Lageanos devem gastar mais nas compras de Natal, deste ano – CL+
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Lageanos devem gastar mais nas compras de Natal, deste ano

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Este Natal pode ser diferente financeiramente. De acordo com a Fecomércio SC, os lageanos pretendem gastar mais na hora de presentear. A pesquisa de intenção de compras, feita pela federação, revela que o lageano deve investir, em média , R$  435,85 nos presentes. Um aumento de 10,25%, comparado ao ano anterior.

O início da retomada do emprego, os juros menores, que aumentam o acesso ao crédito, e a queda na inflação são os fatores que influenciam nessa perspectiva do consumidor. No Estado, de modo geral, os consumidores têm a intenção de gastar nas compras de bens ou serviços a cifra de R$ 459,78. O índice é 3,0% maior do que o levantado pela mesma pesquisa em 2016, quando havia sido de R$ 446,43.

Leia a pesquisa na íntegra

O desembolsar para o Natal também se deve a melhoria financeira das famílias. No levantamento, 41,1% das famílias lageana declararam estar numa situação financeira melhor que a do ano passado, enquanto 31,3% disse estar igual. Gastando em média R$ 435,85, os lageanos pretendem comprar pelo menos quatro presentes

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Bitcoins: a moeda do futuro?

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Nunca se falou tanto em bitcoins como vem se falando nos últimos meses. O “boom” das criptomoedas causou um furor na bolsa de valores, visto a última vez somente com o surgimento da internet. Em crescimento exponencial, tanto a bitcoin quanto dezenas de outras moedas digitais tem ganhado destaque pelo seu alto valor.

É comum encontrar na internet diversos textos falando sobre o tema e, inclusive, dicas de como investir e entrar nesse mercado financeiro. Com valor na casa dos milhares de dólares, a bitcoin atrai investidores devido ao seu valor e ações, mas também por ser um sistema em expansão.

Acredita-se que logo mais essas moedas tomarão o lugar das já tradicionais por serem simples de usar e, especialmente, por estarem no âmbito digital, que também cresce vertiginosamente.

Compra e venda

Ainda não há muitos serviços que utilizem a bitcoin como método de pagamento. Mas, mundo afora, empresas estão apostando na criptomoeda para vender seus produtos ou serviços. Lojas virtuais, agências de marketing e publicidade, até mesmo a Microsoft e a Dell estão aceitando essas moedas.

Bolha

A moeda já é considerada uma bolha. O economista Garrick Hileman, pesquisador de criptomoedas e professor da Universidade de Cambridge, diz primeiro que a bitcoin não é reconhecida oficialmente. Alguns bancos, inclusive, a consideram ilegal.

Mas o que faz especialistas a considerarem uma “bolha”, que pode estourar a qualquer momento, é o fato de o valor dela subir consideravelmente. Além disso, é um mercado ainda sem regulação financeira.

Possível regulação derruba cotação da bitcoin

Depois de atingir níveis recordes no ano passado, a bitcoin caiu na última semana. O medo da regulação seria um dos fatores do forte recuo da moeda digital, além da repressão da Coreia do Sul que estuda proibir a comercialização das moedas digitais.

Segundo análise do site NewsBitcoin, após uma grande queda, o preço da criptomoeda foi capaz de encontrar compradores abaixo do nível de US$ 10 mil. Uma baixa foi formada em US$ 9.096 de onde uma recuperação foi iniciada. O preço voltou a subir e conseguiu negociar acima da resistência de US$ 10 mil.

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Incentivo à agricultura na cidade

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Foto: Andressa Ramos

No auge dos seus 80 anos, Aldorindo Speranza, decidiu não parar, mas, sim, encontrar algo para se ‘entreter’, como ele mesmo diz. Com uma área de três hectares, equivalente a trinta mil metros quadrados, ele escolheu plantar milho. Como não tinha maquinário suficiente para fazer o preparo da terra, foi até a Secretaria de Agricultura de Lages pedir ajuda. Se você pensa que a propriedade dele é na área rural, está enganado. Aldorindo mora no Bairro Cruz de Malta, na área urbana da cidade.

Observando casos como o de seu Speranza, a Secretaria de Agricultura tem apoiado moradores da cidade que querem ter uma pequena horta ou uma grande plantação. O responsável pelos serviços de trator agrícola no perímetro urbano, Antonio Luis Duarte, explica que entre abril e dezembro de 2017 a Secretaria recebeu mais de 200 pedidos, resultando em mais de 300 horas de maquinário. Independentemente do tamanho da propriedade, o dono do terreno pode pedir ajuda à secretaria.

“A agricultura familiar, além de uma fonte de renda, também é uma forma de sustentabilidade ambiental e segurança alimentar. E nós estamos à disposição para dar orientações e suporte para a comunidade”, destaca Maurício Crestani Agostineto, engenheiro agrônomo da Secretaria de Agricultura.

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52% dos motoristas já desistiram de alguma compra por não ter onde estacionar, revela pesquisa

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Para 78%, lojas devem se preocupar com acessibilidade de pessoas com deficiência - Foto: divulgação

Sair de casa e não ter onde estacionar o carro é um problema que incomoda boa parte dos consumidores brasileiros motorizados, ao ponto de fazê-los até mesmo a desistir de uma compra. Uma pesquisa inédita sobre os impactos da mobilidade urbana no varejo realizada em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que mais da metade das pessoas (52%) que possuem veículos no Brasil já deixou de comprar algo por não conseguir estacionar o carro ou a moto próximo ao comércio.

A boa condição de trânsito nas proximidades dos centros comerciais, assim como a presença de estacionamentos, são fatores que favorecem o fluxo de pessoas e podem aumentar o faturamento das lojas. Segundo o levantamento, sete em cada dez (69%) pessoas motorizadas disseram que dão preferência a centros comerciais que oferecem estacionamento próprio ou nas imediações (76%). Além disso, 42% dos entrevistados se recusam abertamente a fazer compras em lojas que não possuem fácil acesso a transporte público. Como muitos brasileiros passam mais tempo fora de casa do que em seus lares, quase um terço (28%) dos entrevistados admite que aproveita a hora do almoço durante a semana para passear, ver vitrines e realizar compras.

“As condições do trânsito nas proximidades do estabelecimento, bem como a oferta de alternativas eficientes de meios de transporte são fatores que favorecem o fluxo de pessoas e aumentam as chances de sucesso dos negócios. Não apenas os consumidores, mas também as empresas devem cobrar do poder público investimentos e políticas públicas que favoreçam a segurança e o fluxo de pessoas, pois são medidas que geram benefícios a sociedade como um todo”, afirma o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

Para 78%, lojas devem se preocupar com acessibilidade de pessoas com deficiência; quatro em cada dez consumidores evitam compras em locais com presença de moradores de rua ou flanelinhas

O estudo também buscou compreender como implementações no sistema de mobilidade nas grandes capitais podem gerar ganhos de acessibilidade, comodidade, segurança e até aumentar o fluxo de pessoas até a porta das lojas. Segundo a pesquisa, em cada dez consumidores, seis (57%) dão preferência a compras onde há acesso adequado para pedestres, ciclistas e passageiros de transporte público e 78% defendem que as lojas e demais estabelecimentos comerciais se preocupem com a inclusão de consumidores que possuem algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida.

“Percebe-se que há uma nova geração de consumidores preocupada com questões que envolvem acessibilidade, qualidade de vida e boa ocupação dos espaços públicos. Os resultados servem para orientar políticas públicas e também os empresários, com sugestões de adaptações para melhor atender as necessidades dos clientes”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Além da acessibilidade, a segurança é outro fator fundamental que pesa para o brasileiro na hora das compras. Para 73% dos entrevistados, sentir-se protegido no estabelecimento é prerrogativa básica, sendo que 56% se sentem mais seguros ao fazer compras dentro de shopping centers do que em lojas do comércio de rua. A presença de moradores de rua (40%) e flanelinhas (37%) também influenciam de forma negativa na decisão de não frequentar um centro comercial e uma boa iluminação pública influencia 75% dos entrevistados a andarem a pé.

Sete em cada dez brasileiros estão insatisfeitos com qualidade do transporte público; 80% apoiam fechamento de vias para lazer

Além de identificar o impacto da mobilidade urbana nas decisões de compra dos brasileiros, o estudo investigou a opinião dos consumidores sobre a qualidade do transporte público no país. Segundo o levantamento, em cada dez brasileiros que moram nas capitais, oito estão insatisfeitos com o trânsito (77%) e sete com a qualidade do transporte público em sua cidade (71%). Na opinião desses entrevistados, a principal ação a ser tomada para reverter o problema do trânsito é investir na qualidade do serviço de transporte, citado por 64%. Em seguida, surgem outras sugestões como ampliar vias já existentes (43%), aumentar a proibição de estacionamento nas ruas e avenidas (29%), garantir a segurança das pessoas (28%) e incentivar campanhas de caronas solidária (24%).

Outro dado revelado pelo estudo é que 71% dos brasileiros concordam com medidas que priorizam o transporte coletivo, como construção de corredores e faixas exclusivas de ônibus, mesmo que isso implique em sacrificar o espaço de ruas e avenidas destinados a carros. Há também, 80% de entrevistados que apoiam o fechamento de vias aos domingos para propiciar atividades de lazer e circulação de pedestres e ciclistas.

Metodologia

A pesquisa foi realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em parceria com o IBOPE e ouviu 1.500 consumidores em todas as capitais. A margem de erro é de no máximo 3,0 pontos percentuais para um intervalo de confiança de 95%. Confira a pesquisa na íntegra em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

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Acordo salarial no Estado de Santa Catarina

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Foto: Divulgação

As federações empresariais e centrais sindicais laborais de Santa Catarina chegaram a consenso para reajustar o mínimo regional. Os pisos acordados para as quatro faixas foram de R$ 1.110, R$ 1.152, R$ 1.214 e R$ 1.271. O índice médio de reajuste foi de 2,95%. Os novos valores foram acordados durante reunião na quinta-feira (18), em Florianópolis.

“Esse entendimento é mais um passo importante que o setor produtivo e os trabalhadores dão em Santa Catarina”, afirmou o presidente da FIESC, Glauco José Côrte, agradecendo às equipes que participaram da negociação. “A atualização segue uma baliza, que é o IPCA. O acordo representa o esforço do setor empresarial de buscar avanços reais na remuneração dos trabalhadores, apesar das fortes dificuldades econômicas enfrentadas nos dois últimos anos”, disse Côrte.

“É um grande processo de negociação que envolve todos os trabalhadores do Estado”, afirmou o diretor da Federação dos Trabalhadores no Comércio (FECESC), Ivo Castanheira. “Envolvemos quase todas as entidades empresariais e de trabalhadores. Eu considero um processo muito importante para Santa Catarina”, acrescentou.

O resultado da negociação será encaminhado ao governo do Estado que faz projeto de lei a ser enviado à Assembleia Legislativa, formalizando os valores. As faixas variam de acordo com cada profissão ligada a indústria e a agricultura catarinense.

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