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Turismo

Movimento do comércio no Salto Caveiras reduziu em até 80%

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Foto: Susana Küster

O movimento grande de pessoas e veículos é um cenário do passado no Salto Caveiras. Comerciantes reclamam de queda nas vendas todos os anos, e, dizem que esta temporada de verão foi a pior de todos os tempos. O auge do calor já passou, se percebe que o frio começou a aparecer, principalmente no início da manhã e de noite.

O local não é divulgado e não tem eventos. Há alguns anos, possuía a Festa Internacional do Lambari, que atraía até turistas e possuía uma programação variada de música e competições esportivas. Porém, hoje, tirando a pesca, não há nada para se fazer no Salto, além de comer e beber. Claro, que a paisagem é bonita, principalmente quando o alagado está cheio, porque se forma até uma cachoeira. Porém, nem a ela, as pessoas têm acesso. Só é possível ver de longe, da estrada geral.

Grande parte das pessoas que vão pescar, arrumam suas cadeiras e barraquinhas na margem. Entretanto, até isso poderia ser melhor, se por exemplo, um trapiche fosse implantado em alguma parte do alagado.

Um dos empresários do local, Edson Küster, afirma que o fluxo de clientes caiu 80% este ano. Ele acredita que isso se deve, não só a crise econômica, mas a falta de atrativos no Salto. “O movimento maior era no domingo, aqui era um lugar tão bom, todo dia cheio de gente e agora está vazio”.
Outro comerciante é César Bastos. Ele também reclama da falta de clientes. Na sua visão, o movimento diminuiu 50%. “Acho que isso é por conta da crise e também porque não tem o que fazer aqui, além de comer, beber e pescar”.

Proposta

Foi publicado em janeiro pelo Correio Lageano, que o Executivo da Secretaria de Turismo, Luiz Carlos Pinheiro Filho, estuda um calendário de eventos específico para a comunidade do Salto. O objetivo é atrair público.

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