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Na água, uso do colete salva-vidas é indispensável

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Heider Brehm, gerente da Ki-Bola, explica os procedimentos para usar os coletes com segurança - Fotos: Patrícia Vieira

No verão, muitas pessoas aproveitam os dias ensolarados para se divertir na água. Seja para simplesmente ficar dentro da embarcação em um passeio ou praticar algum esporte aquático. Em todas as situações, o colete salva-vidas ou dispositivo de flutuação pessoal (DFP) é um equipamento obrigatório e indispensável.

O maior objetivo do uso do colete salva-vidas é a segurança, independentemente se a pessoa tem afinidade ou não com a água. Ou até mesmo, se é atleta praticante de esportes náuticos, é recomendado o uso do colete salva-vidas. “O primeiro passo é definir o objetivo do uso. Se para ficar dentro da piscina, de uma embarcação durante uma viagem ou lazer ou se é para a prática de esportes radicais de competição ou canoagem,” explica Heider Brehm, gerente da Ki-Bola.

Conforme as “Normas da Autoridade Marítima para Homologação de Material”, NORMAM 05, são reconhecidas cinco classes de acordo com a situação de uso. Isto é, conforme a classe de navegação deve ser escolhido o tipo de equipamento de segurança.

Ainda de acordo com Heider, para maior segurança é necessário ficar atento ao Certificado de Homologação. Pois é a garantia de que o produto passou por testes de resistência e performance, exigidos pela Marinha do Brasil. Os equipamentos são confeccionados nos tamanhos P (até 35 quilos), M (até 55 quilos), G (até 110), GG (acima de 110). Eles são testados em pessoas de até 150Kg. O limite máximo de um colete é o diâmetro do cinto com os fechos engatados. Coletes Classe IV, por exemplo, tem 1,70cm de diâmetro de cintura.

Normalmente, os coletes são da cor laranja, para serem identificados a longa distância. Eles devem estar sempre ajustados ao corpo, de uma forma confortável. “É importante que as pessoas escolham um colete de acordo com as suas necessidades, para que seja confortável durante suas atividades na água”, enfatiza Heider Brehm.

Como usar o colete salva-vidas

Classes de coletes salva-vidas

Classe I – Solas 150N
Para navegação oceânica, águas brasileiras ou internacionais. Fabricado conforme requisitos SOLAS – Convenção Internacional para Salvaguarda da Vida Humana no Mar. Itens de segurança obrigatórios: Gola, refletivos, luz sinalizadora, alça para resgate (Lift – loop), cabo liga-náufrago e apito.

Classe IV
Para trabalho. Fabricado para uso, por longos períodos, por pessoas envolvidas em trabalhos realizados próximos à borda de embarcações ou suspensos por pranchas ou outros dispositivos que corram risco de cair na água acidentalmente. Nessa classe, os itens de segurança obrigatórios variam de acordo com a situação de trabalho a que o usuário será submetido.

Classe II
Modelos Canga e Jaleco. Para embarcações de mar aberto que operem exclusivamente em águas brasileiras. Fabricados conforme requisitos SOLAS. Itens de segurança obrigatórios: Gola, refletivos e apito.

Classe V
Para atividades esportivas de alta velocidade como: jet-ski, banana-boat, esqui aquático, windsurf, parasail, pesca e pequenos veleiros. Em águas brasileiras, permite homologar embarcações de até 5m para mar aberto e de até 24m para embarcações em águas abrigadas.

Classe III
Modelos Canga e Jaleco. Para embarcações de navegação interior. Águas abrigadas como; rios, lagos, beira mar e etc. Itens de segurança obrigatórios: Gola e apito.

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Serra possui mais pontos de risco

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Foto: Defesa Civil/Divulgação

Com o auxílio de um drone, a Defesa Civil do município de Criciúma identificou 23 pontos de risco de deslizamento na Serra do Rio do Rastro, entre Bom Jardim da Serra e Lauro Müller. São nove trechos que já tinham sido detectados pelo órgão. O levantamento durou quatro dias e é o mais completo realizado até hoje. Um relatório do estudo será encaminhado para o Ministério da Integração Nacional. Em 2017, foram registrados quatro deslizamentos. A identificação dos novos pontos de risco só foram visualizados por conta da abrangência das imagens feitas pelo drone.

O coordenador regional da Defesa Civil de Criciúma, Rosinei da Silveira, disse que no quilômetro 410, foi encontrada um tipo de barragem que está represando a água da chuva e já tem pontos de infiltração para a rodovia.

O quilômetro 407 é o mais crítico e possui mais chance de ter novos deslizamentos, explica Silveira. “No relatório, o geólogo vai apontar que o tráfego de veículos pesados diminui a estabilidade da rodovia. Sugerimos um controle nesse tráfego, mas a decisão é do Deinfra.”
Para deixar a Serra mais segura, o coordenador regional explica que é preciso fazer uma reconstrução do sistema de drenagem, colocar telas e cortina para segurar a terra e as pedras.

O geólogo do órgão, Humberto da Silva, acredita que é preciso interromper o tráfego na rodovia ao se registrar entre 50mm a 100mm de chuva, em um período de 24 horas. O objetivo é concluir o diagnóstico de risco da Serra até março para que as informações sejam enviadas ao Ministério da Integração Nacional. “Com isso, queremos conseguir recursos para obras preventivas, a fim de diminuir as quedas de barreiras”, destacou. O trabalho é feito em parceria com o Deinfra, órgão responsável pela rodovia.

O Secretário de Estado de Infraestrutura, Luiz Fernando Cardoso disse que deve anunciar o orçamento para 2018, em breve. Depois disso, será definido o valor destinado para as obras de contenção no local.

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Operação que investiga fraudes na internet é deflagrada em Lages

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Foto: Divulgação

A Polícia Civil de Lages realizou uma operação para combater fraudes na venda de produtos pela internet. No total, seis mandados de busca e apreensão foram cumpridos pelos policiais. Além disso, 12 pessoas foram conduzidas à delegacia para interrogatório.  Durante a operação que ocorreu na manhã desta quarta-feira (21), em quatro bairros da cidade, também foram apreendidos dez computadores e dez telefones celulares.

O delegado Jackson Guasselli Pessoa, da 2ª DP, informa que as investigações confirmam a utilização de meio eletrônico por parte dos suspeitos, com o objetivo de comercializar variados produtos com valores abaixo do mercado, mas não entregavam as encomendas. Ao perceber o golpe, a vítima não conseguia mais contato com os vendedores.

Em um dos casos que foram denunciados, a vítima informou que comprou dois celulares pela internet, no valor total de R$ 5.735. Pagou mediante depósito bancário e nunca recebeu as mercadorias.  “Não sabe determinar o valor arrecadado e quantas pessoas foram lesadas, mas há vítimas de diferentes regiões do país”, afirma o delegado.

Como as investigações estão em andamento, a polícia não divulgou a identidade dos suspeitos.

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Após morte de jovem moradores fazem manifestação

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Fotos: Andressa Ramos

Com uma forte crise de rinite alérgica e sem dinheiro para pagar uma passagem de ônibus, Michele Lopes de Liz, de 24 anos, e a amiga Vidilaine, saíram a pé do Bairro Pró-Morar, em Lages, para ir ao Pronto Atendimento Tito Bianchini. As duas foram à tarde e o atendimento Michele terminou por volta das 19 horas do último domingo (18). Na volta para casa, Michele ligou para a mãe Eliane pedindo para que ela fosse, com o marido, encontra-lás no caminho, pois já estava noite e o percurso é por um local sem iluminação.

Na rótula do Bairro Conte, os quatro se encontraram e voltaram para casa pela rua Edmundo Castro de Arruda, eles iam conversando e cuidando dos carros, já que caminhavam pelo sentido contrário do fluxo de veículos. Já próximos aos prédios, Michele gritou para a mãe: “Olha o carro”, Eliane e o marido conseguiram desviar, mas Michele não. O carro, do qual seu primo era o condutor, bateu nela, arremessou-a para cima, arrastou-a por cerca de 100 metros e bateu. Quando o carro apagou, o motorista saiu correndo pelo mato.

A mãe correu para o mato, onde a filha caiu, segurou-a no colo, mas já era tarde demais. “Ela saiu para tomar um remédio e melhorar e quando voltou morreu.” A frase da tia de Michele, Eliete Rodrigues Lopes descreve a revolta da família, com o fato de a sobrinha ter sido atropelada no mesmo trecho em que um parente faleceu há 20 anos.  Michele era conhecida por ajudar a todos e deixou o filho, Davi, de 6 anos.

Manifestação

Hoje, os moradores precisam disputar um espaço na rua com os carros e, dessa forma, arriscam suas vidas. Os familiares e moradores do bairro estavam cansados disso e a morte de Michele foi o estopim para uma manifestação que aconteceu no fim da madrugada desta quinta-feira (22). Eles se reuniram, e bloquearam, por uma hora, a passagem dos veículos. O objetivo era chamar a atenção das autoridades para que se tome uma providência referente à pavimentação e à colocação de calçadas nessa rua.  Policiais militares chegaram no local para negociar a liberação do trânsito. Os moradores aceitaram e liberaram parcialmente a pista. No período da tarde, os moradores voltaram à rua para mais uma manifestação.

Prefeitura pede que moradores protocolem as reivindicações

Com o objetivo de melhorar o fluxo do trânsito e garantir mais conforto, segurança e qualidade de vida aos moradores, a Prefeitura de Lages informou a realização, no segundo semestre de 2017, de operação tapa-buracos e o recapeamento asfáltico de parte da Rua Edmundo de Castro Arruda, no Bairro Pró-Morar.

Os trabalhos contemplaram o alargamento da pista para sete metros e a regularização do solo, com o levantamento de 60 centímetros em relação ao nível normal da via. “Esta foi apenas uma das mais de 20 obras de pavimentação e recuperação de ruas e avenidas em diferentes bairros de Lages só em 2017. E até o fim do mandato da atual administração, em dezembro de 2020, a proposta é que este número chegue a 100”, informou nota enviada pela assessoria de imprensa da prefeitura. “Com 800 quilômetros de vias urbanas, a Prefeitura de Lages se esforça para atender com a maior brevidade possível as demandas das comunidades. Mas tudo de forma organizada, planejada e dentro de um cronograma.

Assim, a orientação é que a Associação de Moradores do Pró-Morar protocole a pauta de reivindicações junto à Secretaria de Política para a Mulher e Assuntos Comunitários, que dará o devido encaminhado às pastas responsáveis por cada situação,” concluiu a nota.

Ordem cronológica dos fatos

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Semasa implanta 4,3 mil metros de rede coletora no Bairro Brusque

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Ampliação da rede esgoto contempla cerca de 600 residências - Foto: Marcelo Pakinha/ PML/ Divulgação

A Semasa está implantando rede coletora de esgoto em cerca de 20 ruas do Bairro da Brusque, cuja obra está orçada em cerca de R$ 1,3 milhão.

O sistema de coleta compreende o desnível do terreno, não necessitando de bombas de recalque, o que facilita a execução da obra em termos financeiros. Em uma segunda etapa deste projeto está prevista a construção de rede coletora em área do bairro Santa Rita, limítrofe à Brusque.

A extensão linear da atual rede em implantação é de 4.365 metros, contemplando cerca de 600 residências, além de estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços. “Cerca de 40% da primeira etapa do projeto está concluído.

Esta rede coletora, implantada com tubos PVC Ocre de 150 milímetros, será interligada ao emissário central da avenida Belizário Ramos (Carahá), que por sua vez está conectado à Estação de Tratamento de Esgoto Caça e Tiro, localizada no bairro de mesmo nome”, fala o secretário da Semasa, Jurandi Agustini.

A ligação desta nova rede coletora ao emissário da Carahá já foi concluída em janeiro deste ano. “Para isso foi utilizado o Método Não Destrutivo (MND), com utilização de tubulação Poli Estireno de Alta Densidade (300 milímetros)”, explica o engenheiro Rafael Guedes.

“A Semasa também já concluiu obra de rede coletora na região do Presídio, no Morro das Pedras, executada em parceria com o Governo do Estado, faltando ali apenas a ligação ao emissário da Estação de Tratamento de Esgoto do Complexo Araucária”, disseJurandi Agustini.

Segundo o secretário, no bairro Guadalupe, a rede de esgoto existente está sendo ampliada em mais 440 metros, contemplando quatro ruas. E em médio prazo um total de 350 residências do Guadalupe terão rede coletora. Os investimentos previstos são da ordem de R$ 700 mil.

Semasa investirá R$ 58 milhões

O plano de investimentos da Semasa em saneamento básico, no quadriênio 2017-2020, é deR$ 58 milhões. Dentre as novas estruturas previstas para serem construídas está a ampliação e melhoria da Estação de Tratamento de Água (ETA), no bairro Popular; Estação de Tratamento de Esgoto, no bairro Caroba; Construção de reservatórios de água com capacidade para estocar mais de 8 milhões de litros; rede coletora de esgoto nos bairros Santa Helena e Copacabana.

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