Sebastião Antônio Figueiredo, no Bairro Santa Clara, em Lages.. Neste caso não houve vítimas, somente os danos materiais. A queda foi causada pela tentativa frustrada de corte da árvore, realizada por pessoas sem experiência para o serviço, não acompanhamento de um órgão de segurança responsável e também a não utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

De acordo com o secretário executivo da Defesa Civil, Jean Felipe Silva de Souza, foi feita no local a retirada do tronco da árvore e a limpeza da área, eliminando assim, o risco de novos acidentes. “Para a realização deste tipo de serviço as pessoas devem comunicar os órgãos responsáveis para que possamos passar todas as orientações de segurança. São medidas muitos importantes e que evitamos acidentes como este. Aqui foram registrados somente danos materiais, mas poderia ter sido algo mais grave”, disse Jean.

 

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Piloto de moto fica gravemente ferido

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Fotos: Águia 04/Divulgação

O helicóptero Águia 4 foi acionado para prestar suporte aéreo a uma vítima de acidente neste domingo (24). Um piloto que praticava motocross ficou gravemente ferido após acidente, no interior do município de São José do Cerrito, na Serra Catarinense. A identidade da vítima não foi divulgada.

No local, a equipe médica do Samu verificou que a vítima apresentava Traumatismo Cranioencefálico (TCE) grave. Com isso, foi conduzido para Lages, pelo helicóptero. O trajeto durou apenas em apenas 10 minutos, sendo que, por solo, o tempo de deslocamento aproximado seria de 50 minutos, devido ao local ser de difícil acesso.

A equipe do Águia 4 salienta que com o apoio do helicóptero, é possível levar uma espécie de UTI até o local do acidente. Além disso, uma a equipe médica do Samu, equipamentos especiais e medicamentos, que, aliado ao curtíssimo tempo, poderão influenciar de maneira muito positiva na recuperação do paciente.

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Mais de 250 mulheres precisaram de proteção da Polícia Militar

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Foto: Andressa Ramos

Lages é conhecida por ser uma cidade machista e com alto índice de casos de violência contra a mulher. Por diversos fatores, como medo e insegurança, muitas das vítimas não conseguem denunciar seus agressores. Porém, a denúncia é importante para garantir que menos mulheres sejam agredidas e que os homens se conscientizem de tal fato covarde.

Prova de que a cidade tem números altos de violência à mulher, é o número de medidas protetivas que a Polícia Militar, por meio da Rede Catarina de Proteção à Mulher, acompanha. De fevereiro, mês do lançamento do programa na cidade, para cá, 258 mulheres foram atendidas; destas, 35 ainda estão em acompanhamento. 65 falaram aos policiais que não seriam mais necessárias as visitas, já que oficializaram as separações ou reataram.

A Rede Catarina entra em ação depois de receber, do Judiciário, as medidas protetivas. E a atenção não é voltada apenas à mulher, mas, também, ao agressor, a fim de saber se está cumprido o que é determinado pela medida, como ficar longe da mulher.

Na rede, atuam dois policiais, sendo uma mulher e um homem, para que na hora do atendimento possam conversar com vítima e agressor. As visitas acontecem nas casas onde estão os dois, para saber como está o relacionamento. C

aso o agressor seja visto novamente na casa da mulher, repetindo o crime ou chegando perto da casa sem o consentimento da mulher, pode ser preso. Desde abril, descumprir decisão judicial de medidas protetivas de urgência prevê pena de detenção de três meses a dois anos.

O coordenador da Rede de Catarina de Proteção a Mulher na cidade de Lages e Região, sargento Goedert, explica que a Rede Catarina trabalha em parceria com outros órgãos. “Periodicamente, nos reunimos para alinhar procedimentos.”

Diariamente, em média, a Polícia Militar recebe de quatro a cinco medidas protetivas para o acompanhamento. O sargento acredita que o número cresce devido ao sentimento de empoderamento das mulheres e, depois poderem contar com o apoio da Polícia Militar. “Depois que a Rede Catarina foi implantada, elas sabem que têm esse amparo. É importante que estejam empoderadas para denunciar”, ressalta.

Descumprimento de Medidas Protetivas de Urgência

Art. 24-A. Descumprir decisão judicial que deferiu medidas protetivas de urgência previstas nesta Lei:

Pena – detenção, de 3 (três) meses a 2 (dois) anos.

  • 1o A configuração do crime independe da competência civil ou criminal do juiz que deferiu as medidas.
  • 2o Na hipótese de prisão em flagrante, apenas a autoridade judicial poderá conceder fiança.
  • 3o O disposto neste artigo não exclui a aplicação de outras sanções cabíveis.

Art. 3o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 3 de abril de 2018; 197o da Independência e 130o da República.

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