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Museu ainda espera por recursos para revitalização

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A casa que abriga as obras de Agostinho Malinverni Filho foi construída na década de 1930 - Foto: Patrícia Vieira

O Museu Malinverni Filho, situado a Rua Manoel Thiago de Castro, no Centro de Lages, que abriga as obras do pintor e escultor Agostinho Malinverni Filho, está com a estrutura se deteriorando, as paredes apresentam infiltrações e o piso de madeira cedendo.

Junto a isso, alguns de seus trabalhos também sofreram com os agravos do tempo e, hoje, precisam de restauração.

Embora tenha recursos no valor R$ 250 mil, assegurados pelo Governo do Estado, a reforma da casa e a restauração de algumas obras, ainda não puderam ser feitas.

Isso porque a Fundação Cultural de Lages (FCL) estava negativada perante o Estado, em razão de problemas com a prestação de contas da Festa do Pinhão de 2013.

No entanto, o superintendente da Fundação Cultural, Giba Ronconi, afirma que já foi feita toda a regularização dos documentos na Secretaria de Organização e Lazer, em Florianópolis. Porém, agora é só aguardar pela liberação da verba.

O objetivo é realizar uma reforma na estrutura física do prédio, como pinturas externa e interna, além de acessibilidade.

Jonas Malinverni, filho do artista, diz que a preocupação agora, é em relação ao valor e ao projeto. “Como demorou para ser liberado, hoje, talvez não será possível executar tudo o que está previsto no projeto com R$ 250 mil” diz.

Jonas conta ainda que a restauração das obras também ainda não foram feitas. “Até mesmo não seria o mais adequado, já que o prédio também ainda não foi recuperado.”

A Prefeitura de Lages repassava mensalmente um recurso para a manutenção do museu, que é uma instituição privada.

Com isso, a administração, que fica por conta da família de Malinverni, consegue pagar contas de água, luz, salários de funcionários e manter o ambiente limpo.

Jonas conta que, no ano passado, devido ao Marco Regulatório, os pagamentos não foram repassados, porém, este ano, a instituição obteve parecer positivo da Procuradoria-Geral do Município (Progem) e poderá voltar a receber os recursos de manutenção, o que deve ocorrer a partir dos próximos meses.

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40 anos do primeiro transplante de coração no Brasil

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Foto: Divulgação

Há 50 anos, o lavrador de Mato Grosso João Boiadeiro, codinome de João Ferreira da Cunha, viu sua vida mudar ao se transformar no primeiro brasileiro a ter o coração transplantado a partir de uma cirurgia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), inaugurando uma nova etapa na cardiologia brasileira e latino-americana.

Sofrendo de uma doença degenerativa, ele obteve a esperança com o transplante. Mas morreu 28 dias após a cirurgia, em consequência de rejeição do órgão.

O transplante de João Boiadeiro ocorreu seis meses após o primeiro realizado no mundo por uma equipe da África do Sul.

Assim, em 26 de maio de 1968, o Brasil entrava no grupo de países pioneiros do transplante de coração.

No Brasil, o primeiro transplante de coração foi feito pelas equipes dos professores Euryclides de Jesus Zerbini, na cirurgia cardiotorácica, e Luiz Venere Décourt, na clínica.

Os professores iniciaram o processo de criação do Instituto do Coração do HCFMSUP (Incor).

Avanços

O presidente do Incor, Roberto Kalil Filho, disse que entre as principais conquistas estão os avanços dos medicamentos que evitam a rejeição ao transplante.

“Nesse meio-tempo surgiram medicamentos contra a rejeição mais eficazes e com menos efeitos colaterais, além de máquinas de suporte ao coração mais eficientes, tendo à frente os modernos ventrículos artificiais portáteis, aparelhos que prologam por mais de cinco anos a vida de pacientes que esperam por um órgão ou que não podem se submeter ao transplante”,afirmou o médico.

Paralelamente, há um esforço conjunto da iniciativa pública e privada para reduzir a chamada janela de captação do coração (momento entre a retirada do órgão do doador e seu implante no receptor) para no máximo quatro horas, mantendo uma complexa logística com ambulâncias, voos fretados e helicópteros.

No Incor, há uma maleta térmica, usada na Europa, que mantem a temperatura do coração doado em condições ideais para a conservação do órgão para transplante (8°C a 10°C), sem a utilização de gelo.

 

Fonte: Agência Brasil

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Época é de celebração do Ramadã para muçulmanos

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Muçulmanos celebram Ramadã com orações, jejum e prática da caridade - Foto: Susana Küster

Os muçulmanos estão celebrando o Ramadã, um período dedicado ao jejum desde 5h30 até 17h40. Neste período, eles não comem e não podem beber nem água, e, também se abstém de relações sexuais.

Somente depois do horário estipulado é que eles podem quebrar o jejum, mas é recomendado que não se coma muito. A prática é vista por eles como um ato de renovação da fé e também um tempo maior dedicado a caridade.

O sheik da Mesquita de Lages, Osman Charif, 59 anos, explica que o Ramadã é uma ordem de Deus e deve ser seguida. “É uma forma de adoração espiritual e corporal. O foco é adorar Deus, ler o Alcorão, fazer orações e jejuar, colaborar com os pobres e se comportar para não cometer erros, como mentir, agredir ou falar mal dos outros”.

Ele também frisa que um estudo de médicos nos Estados Unidos comprovou que o jejum desintoxica o organismo. Para os muçulmanos, jejuar não é uma penitência ou sofrimento, e, sim para focar no que é essencial durante o Ramadã. Ao todo, são realizadas cinco orações em um dia, a primeira começa 5h35min e a última é às 19 horas.

A escolha de fazer o Ramadã neste período é porque eles seguem o calendário lunar, então os dias celebrados mudam de um ano para outro. Neste ano, o período começou na quinta-feira (17) e termina na primeira quinzena de junho. O sheik diz que até hoje, os muçulmanos seguem o calendário lunar em algumas situações.

Segundo ele, hoje Lages possui em torno de 40 pessoas que seguem o islamismo. A maioria faz as orações em seu local de trabalho ou em casa. Poucas vão até a mesquita. “Muitos voltaram para seus países ou mudaram de cidade”.

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O frio diminui no final de semana

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Fotos: Imagens Mycchel Hudsonn Legnaghi / São Joaquim Online/Divulgação

Depois de uma semana gelada em Santa Catarina, as temperaturas na Serra Catarinense  continuam negativas, na madrugada desta sexta-feira (25), os termômetros chegaram a -3,9°C em Bom Jardim da Serra, -3,1°C em Urupema e -1,7°C em São Joaquim.

De acordo com com meteorologistas da Epagri/Ciram, até agora a menor temperatura registrada no país neste 2018, foi na madrugada de quinta-feira (24). Quando o termômetros chegaram a – 6,6°C em Urupema.

A partir desta sexta-feira, a massa de ar frio segue seu deslocamento em direção ao mar, diminuindo a intensidade do frio em Santa Catarina. No final de semana, as temperaturas ficam mais agradáveis durante o dia.

O sábado (26) será de sol com períodos de mais nuvens e condição de chuva fraca, principalmente na Grande Florianópolis e Norte do Estado, na madrugada, manhã e noite. As temperaturas permanecem baixa na madrugada e ameno de tarde. As mínima próxima de 0°C e formação de geada isolada nos municípios de Serra Catarinense. Durante o dia, máxima mais elevada em todas as regiões entre 15°C e 21°C. Na Serra não devem ultrapassar os 16°C. O sistema de alta pressão em deslocamento para o oceano, favorecendo entrada de umidade em parte de SC.

No domingo (27) a massa polar perde força no Estado. O dia será de céu claro com algumas nuvens em Santa Catarina. As temperaturas mínimas mais elevadas em todas as regiões, permanecendo a condição de geada isolada na Serra Catarinense. As máximas entre 18°C e 25°C na maior parte de Santa Catarina, e 14°C e 17°C e na Serra.

Tendência

Nos últimos dias de maio, dias de sol e temperatura mais elevada em SC, com chuva no Oeste e Sul do Estado a partir de quinta-feira (31), se estendendo para os dias 01 e 02 de junho, devido a passagem de uma nova frente fria, seguida de diminuição da temperatura.

 

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