Conecte-se a nós

Notícias

Moradores relatam acidentes que estão associados a alta velocidade

Published

on

Foto: Andressa Ramos

Ana Lúcia foi surpreendida por um forte estrondo, no início da madrugada desta quarta-feira (13). De imediato, pensou que fosse um tiroteio, mas quando ouviu as pessoas conversando na rua, saiu de casa e viu um poste caído e outros tortos. É que um veículo que passava pela Rua Professor Simplício, no Bairro Morro do Posto em Lages, perdeu o controle e colidiu contra o poste.  

O impacto esfacelou a estrutura de concreto. Ao cair, o poste puxou os outros, que entortaram. A moradora diz que o motorista saiu do veículo visivelmente embriagado. O cheiro de bebida alcoólica era forte no ambiente.

Mas o motorista fugiu, disse que iria até um lugar, e não voltou, abandonando o carro. A Polícia Militar esteve no local e solicitou a remoção do veículo, que foi guinchado. Em função do da fuga, não se sabe quem estava dirigindo o veículo. Pelo parachoque deixado no local, o veículo era um Chevrolet Kadett. Os moradores ficaram sem energia durante algumas horas, já que os fios caíram. A rede foi energizada novamente às 13h30min de ontem.

A moradora, que está há 18 anos no bairro, relata que os carros passam pela rua em alta velocidade. “Esses dias um ônibus de fora da cidade quase arrancou meu braço, isso que eu estava bem no canto, já que não temos calçadas”.

Outros moradores comentam, ainda, que é difícil sair de casa com o carro, pois um dos trechos dessa rua é ruim para visibilidade e os moradores não respeitam a velocidade, ainda mais por se tratar de uma descida/subida.

Sobre a construção de calçadas, o secretário municipal de Planejamento e Obras, Claiton Bortoluzzi, explica que é de responsabilidade dos moradores, porém, neste caso, já está na previsão da secretaria a construção do passeio da rua Professor Simplício até ao Instituto Federal de Santa Catarina (Ifsc).

Comentários
Compartilhe

Notícias

Árvore caiu em cima de casa no Santa Clara

Published

on

Foto: Defesa Civil/Divulgação

Na tarde deste domingo (24) a equipe técnica da Defesa Civil Municipal atendeu uma ocorrência de queda de árvore sobre uma residência, na avenida Sebastião Antônio Figueiredo, no Bairro Santa Clara, em Lages.. Neste caso não houve vítimas, somente os danos materiais. A queda foi causada pela tentativa frustrada de corte da árvore, realizada por pessoas sem experiência para o serviço, não acompanhamento de um órgão de segurança responsável e também a não utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

De acordo com o secretário executivo da Defesa Civil, Jean Felipe Silva de Souza, foi feita no local a retirada do tronco da árvore e a limpeza da área, eliminando assim, o risco de novos acidentes. “Para a realização deste tipo de serviço as pessoas devem comunicar os órgãos responsáveis para que possamos passar todas as orientações de segurança. São medidas muitos importantes e que evitamos acidentes como este. Aqui foram registrados somente danos materiais, mas poderia ter sido algo mais grave”, disse Jean.

 

Este slideshow necessita de JavaScript.

Comentários
Compartilhe
Continue Lendo

Notícias

Piloto de moto fica gravemente ferido

Published

on

Fotos: Águia 04/Divulgação

O helicóptero Águia 4 foi acionado para prestar suporte aéreo a uma vítima de acidente neste domingo (24). Um piloto que praticava motocross ficou gravemente ferido após acidente, no interior do município de São José do Cerrito, na Serra Catarinense. A identidade da vítima não foi divulgada.

No local, a equipe médica do Samu verificou que a vítima apresentava Traumatismo Cranioencefálico (TCE) grave. Com isso, foi conduzido para Lages, pelo helicóptero. O trajeto durou apenas em apenas 10 minutos, sendo que, por solo, o tempo de deslocamento aproximado seria de 50 minutos, devido ao local ser de difícil acesso.

A equipe do Águia 4 salienta que com o apoio do helicóptero, é possível levar uma espécie de UTI até o local do acidente. Além disso, uma a equipe médica do Samu, equipamentos especiais e medicamentos, que, aliado ao curtíssimo tempo, poderão influenciar de maneira muito positiva na recuperação do paciente.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Comentários
Compartilhe
Continue Lendo

Notícias

Mais de 250 mulheres precisaram de proteção da Polícia Militar

Published

on

Foto: Andressa Ramos

Lages é conhecida por ser uma cidade machista e com alto índice de casos de violência contra a mulher. Por diversos fatores, como medo e insegurança, muitas das vítimas não conseguem denunciar seus agressores. Porém, a denúncia é importante para garantir que menos mulheres sejam agredidas e que os homens se conscientizem de tal fato covarde.

Prova de que a cidade tem números altos de violência à mulher, é o número de medidas protetivas que a Polícia Militar, por meio da Rede Catarina de Proteção à Mulher, acompanha. De fevereiro, mês do lançamento do programa na cidade, para cá, 258 mulheres foram atendidas; destas, 35 ainda estão em acompanhamento. 65 falaram aos policiais que não seriam mais necessárias as visitas, já que oficializaram as separações ou reataram.

A Rede Catarina entra em ação depois de receber, do Judiciário, as medidas protetivas. E a atenção não é voltada apenas à mulher, mas, também, ao agressor, a fim de saber se está cumprido o que é determinado pela medida, como ficar longe da mulher.

Na rede, atuam dois policiais, sendo uma mulher e um homem, para que na hora do atendimento possam conversar com vítima e agressor. As visitas acontecem nas casas onde estão os dois, para saber como está o relacionamento. C

aso o agressor seja visto novamente na casa da mulher, repetindo o crime ou chegando perto da casa sem o consentimento da mulher, pode ser preso. Desde abril, descumprir decisão judicial de medidas protetivas de urgência prevê pena de detenção de três meses a dois anos.

O coordenador da Rede de Catarina de Proteção a Mulher na cidade de Lages e Região, sargento Goedert, explica que a Rede Catarina trabalha em parceria com outros órgãos. “Periodicamente, nos reunimos para alinhar procedimentos.”

Diariamente, em média, a Polícia Militar recebe de quatro a cinco medidas protetivas para o acompanhamento. O sargento acredita que o número cresce devido ao sentimento de empoderamento das mulheres e, depois poderem contar com o apoio da Polícia Militar. “Depois que a Rede Catarina foi implantada, elas sabem que têm esse amparo. É importante que estejam empoderadas para denunciar”, ressalta.

Descumprimento de Medidas Protetivas de Urgência

Art. 24-A. Descumprir decisão judicial que deferiu medidas protetivas de urgência previstas nesta Lei:

Pena – detenção, de 3 (três) meses a 2 (dois) anos.

  • 1o A configuração do crime independe da competência civil ou criminal do juiz que deferiu as medidas.
  • 2o Na hipótese de prisão em flagrante, apenas a autoridade judicial poderá conceder fiança.
  • 3o O disposto neste artigo não exclui a aplicação de outras sanções cabíveis.

Art. 3o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 3 de abril de 2018; 197o da Independência e 130o da República.

Comentários
Compartilhe
Continue Lendo
Anúncio

Capa do Dia

Anúncio

Instagram

Facebook

Anúncio

Rua Coronel Córdova, 84 . Centro . 88502-000 . Lages . SC . Brasil . Fone: 49 3221.3300 . correiolageano@correiolageano.com.br

CL+| Correio Lageano - Todos os direitos reservados ©