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Moradores reclamam de poeira e trânsito de caminhões, no Bairro Tributo

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Foto: Patrícia Vieira

Moradores da Avenida João Goulart, no Bairro Tributo, em Lages, reclamam do pó que levanta da rua quando os veículos passam. Há um fluxo intenso de caminhões pesados na região.

Segundo os moradores, algumas casas estão com rachaduras nas calçadas e nos piso, por conta do peso dos veículos que acabam passando próximo a elas. Quem vive no local acredita que os motoristas passam pela área residencial para fugir do pedágio na BR-116.

O trecho considerado precário pelos moradores abrange cerca de um quilômetro e meio da avenida que é de chão batido, e um dos principais acessos para o interior do município e da região.

A secretária Leila Veloso, disse que já fez contato com a Prefeitura de Lages e diz que está organizando um abaixo-assinado para pedir a pavimentação do trecho. Ela mostra o piso de uma casa que está quebrando. Ainda segundo a moradora, um engenheiro explicou que as rachaduras na calçada são devido ao tráfego de caminhões pesados. “Queremos uma solução urgente,” diz.

O coordenador de logística, Alexsandro Antunes, que também mora na mesma avenida, comenta que a situação do local está a cada vez pior. O Bairro cresceu e a avenida não está suportando o fluxo diário de veículo.

Além do pó, ele conta que o chão treme. “Às vezes estou subindo na escada e ela treme quando passam os caminhões.” Segundo ele, os caminhões trafegam pelo local dia e noite e a situação vem acontecendo porque a avenida é o acesso para muitas empresas, principalmente, serrarias, que se instalaram na região.

Além disso, os moradores, contam que muitos caminhoneiros escolhem o bairro como desvio do pedágio, ou até mesmo do Posto da Polícia Militar Rodoviária, em Palmeira. “Para fugir do pagamento da taxa do pedágio na BR-116, em Correia Pinto, ou da fiscalização da polícia, eles acabam desviando caminho ”, falou.

O secretário de Planejamento e Obras, Claiton Bortoluzzi, explica que, com relação à pavimentação será feita uma análise. Pois além da demanda, a pasta tem outros projetos que estão em andamento em toda a cidade, e precisam ser concluídos.

Claiton comenta que de imediato não há muito o que fazer. “Para amenizar a situação do pó, vamos continuar mandando um caminhão-pipa para molhar a estrada”.

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