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Para uma vida mais saudável

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Fotos: Agnes Samantha

Marketing de conteúdo

Pessoas que não são portadoras da doença celíaca (que causa intolerância à proteína), atualmente, estão excluindo o glúten da alimentação com a finalidade de emagrecimento. O glúten, isoladamente, não é responsável pelo aumento de peso, e sim o consumo excessivo de alimentos que o contenham, como é o caso de pães, biscoitos, pizzas e bolos.

Rodrigo Vieira de Araújo é um exemplo, o empresário de 45 anos pesava quase 85 quilos há cerca de um ano e meio. “Não estava obeso, pois meu biótipo é magro, mas os quilos a mais me impediam de executar certos movimentos que no passado eu fazia com facilidade”. Incomodado com esta situação, resolveu mudar, iniciou uma dieta na mesma época que a esposa Gabriela Koech, 36 anos, foi à nutricionista e descobriu que tinha disbiose intestinal.

Sensível ao glúten não celíaca e alérgica à proteína do leite, clara de ovo, soja e amendoim, a rotina alimentar em casa mudou totalmente.

Neste processo, Rodrigo também mudou a alimentação e com isso emagreceu 15 quilos. “Eu não sou alérgico, mas com a reeducação alimentar restringi várias coisas e uma delas foi o glúten. Quando vou a algum evento, por exemplo, eu como, mas reduzi bastante a ingestão destes produtos”, comentou ele. “Graças a essas mudanças, cheguei a reduzir meu peso para pouco mais de 69 quilos, atualmente estou com 72, pois adquiri massa magra”, conta.

Novos produtos_ Ciente deste novo panorama, diferentes marcas de alimentos começaram a colocar no mercado produtos que não contém glúten. Hoje, há uma infinita variedade delas que podem ser encontradas facilmente. A cafeteria Pão do Pedro, por exemplo, atenta a este nicho, aproveitou o verão para lançar um novo produto: sorvetes sem glúten.

Segundo o proprietário Leocir Andreolla, os sabores são variados, entre eles, Iogurte Amora (sem glúten), Chocolate Black (sem glúten e zero lactose), Limão Siciliano (sem glúten e zero lactose), Baunilha (sem glúten), Abacaxi Fitness (0% açúcar 0% gordura), Chocolate Fitness (0% açúcar 0% gordura), Rafaelato (coco com amêndoas), Amarula, Danoninho, Stracciatella Flocos e Chocolate Branco com Framboesa. “Estamos investindo em um produto saboroso e saudável. Além de pensarmos na satisfação dos nossos clientes, também pensamos na saúde” comenta Leocir. No cardápio da Rafaelato, marca disponível no Pão do Pedro, também é possível encontrar a sobremesa sem glúten, lactose e gordura

Fabricação artesanal

Antigamente, as indústrias apostavam em alimentos processados, fabricados com adição de conservantes, corantes, estabilizantes e demais substâncias que davam aroma e sabor aos alimentos, para torná-los mais duradouros.  Hoje, a aposta é outra: produtos mais naturais e mais saudáveis. Neste quesito, mais uma vez o Pão do Pedro inova. A grande diferença dos sorvetes é que possuem menos ar na composição, não utilizam corantes, conservantes ou aromatizantes. Diferente dos sorvetes industrializados, são feitos com frutas da estação e ingredientes frescos. São mais de 15 sabores de fabricação artesanal que podem ser servidos no local, em um deck construído especialmente para que o cliente possa desfrutar de boas horas de lazer.

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Variação dos preços do material escolar passa de 500%

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Foto: Patricia Veira

A diferença de preços entre produtos similares da lista de material escolar em Lages pode passar de 500%, revela pesquisa divulgada pelo Programa de Defesa do Consumidor (Procon). O levantamento de preços levou em consideração 72 itens, em sete estabelecimentos. A pesquisa foi realizada nos dias 15 e 16 de janeiro.

O Procon constatou que uma unidade de papel espelho pode custar entre R$ 0,35 e R$ 2,50 nos locais que comercializam o produto. Uma variação de 614%. Outro exemplo é uma caixa de lápis de cor longo com 12 unidades, que pode custar entre R$ 2,89 e R$ 19,91, dependendo do estabelecimento. Uma variação de 588%. Outro dado que chama a atenção refere-se à diferença de 566% no preço da unidade da régua plástica de 30 centímetros. A menor variação de valor ficou por conta do bloco rascunho papel sulfite pequeno. Este item, pode ser encontrado de R$ 2,90 a R$ 3,25, com uma variação de 12%.

Confira a pesquisa completa http://procon.lages.sc.gov.br/assets/pesquisas/2018-01-escola.pdf

O executivo do Procon, Júlio Borba, comenta que foram identificados o preço médio por produto e a diferença de preço, “a maior” em comparativo com o menor valor em termos percentuais. “Na pesquisa do material escolar, além do menor preço, observa-se o valor praticado em produtos da marca Faber-Castell, por ser uma referência nacional. A variação de preço pode estar ligada, entre outros fatores, à qualidade do produto”, pontua.

 

A farmacêutica Márcia Lima dos Santos disse que pesquisa sempre. E antes de comprar o material para o filho João Gabriel, de 5 anos, pretendia comparar os valores em, pelo menos, três estabelecimentos.

O casal Cleonice Madruga e Rodinei Thives, pais de quatro filhos, conta que é preciso jogo de cintura. A família optou por ir juntos às compras, porém, os filhos se comprometeram em não exagerar nas escolhas. “Pesquisamos sempre. Só compramos o necessário, se faltar alguma coisa, compramos depois”, diz Cleonice.

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Trabalhadores na colheita da maçã devem fazer cadastro

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Safra 2017/2018 pode ter menor volume - Foto: Divulgação

Com a aproximação da colheita da maçã em São Joaquim, os produtores e trabalhadores na área da fruticultura já podem se cadastrar na Safra Cidadã. Conforme o presidente da Associação dos Produtores de Maçã e Pêra de Santa Catarina (Amap), Rogério Pereira, a ficha para o cadastro pode ser preenchida na Amap ou em outros sindicatos rurais da Serra Catarinense.

O objetivo do cadastramento é conhecer os trabalhadores que atuam na safra da maçã, como por exemplo, de onde vem, como chegam ao município e através de quem. Atualmente, São Joaquim não possui dados com o número de pessoas que estão trabalhando na safra. Portanto, é necessário fazer um banco de dados, com números precisos, para que o município esteja preparado para os serviços nas áreas da saúde, educação e social, além de auxiliar o trabalho da segurança pública.

O promotor de justiça Gilberto Assink explica que a intenção do cadastramento não é limitar aqueles que querem trabalhar. “O que se busca é a organização e a identificação dos trabalhadores, evitando que maus elementos, muitas vezes mal intencionados, com mandado de prisão em aberto, se infiltrem nos pomares para cometer delitos. Mas de nada adianta falarmos, se não agirmos. Por isso, pedimos que multipliquem estas informações para que os fruticultores exijam dos seus trabalhadores o cadastramento”, afirmou o promotor.

A assistente social do município, Lusiane Zandonadi, explica que os trabalhadores devem comparecer à Amap para fazer o cadastramento. “Também é possível os produtores retirarem as fichas na Amap e levarem para preencher em sua propriedade, com os funcionários que já são seus colaboradores. É muito importante preencher os dados corretamente”, afirmou.

Cadastramento Safra Cidadã

surgiu após as reuniões do Programa Crescendo Juntos, do Governo do Estado, que apontou a necessidade de organização na identificação dos trabalhadores temporários na área da fruticultura. O cadastramento é uma ação realizada pela Associação dos Produtores de Maçã de Santa Catarina – Amap, com o apoio da Agência de Desenvolvimento Regional ADR São Joaquim, Prefeitura, Ministério Público, Polícia Militar, Polícia Civil e Sindicato dos Trabalhadores Rurais.

Onde fazer

A Amap está localizada na Rua Lauro Muller, nº 67, próximo à Prefeitura de São Joaquim. O horário de atendimento é das 8h às 11h30 e das 13h30 às 17h30.

Safra 2017/2018 pode ter menor volume

A colheita da maçã que deve começar nos próximos dias, na Serra Catarinense, especialmente em São Joaquim, pode apresentar queda na produção da safra 2017/2018. De acordo com o presidente da Associação dos Produtores de Maçã e Pêra de Santa Catarina (Amap), Rogério Pereira, análises de campo indicam que a redução do volume pode ser de 20% a 30% em relação à safra anterior.

A produção da safra anterior, em São Joaquim, provocou problemas com armazenamento atrasando a colheita. Pereira enfatiza que a demasiada safra do ano passado frustrou muitos produtores que tiveram um grande aumento de frutos e trabalho e sofreram com uma drástica redução do valor da maçã, além disso, a safra para 2018 apresentou grande alternância nos pomares fazendo com que as macieiras produzissem menos frutos. Porém, a qualidade se manteve e seja, talvez, superior à de muitos anos. “Esperamos, agora, é uma melhora significativa dos preços da maçã devido à essa redução da safra, e melhor qualidade das frutas. A quebra de safra de outras culturas pode colaborar para o aumento de preços da maçã neste ano, e excelente qualidade da fruta”, conclui.

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Bitcoins: a moeda do futuro?

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Foto: Divulgação

Nunca se falou tanto em bitcoins como vem se falando nos últimos meses. O “boom” das criptomoedas causou um furor na bolsa de valores, visto a última vez somente com o surgimento da internet. Em crescimento exponencial, tanto a bitcoin quanto dezenas de outras moedas digitais tem ganhado destaque pelo seu alto valor.

É comum encontrar na internet diversos textos falando sobre o tema e, inclusive, dicas de como investir e entrar nesse mercado financeiro. Com valor na casa dos milhares de dólares, a bitcoin atrai investidores devido ao seu valor e ações, mas também por ser um sistema em expansão.

Acredita-se que logo mais essas moedas tomarão o lugar das já tradicionais por serem simples de usar e, especialmente, por estarem no âmbito digital, que também cresce vertiginosamente.

Compra e venda

Ainda não há muitos serviços que utilizem a bitcoin como método de pagamento. Mas, mundo afora, empresas estão apostando na criptomoeda para vender seus produtos ou serviços. Lojas virtuais, agências de marketing e publicidade, até mesmo a Microsoft e a Dell estão aceitando essas moedas.

Bolha

A moeda já é considerada uma bolha. O economista Garrick Hileman, pesquisador de criptomoedas e professor da Universidade de Cambridge, diz primeiro que a bitcoin não é reconhecida oficialmente. Alguns bancos, inclusive, a consideram ilegal.

Mas o que faz especialistas a considerarem uma “bolha”, que pode estourar a qualquer momento, é o fato de o valor dela subir consideravelmente. Além disso, é um mercado ainda sem regulação financeira.

Possível regulação derruba cotação da bitcoin

Depois de atingir níveis recordes no ano passado, a bitcoin caiu na última semana. O medo da regulação seria um dos fatores do forte recuo da moeda digital, além da repressão da Coreia do Sul que estuda proibir a comercialização das moedas digitais.

Segundo análise do site NewsBitcoin, após uma grande queda, o preço da criptomoeda foi capaz de encontrar compradores abaixo do nível de US$ 10 mil. Uma baixa foi formada em US$ 9.096 de onde uma recuperação foi iniciada. O preço voltou a subir e conseguiu negociar acima da resistência de US$ 10 mil.

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Incentivo à agricultura na cidade

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Foto: Andressa Ramos

No auge dos seus 80 anos, Aldorindo Speranza, decidiu não parar, mas, sim, encontrar algo para se ‘entreter’, como ele mesmo diz. Com uma área de três hectares, equivalente a trinta mil metros quadrados, ele escolheu plantar milho. Como não tinha maquinário suficiente para fazer o preparo da terra, foi até a Secretaria de Agricultura de Lages pedir ajuda. Se você pensa que a propriedade dele é na área rural, está enganado. Aldorindo mora no Bairro Cruz de Malta, na área urbana da cidade.

Observando casos como o de seu Speranza, a Secretaria de Agricultura tem apoiado moradores da cidade que querem ter uma pequena horta ou uma grande plantação. O responsável pelos serviços de trator agrícola no perímetro urbano, Antonio Luis Duarte, explica que entre abril e dezembro de 2017 a Secretaria recebeu mais de 200 pedidos, resultando em mais de 300 horas de maquinário. Independentemente do tamanho da propriedade, o dono do terreno pode pedir ajuda à secretaria.

“A agricultura familiar, além de uma fonte de renda, também é uma forma de sustentabilidade ambiental e segurança alimentar. E nós estamos à disposição para dar orientações e suporte para a comunidade”, destaca Maurício Crestani Agostineto, engenheiro agrônomo da Secretaria de Agricultura.

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